Motoristas da 99 paralisam atividades em Guanambi contra baixos valores das corridas
Trabalhadores pedem reajuste do pagamento por quilômetro rodado e revisão da remuneração pela plataforma.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Motoristas da plataforma 99 interromperam as corridas em Guanambi (BA) nesta terça‑feira (16) para protestar contra a queda dos valores pagos por quilômetro, que agora giram em torno de R$ 1,10, muito abaixo dos R$ 4,50 a R$ 5 praticados no início das operações. A paralisação, concentrada próximo ao Centro Administrativo Municipal e à Câmara de Vereadores, reúne dezenas de trabalhadores que cobram a revisão das tarifas para garantir renda suficiente para despesas básicas como combustível.
- Os condutores, que somam cerca de 250 cadastrados na cidade, pedem à 99 a retomada dos pagamentos complementares e um reajuste que cubra os custos da atividade, reforçando a necessidade de união da categoria para melhorar as condições de trabalho.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Motoristas que trabalham pela plataforma 99 paralisaram as atividades nesta terça-feira (16), em Guanambi, no Sudoeste da Bahia, para protestar contra os valores pagos pelas corridas. Dezenas de trabalhadores se concentraram nas proximidades do Centro Administrativo Municipal, ao lado da Câmara de Vereadores, e cobraram o reajuste da remuneração por quilômetro rodado. O motorista Tarcísio Malheiro afirmou que a plataforma oferecia valores mais atrativos quando começou a operar no município, em maio. Segundo ele, a empresa complementava o pagamento das corridas para garantir uma remuneração maior aos motoristas, mas teria deixado de fazer isso. Tarcísio relatou que, atualmente, os trabalhadores recebem cerca de R$ 1,10 por quilômetro rodado, enquanto anteriormente o valor ficava entre R$ 4,50 e R$ 5. Para o motorista, a redução compromete a renda da categoria e dificulta o pagamento de despesas básicas, como combustível. Os trabalhadores pedem que a empresa reveja os valores das corridas e ofereça uma remuneração que cubra os custos da atividade. Durante o protesto, Tarcísio também defendeu a união dos motoristas para reivindicar melhores condições de trabalho. De acordo com ele, a plataforma conta com cerca de 250 motoristas cadastrados em Guanambi.
























