Senado vota PEC do fim da escala 6x1 nesta quarta-feira
Senado vota PEC do fim da escala 6x1 nesta quarta-feira
Proposta reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem corte salarial; votação em dois turnos depende de aprovação de requerimento.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Senado inicia nesta quarta‑feira (14) a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, reduzindo a jornada semanal de 44 para 40 horas e estabelecendo duas folgas obrigatórias, uma preferencialmente aos domingos, sem diminuição salarial. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT‑PE), já reuniu 54 assinaturas para antecipar a segunda votação, que normalmente só ocorreria após cinco dias úteis e três sessões de discussão.
- A PEC precisa de 49 votos favoráveis em cada turno para ser aprovada. Enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), indica que o requerimento será votado, a oposição busca adiar a tramitação até após o segundo turno das eleições de 25 de outubro. O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) já declarou apoio, defendendo compensação às empresas pelos custos da mudança. Caso aprovada com alterações, a proposta pode retornar à Câmara dos Deputados para nova análise.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O Senado começa a votar nesta quarta-feira (14) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, com redução da jornada semanal de trabalho. Os senadores ainda discutem a possibilidade de realizar os dois turnos de votação na mesma sessão. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), reuniu 54 assinaturas para apresentar um requerimento que permite antecipar a segunda votação. Pelo regimento, a análise em segundo turno deve ocorrer após cinco dias úteis e três sessões de discussão. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que o requerimento poderá ser votado. A PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis, dos 81 senadores, em cada turno. A oposição tenta adiar a conclusão da tramitação para depois do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, declarou apoio à proposta. “A maioria dos trabalhadores brasileiros querem o fim da 6x1, então vou votar a favor”, afirmou. Ele também defendeu que o governo compense empresas pelos custos decorrentes da mudança. O texto prevê a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com duas folgas obrigatórias, uma delas preferencialmente aos domingos, sem redução salarial. A implantação seria gradual: primeiro, a jornada cairia para 42 horas, 60 dias após a promulgação; depois, passaria a 40 horas, 12 meses mais tarde. Caso seja aprovada com alterações no Senado, a proposta poderá precisar retornar à Câmara dos Deputados.
Senado votará PEC pelo fim da escala 6x1 nesta quarta-feira
Senado votará PEC pelo fim da escala 6x1 nesta quarta-feira
Presidente da Casa agendou a análise em primeiro turno do texto que reduz a jornada para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União‑AP), agendou para a próxima quarta‑feira (14) a votação em primeiro turno da PEC 221/2019, que propõe substituir a jornada de trabalho de seis dias por um de descanso (6x1). A proposta prevê descanso remunerado de dois dias por semana sem redução salarial, redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas e um período de transição de 14 meses, já aprovada na Câmara dos Deputados em dois turnos.
- Alcolumbre destacou o compromisso de conduzir a discussão com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental. Caso haja alterações no texto pelo Senado, a medida precisará retornar ao Congresso para nova análise antes de ser promulgada, reforçando o papel da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e do processo legislativo brasileiro.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho de seis dias por um de descanso (6x1). A PEC 221, de 2019, estabelece o descanso remunerado de dois dias por semana sem redução salarial e diminui o limite semanal de 44 para 40 horas, prevendo um período de transição de 14 meses. Aprovada na Câmara dos Deputados em dois turnos em maio deste ano, a matéria avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro, mas aguardava o agendamento de plenário pelo presidente da Casa. Ao marcar a sessão, Alcolumbre afirmou cumprir o compromisso de pautar a proposta "com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental". Caso os senadores realizem alterações no texto, a proposta precisará retornar para uma nova análise dos deputados federais antes de ir à promulgação.
Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Proposta será analisada pela CCJ, onde terá Omar Aziz como relator
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a escala de trabalho 6x1, reduzindo a jornada máxima para 40 horas semanais e garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. O senador Omar Aziz será o relator da matéria, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio.
- Além da PEC da jornada de trabalho, Alcolumbre também enviou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025), que prevê mudanças na organização do sistema de segurança e destina parte da arrecadação das apostas esportivas a fundos nacionais para segurança e penitenciário. Ambas as propostas precisam ser aprovadas pela CCJ, pelo plenário do Senado e, em seguida, promulgadas em sessão solene do Congresso Nacional.
Foto: Reprodução
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou nesta sexta-feira (21) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O senador Omar Aziz (PSD-AM) será o relator da matéria. O envio ocorre após Alcolumbre sinalizar, na semana passada, que pretendia acelerar a tramitação da proposta no Senado. A decisão veio depois de conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as prioridades da Casa. A PEC, aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, estabelece a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. O texto ainda precisa passar pela análise da CCJ antes de seguir para o plenário. Além da proposta sobre a jornada de trabalho, Alcolumbre encaminhou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025). O texto terá como relator o senador Rogério Carvalho (PT-SE) e prevê mudanças na organização do sistema de segurança pública, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas para fundos nacionais voltados à segurança e ao sistema penitenciário. As duas propostas precisam ser aprovadas pela CCJ e, posteriormente, pelo plenário do Senado. Para serem aprovadas como emendas à Constituição, necessitam de pelo menos 49 votos favoráveis, em dois turnos de votação. Depois disso, os textos são promulgados em sessão solene do Congresso Nacional.
Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Comissão quer votar PEC do fim da escala 6x1 até 28 de maio
Relator e presidente resistem a compensações para empresas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara dos Deputados pretende concluir a votação da PEC que propõe o fim da escala 6x1 até 28 de maio, segundo o relator, Leo Prates. No entanto, ainda não há definição sobre eventuais mecanismos de compensação para empresas afetadas pela mudança.
- A comissão especial estuda alternativas para ampliar a flexibilidade para empregadores, mas sem alterar o objetivo central da proposta. O governo enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para tratar do tema, mas a Câmara decidiu discutir o assunto por meio de uma PEC.
Foto: Kayo Magalhães | Câmara dos Deputados
Os deputados responsáveis pela análise da PEC que propõe o fim da escala 6x1 afirmaram que pretendem concluir a votação do texto na Câmara até 28 de maio. A informação foi dada pelo relator, Leo Prates (Republicanos‑BA), e pelo presidente da comissão especial, Alencar Santana (PT‑SP). Segundo Prates, ainda não há definição sobre eventuais mecanismos de compensação para empresas afetadas pela mudança. Ele afirmou que estuda alternativas que ampliem a flexibilidade para empregadores, mas sem alterar o objetivo central da proposta. Alencar Santana disse ser contrário a compensações financeiras ou tributárias, mas destacou que pequenos negócios devem receber atenção específica durante a tramitação. O governo enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para tratar do tema. Mesmo assim, a Câmara decidiu discutir o assunto por meio de uma PEC. Como projetos com urgência travam a pauta após 45 dias, a partir de 30 de maio o texto do Executivo pode bloquear votações no plenário caso não seja analisado. A expectativa da comissão é votar a PEC no fim de maio e, em seguida, levar o projeto de lei ao plenário. Segundo os parlamentares, o texto enviado pelo governo detalha regras específicas para categorias com jornadas diferenciadas e altera pontos da CLT. O relator também afirmou que avalia sugestões apresentadas por partidos da oposição, incluindo propostas que tratam de contratação por hora trabalhada. Ele disse que ainda não há decisão sobre incorporar essas ideias ao parecer.
























