Lula lidera no 1º turno, mas empata no 2º com Flávio Bolsonaro
Presidente lidera no 1º turno, mas enfrenta cenário apertado no 2º
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Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para um eventual primeiro turno em todos os cenários testados, mas aparece numericamente atrás do senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno. Os dados são da pesquisa divulgada pela AtlasIntel nesta quarta-feira (25). No cenário de segundo turno entre Lula e Flávio, o senador teria 46,3% dos votos, contra 46,2% do presidente — configurando empate técnico dentro da margem de erro.Em outro cenário, contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 45,9%, enquanto o governador de São Paulo marca 47,1%. Já contra Michelle Bolsonaro, o presidente registra 47,5%, ante 44,7% da ex-primeira-dama. Cenários de primeiro turno: No primeiro cenário estimulado, Lula soma 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro (37,9%), Ronaldo Caiado (4,9%), Romeu Zema (3,9%), Renan Santos (2,9%) e Aldo Rebelo (1,1%).No segundo cenário, com Ratinho Júnior no lugar de Caiado, Lula tem 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, Lula marca 45,3% e Flávio 39,1%, enquanto Eduardo Leite aparece com 1,6%.Quando Tarcísio substitui Flávio, Lula registra 43,3% contra 36,2% do governador paulista. Em um cenário com Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente amplia a vantagem e chega a 47,1%. Cenário sem Lula:Sem Lula na disputa e com Fernando Haddad como candidato governista, Haddad lidera com 39,1%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,1%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. O levantamento ouviu 4.986 pessoas entre 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.
Eleição pode ter 2º turno em mais de 100 cidades e, pela 1ª vez, em todas as capitais
Lei prevê rodada apenas para locais com mais de 200 mil eleitores. Segundo os dados de eleitorado disponíveis no TSE até abril, serão 102 municípios habilitados
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Nas eleições de 2024, pela primeira vez na história, mais de 100 cidades municipais terão um eleitorado superior a 200 mil pessoas, o que as fará escolher seus futuros prefeitos com a opção de dois turnos. A Lei prevê rodada apenas para locais com mais de 200 mil eleitores. Segundo os dados de eleitorado disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até abril, serão 102 municípios habilitados a realizar a segunda rodada de votações este ano. Em 2020, última eleição local do país, foram 95 os locais em que os eleitores tiveram dois turnos. Além disso, pela primeira vez todas as capitais brasileiras terão segundo turno. No ano passado, a única que ficou de fora foi Palmas, que em 2020 registrou cerca de 180 mil eleitores, e agora, segundo os dados da corte eleitoral, tem 207 mil.
Lula diz que possível 2º turno com Ciro em 2022 seria "extraordinário para o Brasil"
Cenário foi sugerido pelo ex-governador do Ceará, pré-candidato ao Planalto
Por: André Uzêda
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Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que uma possível disputa entre ele e Ciro Gomes (PDT) no segundo turno da eleição presidencial em 2022 "seria extraordinário para o Brasil". Em entrevista ao portal UOL, o pedetista disse que o atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), não estará no pleito do ano que vem, criando uma concorrência entre ele e Lula. "Seria extraordinário para o Brasil que disputasse o Ciro e eu o segundo turno, sabe? Eu acho que seria uma vitória da democracia esplendorosa, como era vitoriosa a democracia quando eu disputava com o Fernando Henrique (Cardoso), com o Serra, com o Alckmin", respondeu Lula, ao ser questionado sobre a ideia em entrevista ao jornal paraense O Liberal. "Quem começou a atrapalhar isso foi o Aécio na campanha contra a Dilma e depois alguns setores da comunicação que decidiram tentar destruir a democracia negando a política, mas se o Ciro for para o segundo turno será uma vitória da democracia, eu só acho que a gente não pode ter nunca mais um fascista na presidência desse país, que nós precisamos consolidar o processo democrático brasileiro", continuou o político, que também afirmou que "não leva para o pessoal" as críticas de Ciro contra ele.























