Homem morre após ser atropelado por dois veículos na BA‑156, em Caetité
Vítima entrou repentinamente na pista, segundo informações iniciais27 Abr 2026 / 22h20

Segundo o setor mineral, negociação envolve ativos estratégicos e aproxima investidores da única mina de urânio em operação no país
Foto: Divulgação
A venda dos ativos da Bahia Mineração (Bamin) colocou Caetité, no sudoeste da Bahia, no radar de novos investidores e pode ampliar o interesse pela exploração de urânio na região. Segundo representantes do setor mineral, a negociação envolve a entrada da empresa portuguesa Mota-Engil, que tem participação do grupo chinês China Communications Construction Company (CCCC). O movimento inclui ativos logísticos e áreas próximas à única mina de urânio em operação no Brasil. Na região de Caetité, as reservas são estimadas em cerca de 90 mil toneladas, volume considerado estratégico para a produção de energia nuclear no país. Atualmente, a exploração de urânio é controlada pela União, mas mudanças recentes na legislação permitem que empresas privadas atuem em parceria com a Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Além do potencial mineral, a operação também envolve projetos como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o porto de Ilhéus, considerados essenciais para o escoamento de cargas. Se confirmada, a transação deve marcar a saída do grupo Eurasian Resources e pode ampliar investimentos em infraestrutura e mineração no estado.
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