Lula deve anunciar Desenrola 2.0 nesta semana, diz Durigan
Ministro se reuniu com representantes de divernos bancos do país para acordo final das condições do novo programa de renegociação de dívidas27 Abr 2026 / 18h00

Ex-banqueiro deixou penitenciária federal e foi levado à sede da Polícia Federal
Por: Redação Sudoeste Bahia
Foto: Divulgação | Polícia Federal
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro assinou um acordo de confidencialidade nesta quinta-feira (19), em Brasília, para dar início às negociações de um possível acordo de colaboração premiada no inquérito que apura fraudes envolvendo o Banco Master. O documento foi firmado com a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal. Segundo especialistas, a assinatura do termo é a primeira etapa formal do processo de delação. No mesmo dia, Vorcaro foi transferido da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, onde passou a discutir os termos do acordo com investigadores e advogados. A transferência foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do inquérito. O deslocamento foi feito de helicóptero, com medidas de segurança, após pedido da defesa para permitir reuniões sem gravação entre o investigado e seus advogados. Vorcaro está preso desde 4 de março, quando foi alvo de uma fase da operação Compliance Zero, que investiga irregularidades no Banco Master e também atingiu servidores do Banco Central. Ele já havia sido detido em novembro do ano passado, ao tentar embarcar para o exterior, mas foi solto dias depois. Na última semana, o ex-banqueiro trocou de defesa e passou a ser representado pelo advogado José Luis Oliveira Lima. A expectativa é que, após a fase inicial de reuniões, o conteúdo apresentado por Vorcaro seja analisado pelas autoridades para verificar a consistência das informações. O Banco Master foi liquidado em novembro e, segundo estimativas, causou prejuízos superiores a R$ 50 bilhões a entidades como o Fundo Garantidor de Créditos e fundos de pensão. As investigações seguem em andamento no âmbito da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal.
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