Fiel morre após engasgar com chiclete durante culto religioso
Mulher de 40 anos sofreu asfixia e não resistiu após parada cardiorrespiratória04 Mai 2026 / 18h00
O capitão da reserva comparou o trabalho investigativo da Polícia Federal com seu caso e o caso de Marielle Franco
Por: João Brandão
Foto: Reprodução | TV Brasil
- O presidente Jair Bolsonaro disse, durante pronunciamento hoje (24), que pedia informações sobre a Polícia Federal e "quase implorava" para a corporação investigar a facada que tomou durante campanha em 2018. O capitão da reserva comparou o trabalho investigativo da Polícia Federal com seu caso e o caso de Marielle Franco. "Será que é interferir na PF pedir, quase implorar, que apurem quem mandou matar Bolsonaro? Se dedicaram muito mais a investigar quem matou Marielle do que quem mandou me matar. No meu caso está mais fácil. Prenderam o autor em flagrante", disse. Bolsonaro que "uma coisa é admirar uma pessoa e outra é conviver, trabalhar com ela", ao falar sobre Sergio Moro, que pediu demissão hoje do Ministério da Justiça. A saída de Moro do governo ocorre após a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem partido). "Hoje disse a parlamentares no café da manhã: hoje conhecerão a pessoa que tem compromisso consigo, com seu ego e não com Brasil. Hoje essa pessoa vai buscar meio de colocar uma cunha entre eu e o povo. Isso aconteceu há poucas horas", antes de contar como conheceu o ex-juiz federal. Bolsonaro disse que em reunião com Moro deixou claro que teria poder de veto sobre indicados por ele ao Ministério. O presidente afirmou que que estranhou fato de Moro indicar para quase todos os principais cargos pessoas de Curitiba, mas que confiou no então ministro e disse que aceitou mais de 90%, incluindo Valeixo. Bolsonaro contou que, "como não negociou cargos, nem para estatais, houve pressão", e que custou caro: "Poderosos se levantaram contra mim. Estou lutando contra o sistema. Contra o establishment", disse. Ele disse que muitos parlamentares no Congresso comungam de sua tese, "menos extrema-esquerda".
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