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  • Lula lidera intenções de voto, seguido por Bolsonaro, aponta pesquisa CNT

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Clara Rellstab

    20/08/2018 - 13:00

    A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto de 2018 e ouviu ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados

    O ex-presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto da pesquisa CNT/MDA, divulgada hoje (20). O petista tem a preferência de 37,3% dos eleitores ouvidos na pesquisa estimulada – deles, 17,35% disseram que votariam em Fernando Haddad (PT), candidato à vice-presidência na chapa, caso Lula não possa disputar a eleição. Não foi feita simulação com a substituição do representante petista. Em segundo lugar, Jair Bolsonaro (PSL) registrou 18,3% das intenções de voto na consulta estimulada. Na sequência, aparecem Marina Silva (Rede), com 5,6%. O postulante do PSDB Geraldo Alckmin soma 4,9%, enquanto Ciro Gomes (PDT) aparece com 4,1%. Alvaro Dias (Podemos) tem 2,7% e os outros candidatos não chegaram a pontuar 1%. Segundo a sondagem, Marina herdaria 11,9% dos votos petistas e Ciro, 9,6%. Bolsonaro foi citado por 6,2% e Alckmin por 3,7%. Declararam voto branco ou nulo 14,3% dos entrevistados e 8,8% se disseram indecisos. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de agosto de 2018 e ouviu ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados, e a margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. 2º Turno – Caso chegue ao segundo turno, Lula derrotaria todos os candidatos e teria de 49% a 50% dos votos. Contra Ciro, venceria por 49,4% a 18,5%. Contra Alckmin, por 49,5% contra 20,4%. Se o oponente fosse Bolsonaro, Lula teria 50,1% ante 26,4% do deputado do PSL. Também estaria à frente de Marina, com 49,8% dos votos e ela, com 18,8%. Bolsonaro aparece à frente dos demais adversários, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Se ele fosse ao segundo turno contra Ciro Gomes, o placar seria de 29,4 pontos para capitão reformado e de 28,2 para o ex-governador do Ceará. Contra Alckmin, Bolsonaro tem 29,4% das intenções de voto e o tucano, 26,4%. O cenário mais apertado é no enfrentamento do capitão reformado com Marina Silva: 29,3% para Bolsonaro e 29,1% para a candidata da rede. A CNT/MDA também avaliou o potencial de rejeição dos candidatos. Nesse quesito, Bolsonaro aparece à frente: 53,7% responderam que não votariam "de jeito nenhum" no capitão reformado do Exército. Citaram Marina nessa mesma pergunta 52,7% dos entrevistados e Alckmin,  52,5%. Ciro é rejeitado por 44,1% dos eleitores pesquisados e Lula, por 41,9%.

  • Wagner justifica recusa a vice de Lula e aposta que Alckmin não estará no 2º turno

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Rodrigo Daniel Silva

    20/08/2018 - 08:00

    Para ele, o ex-presidente vai deixar para “undécima hora” o momento para ser substituído na chapa

    Candidato ao Senado, Jaques Wagner (PT) justificou a recusa para ser vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e apostou que o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) não vai estar no segundo turno. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o ex-governador da Bahia afirmou que a ideia de substituir Lula o incomodava. “A mim me incomoda ser o substituto imposto por uma farsa. Por isso, defendi que a gente não deveria ter substituto, para mim a gente levava a candidatura dele com outro partido”, ressaltou. Para ele, o ex-presidente vai deixar para “undécima hora” o momento para ser substituído na chapa.  "É difícil falar porque o patrimônio eleitoral é dele. Quando fui falar com ele que achava um absurdo o pessoal falar em plano B, ele disse: 'Galego, diga ao pessoal lá que eu tenho cinco vezes mais votos que qualquer plano B'", contou. Sobre a candidatura do PSDB, Wagner apostou em insucesso. “Estou achando cada vez mais que Alckmin não chega [ao segundo turno]. Repare, o Centrão foi com ele, não foi? Mas e o Centrão do Nordeste, por acaso foi?”, questionou.

  • Waldenor e Zé Raimundo visitam Fligê

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    20/08/2018 - 07:00

    Os deputados Waldenor (federal) e Zé Raimundo (estadual) deram uma ligeira trégua nas atividades políticas para acompanhar Feira Literária de Mucugê – Fligê, que acontece desde a quinta-feira (16) e termina neste domingo (19).  O evento que já se consolida na programação cultural do estado, reúne escritores renomados da literatura brasileira, novos autores, editoras e um público variado com jovens e adultos da região da Chapada Diamantina e de outros lugares do estado e do país. Nesta terceira edição homenageia a escritora negra Conceição Evaristo, candidata a ocupar cadeira na Academia Brasileira Letras. “É hora de beber um pouco da fonte literária que jorra nesta feira, que nos apresenta tão variada programação, hora de ouvir a sabedoria e a reflexão de Conceição Evaristo e de outros importantes autores e autoras”, disse Zé Raimundo.  Como professores universitários, ele e Waldenor também aproveitam o evento para rever e conversar com colegas e amigos, alunos e intelectuais que lotam os espaços onde estão sendo realizadas as conferências, mesas de conversa, debates e outras manifestações literárias e artísticas da ampla programação da Feira.

  • Marina deve mirar descontentes com a política, avalia equipe

    Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
    Por Alexandre Galvão

    20/08/2018 - 07:00

    Passa pela estratégia ainda a tentativa de convencer essas pessoas de que, para o sistema político mudar, eles precisam participar do processo

    Ex-senadora e pré-candidato à Presidência da República, Marina Silva (Rede) vai mirar seus esforços nos eleitores que estão descontentes com a política. De acordo com a Folha, a avaliação da equipe da candidata é que ela deve pregar para os descontentes. Passa pela estratégia ainda a tentativa de convencer essas pessoas de que, para o sistema político mudar, eles precisam participar do processo. 

  • Fernando Henrique diz que Haddad é ‘marionete de Lula’ e detona Bolsonaro

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Rodrigo Daniel Silva

    20/08/2018 - 07:00

    Para o tucano, o segundo turno pode ter o capitão da reserva e o Geraldo Alckmin 

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse que o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), tem sido visto como “marionete de Lula” e detonou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). “Tenho uma boa relação pessoal com o Haddad. O que acho complicado é que ele está sendo visto como marionete do Lula. Um presidente tem que ter força própria para governar”, afirmou, em entrevista ao jornal O Globo. Sobre Bolsonaro, FHC disse que o desempenho do capitão da reserva nas pesquisas eleitorais é “reflexo deste momento de incerteza”. “Não creio que ele tenha a experiência e a visão democrática de aceitar o outro com facilidade. O pior, para mim, é que ele tem soluções simplistas e autoritárias”, ressaltou. Para o tucano, o segundo turno pode ter Bolsonaro e Geraldo Alckmin (PSDB).

  • José Rocha e outros dois deputados federais baianos dobraram patrimônio entre 2014 e 2018

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Gabriel Nascimento

    19/08/2018 - 08:00

    A informação foi divulgada pela coluna Satélite, do jornal Correio, com base em dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)

    De acordo com a coluna Satélite, do jornal Correio, os deputados federais pela Bahia Valmir Assunção (PT), José Rocha (PR) e Mário Negromonte Júnior (PP) dobraram o patrimônio nos últimos quatro anos. Segundo a publicação, com base em dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), quem lidera é o petista, com aumento de 458%. Em 2014, ele havia declarado R$ 184,2 mil. Este ano, o valor subiu para mais de R$ 1 milhão. José Rocha declarou R$ 2,3 milhões há quatro anos. Agora, tem R$ 6,9 milhões. Já Negromonte Júnior tinha pouco mais de R$ 1 milhão, agora são R$ 2,2 milhões. 

  • Supremo deve ignorar documento da ONU que prega manutenção da candidatura de Lula, diz coluna

    Foto: Ricardo Stuckert Foto: Ricardo Stuckert
    Por Luiza Leão

    18/08/2018 - 11:00

    O PT, no entanto, deve utilizar a peça como estratégia de campanha

    O Supremo Tribunal Federal deve ignorar documento de colegiado da ONU (Organização das Nações Unidas) que prega a manutenção da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a Coluna Painel, da Folha de São Paulo, justificativa para essa tendência é de que a força da declaração do Comitê de Direitos Humanos junto ao Judiciário é a mesma de uma “ata de reunião de condomínio”. O PT, no entanto, deve utilizar a peça como estratégia de campanha, segundo a publicação.

  • Esvaziada, Câmara aprova um projeto na segunda semana do 'esforço concentrado'

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Clara Rellstab

    18/08/2018 - 09:00

    Com a proximidade das eleições, o Congresso Nacional está cada vez mais esvaziado porque os políticos têm se dedicado às campanhas nos estados

    A Câmara dos Deputados aprovou ontem (16) o único projeto na segunda semana do chamado "esforço concentrado" – mais da metade das comissões previstas sequer se reuniu por falta de quórum. Segundo o G1, o projeto aprovado permite afastar o agressor do convívio da vítima de violência doméstica sem necessidade de decisão judicial. Com a proximidade das eleições, o Congresso Nacional está cada vez mais esvaziado porque os políticos têm se dedicado às campanhas nos estados. Diante disso, Câmara e Senado destinaram datas específicas à análise de projetos, sem fazer sessões de votação todas as semanas.

  • Programa de governo de Marina Silva não traz discussão sobre reforma trabalhista

    Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
    Por Alexandre Galvão

    17/08/2018 - 18:20

    O mesmo texto discorre explicitamente sobre propostas da candidata para outras reformas, como a tributária, a previdenciária e a política

    O programa de governo da ex-senadora Marina Silva (Rede) não traz referências à reforma trabalhista, de acordo com a Folha. De acordo com a publicação, o mesmo texto discorre explicitamente sobre propostas da candidata para outras reformas, como a tributária, a previdenciária e a política. Tampouco são citados os pontos que a presidenciável já afirmou em discursos e entrevistas que alterará. Entre eles, estão a possibilidade de trabalho insalubre para gestantes e lactantes, o pagamento de honorários advocatícios por quem perder ação judicial e a permissão para que o o horário de almoço seja de 30 minutos. “Isso não é modernizar, isso é voltar a relações pré-modernas de trabalho”, chegou a afirmar em entrevista em julho. Em 2017, uma publicação no site da Rede Sustentabilidade também criticou o uso de intermitentes. “Na reforma trabalhista, é inadmissível ter trabalhadores que ficam em processo de espera, de forma intermitente, sendo convocados a qualquer momento pelo empregador, sujeito a pagar multa se não estiverem à disposição”, dizia o texto, assinado pela ex-senadora. Apesar disso, nas diretrizes divulgadas, Marina cita propostas sobre emprego, mas não menciona diretamente a legislação trabalhista, como os adversários. A campanha da candidata afirma que o tema não foi tratado porque foram divulgadas apenas as diretrizes e não o programa completo.

  • Comitê de Direitos Humanos da ONU cobra que governo brasileiro assegure candidatura de Lula

    Foto: Ricardo Stuckert | Instituto Lula Foto: Ricardo Stuckert | Instituto Lula
    Por Matheus Simoni

    17/08/2018 - 16:00

    O pedido ressalta que a candidatura do petista seja restabelecida até que sejam completados todos os recursos de sua condenação

    O Comitê de Direitos Humanos da ONU solicitou hoje (17) que o Brasil garanta direitos políticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão e não o impeça de concorrer na eleição de outubro. O pedido ressalta que a candidatura do petista seja restabelecida até que sejam completados todos os recursos da condenação. A manifestação aconteceu a partir de pedido da defesa de Lula, apresentado no fim de julho deste ano. Preso desde abril no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-presidente foi registrado como candidato do PT à Presidência da República para as eleições que acontecem em outubro deste ano. A candidatura ainda terá que passar pelo crivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em nota divulgada pelo órgão, o comitê da ONU a recomendação para o Brasil é a de que "não o impeça de concorrer nas eleições presidenciais de 2018 até que seus recursos ante as cortes sejam completados em procedimentos justos".

  • PT também planeja acionar o STF para tentar suspender a inelegibilidade de Lula

    Foto: Ricardo Stuckert | PT Foto: Ricardo Stuckert | PT
    Por Clara Rellstab

    17/08/2018 - 10:00

    Estratégia é não apenas ganhar tempo, para empurrar a candidatura até o começo da propaganda na TV, como mostrar que o postulante foi “arrancado da disputa”

    O Partido dos Trabalhadores planeja acionar também o Supremo Tribunal Federal nos próximos dias para tentar a suspensão da inelegibilidade do ex-presidente Lula (PT) – a defesa já tinha decidido recorrer ao Superior Tribunal de Justiça. A ideia é dar início ao debate nas cortes superiores para tentar desacelerar a tramitação do julgamento do registro do petista no Tribunal Superior Eleitoral: enquanto STF e STJ não derem um veredicto, Lula não poderia ser retirado da disputa. A publicação afirma que uma série de recursos devem ser apresentados para retardar por mais tempo possível qualquer decisão definitiva nos dois tribunais. Do outro lado, a PGR (Procuradoria-Geral da República) tentava desde ontem (16) acelerar o processo. Estratégia é não apenas ganhar tempo, para empurrar a candidatura até o começo da propaganda na TV, como mostrar que o postulante foi “arrancado da disputa”

  • ‘PT inventa que Lula é candidato só para explorar’, provoca Ciro Gomes

    Foto: André Carvalho | CNI Foto: André Carvalho | CNI
    Por Clara Rellstab & Gabriel Nascimento

    17/08/2018 - 09:30

    “Próximo presidente tem que saber onde é que as andorinhas dormem. Como dialogar com forças diferentes, que muitas vezes se valem da chantagem espúria", diz candidato

    O candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, alfinetou novamente o Partido dos Trabalhadores em entrevista à Rádio Metrópole hoje (17). O pedetista frisou, mais uma vez, que recebeu inúmeros convites da sigla para sagrar-se vice do ex-presidente Lula (PT), mas que “todas as pedras no caminho sabem que Lula não vai poder ser candidato”.  “Os últimos governos brasileiros fizeram governo errado, não é minha opinião, só olhar o que aconteceu. O PSDB nunca mais foi eleito em uma eleição nacional e o PT inventa que Lula é candidato só para explorar”, afirmou. O presidenciável argumentou que, para conseguir tirar o país da crise, a distância entre o povo e o chefe do Executivo brasileiro tem de ser diminuída. Para tanto, ele propõe que as decisões sejam tomadas através de plebiscitos: “Você coloca as ideias e o povo vai prestar atenção”. “O próximo presidente tem que saber onde é que as andorinhas dormem. Como dialogar com forças diferentes, que muitas vezes se valem da chantagem espúria", finalizou.

  • SPC de Ciro bate audiência de Ursal no debate da Band

    Foto: André Carvalho | CNI Foto: André Carvalho | CNI
    Por Clara Rellstab

    17/08/2018 - 09:00

    Frase já tinha sido vista por 1,2 milhões de pessoas até a tarde de ontem (16)

    O trecho do debate dos presidenciáveis na TV Bandeirantes mais visto no YouTube é o que Ciro Gomes (PDT), em um confronto com Jair Bolsonaro (PSL), se dirige aos eleitores e diz: “Eu vou tirar o seu nome do SPC”. A frase já tinha sido vista por 1,2 milhões de pessoas até a tarde de ontem (16). Na vice-liderança, aparece o trecho no qual o cabo Daciolo (Patriota) pergunta ao pedetista sobre a Ursal (União das Republiquetas Socialistas da América Latina) ficou em segundo lugar, com 662 mil visitas. No total, entre a íntegra e trechos destacados, o debate já tinha mais de 7,1 milhões de views. É o evento com o maior número de visualizações simultâneas do YouTube no Brasil.

  • Primeiro debate é marcado por farpas entre Rui e Ronaldo e denúncia de Mendes

    Foto: Tácio Moreira | Metropress Foto: Tácio Moreira | Metropress
    Por Matheus Simoni

    17/08/2018 - 07:00

    Governador foi alvo de ataques e associou o democrata e João Santana (MDB) a Michel Temer

    O primeiro debate entre candidatos ao Governo da Bahia teve atrito, acusações e questionamentos entre os postulantes ao Palácio de Ondina. Realizado pela TV Bandeirantes, o programa teve a presença dos candidatos João Santana (MDB), João Henrique (PRTB), Marcos Mendes (PSOL), José Ronaldo (DEM), Célia Sacramento (Rede)e Rui Costa (PT). Os principais embates começaram desde o primeiro bloco, com Marcos Mendes e José Ronaldo se revezando para atacar o atual governador, que se defendeu ressaltando as ações do governo. “A situação da educação da Bahia é tão grave que não há uma construção de escolas no atual governo. Já visitei e pesquisei em quase 400 municípios e não encontrei construção de escolas. Os índices de educação são os piores do Brasil”, disse o democrata, que também ouviu do socialista críticas sobre a segurança. “Ouvi o candidato falar com afinco sobre educação. Vamos relembrar o que o grupo político dele fez com os professores em greve há mais de 30 dias. Ele botou fuzis, disparou balas de borracha e gás lacrimogênio contra os professores”, acusou Mendes.  No bloco seguinte, os candidatos direcionaram mais críticas ao governador Rui Costa. O petista se defendeu e comentou que o debate era composto por aliados do presidente Michel Temer (MDB), ao apontar a João Santana e José Ronaldo a alcunha de apoiadores do chefe do Executivo nacional. “O Brasil vive momentos difíceis. O governo Temer, que tem os seus aliados na Bahia, aumentou o desemprego, a recessão, reduziu o Bolsa Família e tentou até cortar a Previdência do trabalhador rural. Isso aumentou a dificuldade do povo e impactou o Brasil inteiro na Segurança Pública”, declarou o governador.

    Denúncia sobre a saúde: No momento das perguntas feitas por jornalistas da Band, o destaque ficou por conta de Marcos Mendes, que fez uma denúncia a respeito da gestão da saúde no estado e também no município. Em um segundo momento entre perguntas e respostas, o ex-prefeito João Henrique fez uma dobradinha de perguntas e respostas com a ex-vice-prefeita Célia Sacramento. Ambos falaram das passagens de cada um pelo Executivo municipal e comentaram propostas. “João, você já foi prefeito da cidade de Salvador e teve várias oportunidades de apresentar projetos que viabilizassem uma mudança na educação. Isso não aconteceu”, indagou a candidata da Rede. JH se autoclassificou como melhor prefeito para a educação pública e enalteceu ainda o próprio pai, o ex-governador João Durval. Democrata e petista travam batalha de acusações: A segunda hora teve novos embates entre Rui e Ronaldo, com o governador atacando os números da saúde em Feira de Santana, onde ele foi prefeito por 14 anos. “O senhor não construiu uma UPA. Eu tive que construir. Os bebês estavam morrendo em Feira e eu tive que construir uma maternidade de alta complexidade porque você não montou. O senhor não garante a educação lá e eu tenho que garantir a educação de ensino fundamental. Diga o que o senhor vai fazer pela Bahia?”, indagou o petista. “O governador foge de responder e vem atacar Feira de Santana, falta com a verdade. Não falarei sobre Feira, lá ele prometeu construir hospital e não cumpriu”, rebateu o democrata.

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  • Em plano de governo, Bolsonaro erra fonte de dados sobre homicídios

    Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
    Por Clara Rellstab

    16/08/2018 - 21:00

    Um ponto polêmico no plano do presidenciável é o que propõe que, em caso de morte causada por policial, o agente teria excludente de ilicitude: imunidade

    Especialistas apontam inconsistências no plano de governo apresentado por Jair Bolsonaro (PSL), segundo o Estadão. A publicação afirma que, ao se referir ao número de homicídios no Brasil, por exemplo, o documento aponta o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) como fonte. O dado, na verdade, é do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Um ponto polêmico no plano do presidenciável é o que propõe que, em caso de morte causada por policial, o agente teria excludente de ilicitude: imunidade. O presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, afirmou ao jornal que a afirmação é “uma crise institucional anunciada”. 

  • Bolsonaro entra com pedido no TSE para impugnar candidatura de Lula

    Foto: Gustavo Lima | Agência Câmara Foto: Gustavo Lima | Agência Câmara
    Por Matheus Simoni

    16/08/2018 - 14:00

    Esta já é a sexta tentativa de barrar a possibilidade de o petista disputar as eleições na Corte

    O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) entrou hoje (16) com um pedido de impugnação contra o registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva junto ao Tribunal Superior Eleitoral. Esta já é a sexta tentativa de barrar a possibilidade de o petista disputar as eleições na Corte. Advogados que representam Bolsonaro apontam que é de "conhecimento geral" que Lula foi condenado em segunda instância e pede que o registro seja negado. Um pedido de impugnação foi feito ontem (15) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ela solicitou que o TSE comece a contar o prazo para que a defesa do petista se manifeste.

  • Bolsonaro exibe vídeo em que Wal nega ser funcionária fantasma

    Foto: Reprodução | You Tube Foto: Reprodução | You Tube
    Por Clara Rellstab

    16/08/2018 - 11:30

    Wal diz na gravação feita pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro e pelo vereador Carlos Bolsonaro que está passando por uma humilhação e que está sendo criminalizada por tentar "ajudar a família a ganhar um pouquinho a mais"

    Walderice Santos da Conceição, a “Wal do Açaí”, funcionária parlamentar de Jair Bolsonaro (PSL) desde 2003, teve vídeo divulgado na noite de ontem (15) nas redes sociais do presidenciável. Em 10 minutos e 30 segundos de filme, ela nega ter sido funcionária fantasma. Com o título "conheçam a verdadeira Wal de Mabucaba", o deputado divulgou vídeo gravado por dois dos filhos dele, também políticos, com declarações da mulher na pequena Vila Histórica de Mambucaba, em Angra dos Reis, onde a família tem uma casa. Wal diz na gravação feita pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro e pelo vereador Carlos Bolsonaro que passa por uma humilhação e que tem sido criminalizada por tentar "ajudar a família a ganhar um pouquinho a mais". Ela nega que seja a dona da "Wal Açaí", que diz pertencer à irmã Luciana, ou prestar serviços domésticos para Bolsonaro – a não ser alimentar e dar água aos cachorros.

  • Defesa de Lula quer disputa jurídica por suspensão de inelegibilidade do ex-presidente

    Foto: Ricardo Stuckert Foto: Ricardo Stuckert
    Por Alexandre Galvão

    16/08/2018 - 08:00

    Advogados vão tentar usar o argumento de que TSE não pode impugnar o registro antes que o Superior Tribunal de Justiça decida se ele é ou não inelegível

    A defesa de Lula deve entrar ainda hoje (16) com um pedido no Superior Tribunal de Justiça para que a Corte suspenda a inelegibilidade do ex-presidente. De acordo com a Folha, a ideia é travar duas batalhas jurídicas paralelas: no Tribunal Superior Eleitoral, que ontem (15) recebeu o registro da candidatura, e agora no STJ. Os advogados vão tentarão usar o argumento de que o TSE não pode impugnar o registro de Lula antes que o Superior Tribunal de Justiça decida se ele é ou não inelegível. Um dos exemplos que devem ser citados no pedido é o do deputado federal João Rodrigues (PSD-SC). Apesar da pena de prisão em regime semiaberto em Brasília, ele obteve liminar do STJ que suspende a inelegibilidade e permite que ele concorra à reeleição em liberdade.

  • Com 9 segundos na TV, Bolsonaro não terá marqueteiro e irá defender a Lava Jato

    Foto: Miguel Ângelo | CNI Foto: Miguel Ângelo | CNI
    Por Alexandre Galvão

    16/08/2018 - 08:00

    Segundo o Estadão, ele vai encerrar os programas com o nome dele, do partido e o número na urna

    O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), não irá contratar marqueteiro para a campanha na TV.  O deputado diz que começa hoje a gravar os vídeos, do celular, no apartamento dele no Rio. Três frases serão mencionadas: “Pelo fortalecimento da Lava Jato”, “Pela revogação do Estatuto do Desarmamento” e “Em defesa da família”. Segundo o Estadão, ele vai encerrar os programas com o nome dele, do partido e o número na urna. Com pouco tempo na TV, Bolsonaro não pretende falar de saúde e educação nos programas. “É preciso ter uma marca para a campanha toda”, disse.

  • TSE registra mais de 23 mil candidatos às eleições de outubro

    Foto: Roberto Jayme | Ascom/TSE Foto: Roberto Jayme | Ascom/TSE
    Por Alexandre Galvão

    16/08/2018 - 08:00

    Quase a metade dos candidatos tem ensino superior e 55% são casados

    Mais de 23 mil candidatos a presidente, governador, senador e deputado federal, estadual e distrital vão disputar os votos de 147,3 milhões de eleitores brasileiros, segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Encerrado o prazo para registrar as candidaturas, 13 nomes se apresentaram para disputar o Palácio do Planalto em outubro. Para governador, segundo a última atualização do Sistema de Divulgação de Candidaturas e de Prestação de Contas, 171 postulantes pediram registro. Deles, 17 disputam a reeleição. O PSOL foi o partido que lançou o maior número de candidatos a governador, seguido de PSTU e PT. O TSE contabiliza até agora 6.982 candidatos para disputar as 513 vagas de deputado federal. Para deputados estadual e distrital, são 15.605 concorrentes a 1.059 vagas nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Mais 295 concorrem a 54 cadeiras no Senado. Com o total de 23.812 candidatos a todos os cargos em disputa nas eleições de outubro, o PSL foi o partido que apresentou o maior número de concorrentes (1.259), seguido de PSOL (1.201), PT (1.075) e MDB (1.009). Do contingente, 30,6% são mulheres, em cumprimento à meta prevista na legislação. Quase a metade dos candidatos tem ensino superior e 55% são casados. A maioria tem entre 35 e 59 anos de idade, mas há 50 na faixa de 80 a 84 anos. O total de candidatos em 2018 é menor que o registrado em 2014 (26.162). Os dados podem sofrer ajustes conforme a Justiça Eleitoral julgue os pedidos de registro.