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  • Charles Fernandes discute com Presidente da Codevasf a execução de obras na região Sudoeste através de suas emendas parlamentares

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    12/11/2019 - 12:30


    O deputado Charles Fernandes se reuniu na manhã desta terça-feira (12), em Brasília, com Marcelo Andrade Moreira Pinto, que é diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), onde discutiu a execução de obras na região sudoeste da Bahia, previstas para o ano que vem e que é fruto de emendas parlamentares individuais. Na oportunidade o deputado ainda frisou da importância da Irrigação do Vale do Iuiú ao presidente, cujo projeto tem grande capacidade de geração de emprego e renda e fortalecimento da agricultura familiar na região. A pedido de Charles, a Codevasf irá executar obras de aguadas, pavimentação, perfuração de poços artesianos, sistemas de irrigação e abastecimento para comunidades rurais, entre outras. “Foi uma reunião muito produtiva, onde fui muito bem recebido pelo presidente, que se mostrou muito solícito aos nossos pedidos, que já estão programados para serem executados em 2020”, comemorou Charles.

  • Bolsonaro anuncia fim do DPVAT a partir de 2020

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    Por Juliana Rodrigues

    12/11/2019 - 11:30


    Extinção se dará em forma de medida provisória e precisa ser aprovada pelo Congresso

    O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou nesta segunda-feira (11) uma medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT e o DPEM a partir de 2020. O DPVAT é utilizado para que vítimas de acidente de trânsito sejam indenizadas. O segundo visa vítimas de danos causados por embarcações. “A Medida Provisória tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público (Susep, Ministério da Economia, Poder Judiciário, Ministério Público, TCU), viabilizando o cumprimento das recomendações do TCU pela SUSEP”, informou o governo em nota. A medida provisória que acaba com o DPVAT e com o DPEM entra em vigor assim que for publicada no “Diário Oficial da União”. O Congresso precisa aprová-la, porém, em 120 dias. De acordo com a Seguradora Líder, gestora do DPVAT, no primeiro semestre de 2019 foram pagas 18.841 indenizações por morte, 103.068 indenizações por invalidez permanente e 33.123 indenizações para despesas médicas.

  • Bolsonaro diz que trabalho de Moro como juiz o levou à Presidência

    Foto: Carolina Antunes | PR Foto: Carolina Antunes | PR
    Por Juliana Rodrigues

    08/11/2019 - 11:30


    Atual ministro da Justiça foi o responsável pela primeira condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2017, no caso do tríplex do Guarujá (SP)

    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, hoje (8), que o trabalho de Sergio Moro como juiz federal foi importante para que ele vencesse as eleições para a Presidência da República, em 2018. A declaração foi dada em discurso durante um evento de formatura do curso de formação de policiais federais. "Se essa missão dele não fosse bem cumprida, eu também não estaria aqui, então em parte o que acontece na política do Brasil, devemos a Sergio Moro", disse Bolsonaro. Moro foi o juiz que cuidava dos processos da Operação Lava Jato em Curitiba, antes de se tornar ministro da Justiça e Segurança Pública, e foi responsável pela primeira condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2017, no caso do tríplex em Guarujá (SP). Com a confirmação dessa sentença pelo Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região (TRF-4), Lula ficou fora das eleições do ano passado, quando disputaria a Presidência contra Bolsonaro.

  • Confira cinco perguntas e respostas sobre a situação de Lula

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    Por Juliana Almirante

    08/11/2019 - 09:30


    Veja esclarecimentos sobre possibilidade de soltura e de candidatura às eleições pelo ex-presidente

    O que pode ocorrer com o ex-presidente presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que a prisão de uma pessoa só poderá ocorrer com o esgotamento de recursos na Justiça? Veja quatro perguntas e respostas sobre o assunto, com informações do Estadão. 1. Afinal, Lula vai ser solto? A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que barrou a prisão após condenação em segunda instância, não derruba, de maneira automática, todas as prisões no país, observou o presidente do STF, ministro Dias Toffoli. Cabe a cada juiz analisar o tema, caso a caso, réu por réu. Ainda assim, a aposta dentro do STF é a de que é o petista deve, sim, ser solto, de acordo com o Estadão. 2. Lula pode voltar para a prisão antes do trânsito em julgado? O julgamento do STF não impede que juízes decretem prisões preventivas em casos excepcionais, a exemplo de ameaça à ordem pública ou ao aprofundamento das investigações. Portanto, Lula poderia voltar à cadeia se tiver uma prisão preventiva decretada. 3. O ex-presidente pode ser candidato e viajar fazendo campanha? O Supremo abriu caminho para a eventual soltura de Lula, no entanto, o ex-presidente segue inelegível, porque a condenação no caso do triplex do Guarujá ainda estaria válida. Com isso, atualmente, Lula não teria condições de ter um possível registro de candidatura aceito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A única mudança é que o petista poderia, se for solto, aguardar em liberdade uma decisão definitiva da Justiça. 4. Lula pode voltar a ficar elegível? A Segunda Turma do STF deve julgar ainda neste mês a conduta do ex-juiz Sérgio Moro ao na condenação do petista no caso do tríplex do Guarujá. Se o órgão colegiado derrubar essa condenação, o caso retorna à primeira instância. Assim, Lula volta a ficar elegível e então apto a disputar as eleições presidenciais de 2022, ao menos até uma nova condenação. 5. Qual outra decisão do Supremo pode atingir o ex-presidente? O plenário do STF já entendeu que réus alvos de delações têm o direito de falar por último nas ações penais em que também há réus delatores. O entendimento pode favorecer o petista no processo do sítio de Atibaia, no qual o petista pediu prazo diferenciado, no entanto, teve o pedido negado pela Justiça. Porém a Corte ainda não finalizou esse julgamento e faltam definir critérios que podem permitir a anulação de condenações da Lava Jato.

  • Havan suspende anúncios na Rede Globo devido a 'jornalismo ideológico'

    Foto: Anderson Riedel | PR Foto: Anderson Riedel | PR
    Por Juliana Rodrigues

    07/11/2019 - 13:47


    "Enquanto esses programas prestarem um desserviço à nação e irem [sic] contra os valores da família brasileira, não voltaremos a anunciar", diz a nota assinada por Luciano Hang

    A rede catarinense de lojas Havan anunciou, na manhã de hoje (7), que suspendeu os contratos publicitários com a Rede Globo. Em comunicado divulgado nas redes sociais, a empresa afirma que não compactua com o "jornalismo ideológico e algumas programações da Rede Globo nacional", e que a decisão foi tomada após cobranças de clientes. O dono da Havan, Luciano Hang, que assina a nota, é conhecido por ser um apoiador ferrenho do governo de Jair Bolsonaro, já tendo aparecido ao lado do presidente em diversas ocasiões. A decisão afeta os intervalos do Bom Dia Brasil, Jornal Hoje, Jornal Nacional, Jornal da Globo, Malhação e Caldeirão do Huck. "Enquanto esses programas prestarem um desserviço à nação e irem [sic] contra os valores da família brasileira, não voltaremos a anunciar", diz o texto. A Havan ainda ressalta que serão mantidas, por ora, as propagandas nas afiliadas e jornais locais, "que ainda informam a sociedade de forma mais isenta e conservadora". Na Bahia, a Havan tem duas unidades: uma na cidade de Barreiras, no oeste do estado, e uma em Vitória da Conquista, na região sudoeste.

  • Populares 'mandam recado' para presidente da Câmara de Brumado que não cumpriu promessas; vereador nega

    Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
    06/11/2019 - 18:22


    Populares da Fazenda Conceição, situada na zona rural de Brumado, em especial os desportistas, usaram as redes sociais para 'mandar um recado' ao vereador e presidente da Câmara de Brumado, Leonardo Quinteiros Vasconcelos Segundo eles, o vereador fez promessas em troca de votos e depois de eleito não compareceu a comunidade e tampouco cumpriu o que prometeu. "Você [Leonardo Vasconcelos] chegou aqui e prometeu que se nós lhe apoiássemos você nos daria camisa, bolas, iluminados nosso campo, nós acreditamos em suas promessas e votamos em você, apoiamos você é no dia que ganhou nunca mais pisou os pés aqui", disse um dos populares no vídeo. O outro lado: A reportagem do Sudoeste Bahia manteve contato com o referido vereador. Ele informou que "em 2016, me pediram a iluminação do referido campo. Falei que iria tentar conseguir junto ao setor de iluminação da prefeitura, porém, como estava se aproximando as eleições, um vereador à época, que inclusive acabou perdendo as eleições, saiu dizendo que eu estaria barganhando votos, foi quando falei que não iria arriscar tentar conseguir a obra. Inclusive, não houve em nenhum momento pedidos de votos para que o campo fosse iluminado", disse Vasconcelos. Veja o vídeo:

  • Bolsonaro e Guedes entregam pacote ao Congresso: 'Transformação do Estado'

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Matheus Simoni

    05/11/2019 - 10:30


    Ministro destacou a descentralização de recursos para estados e municípios como alternativa para a economia

    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi ao Congresso hoje (5) e entregou três propostas de emenda à Constituição de reformas nas áreas fiscal e do pacto federativo. As medidas foram elaboradas pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, que acompanhou o chefe do Executivo na visita. Bolsonaro foi recebido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A estratégia do governo visa a implementação de várias mudanças para tentar melhorar a economia. Uma delas é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do pacto federativo, que muda a distribuição de recursos entre União, estados e municípios. Segundo Bolsonaro, a medida pode se tornar uma realidade em "meados do ano que vem" após tramitar no Congresso. Também serão apresentados depois um pacote de estímulo ao emprego, um projeto de lei para acelerar as privatizações e a primeira fase da reforma tributária, com a criação do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) dual. Os projetos ainda devem passar pela análise do Congresso, e podem ser modificados até sua aprovação. Não há previsão de quando começarão a valer. Paulo Guedes destacou a descentralização de recursos para estados e municípios. O ministro afirmou que o dinheiro precisa estar na ponta, "onde o povo está". "São as transformações do Estado brasileiro para que ele possa fazer políticas públicas de forma descentralizada. São recursos para estados e municípios entre R$ 400 e R$ 500 bilhões, que serão transferidos para saúde, educação, saneamento, segurança", declarou Guedes.

  • Planalto acusa Globo de perseguir Bolsonaro e cita propinas à Fifa

    Foto: José Cruz | Agencia Brasil Foto: José Cruz | Agencia Brasil
    Por Adelia Felix

    04/11/2019 - 19:36


    Secom acusa emissora tentar envolver o presidente na morte da vereadora carioca Marielle Franco

    A Secretaria de Comunicação da Presidência da República, chefiada por Fábio Wajngarten, rebateu por meio de publicações no Twitter, nesta segunda-feira (4), o comunicado divulgado internamente pelo diretor de Jornalismo da Globo, Ali Kamel. Em mensagem aos jornalistas da emissora que participaram da produção da reportagem sobre o suposto envolvimento do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSol) e do motorista Anderson Gomes, divulgada nesta segunda-feira (4) por Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, o diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel, disse ter orgulho do resultado da apuração. “Seguiremos fazendo jornalismo, em busca da verdade. É a nossa missão. Para nós, é motivo de orgulho. Para outros, de irritação e medo”, afirmou Kamel. Kamel ainda contou que o advogado de Bolsonaro, Frederick Wassef, teria sonegado a informação sobre o áudio na portaria do condomínio com gravação que seria de Ronnie Lessa autorizando a entrada do ex-PM Elcio Queiroz no dia do assassinato de Marielle. Leia as publicações feitas na rede social da Secom.

  • Deputado Charles Fernandes disponibiliza emenda de R$ 1 milhão de reais para aquisição de equipamentos da Unacon

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    29/10/2019 - 21:00


    Entendendo a importância da garantia do tratamento público especializado do câncer na região, o deputado federal Charles Fernandes disponibilizou nesta semana, a emenda parlamentar individual no valor de R$ 1 milhão de reais, para a aquisição de equipamentos que serão utilizados na implantação da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia - Unacon (Hospital do Câncer), com sede em Caetité e que irá servir  a 48 municípios da região, contemplando cerca de 470 mil pessoas. Segundo Charles, “é gratificante poder colaborar através de emenda parlamentar com o projeto do hospital, que conta com 78 leitos, sendo que 10 deles serão leitos de UTI, evitando que os pacientes se desloquem para outras cidades da Bahia e outros estados”, disse. A Unidade de Saúde terá capacidade de realizar cirurgias gerais, oncológicas, ortopédicas, além de quimioterapia e radioterapia. As obras seguem a todo vapor e contam com o investimento de R$ 3,1 milhões do Governo do Estado. Também está assegurado o atendimento de urgência e emergência oncológica dos pacientes cadastrados, bem como a oferta de hemoterapia (unidade transfusional). “Este é o caminho, investir na regionalização da assistência oncológica, com novas unidades implantadas no interior, representando a concretização de um compromisso do Governador Rui Costa e do prefeito Aldo Gondim, e um sonho antigo de toda a nossa região”, comemora Charles.

  • Saiba como votou cada senador e o que muda com reforma da Previdência

    Foto: Roque de Sá | Agência Senado Foto: Roque de Sá | Agência Senado
    Por Juliana Almirante

    23/10/2019 - 07:00


    Após apreciação de últimos destaques hoje (23), texto final seguirá para promulgação pelo plenário do Congresso

    Aprovado em segundo turno no plenário do Senado ontem (22), o texto-base da reforma da Previdência, teve 60 votos favoráveis e 19 contrários. Os senadores também rejeitaram dois destaques (propostas para mudar a redação da proposta), e deixaram para a sessão de hoje (23) a apreciação de outros dois pontos. O texto final seguirá para promulgação pelo plenário do Congresso. Principal mudança: Hoje é possível se aposentar tanto por idade tanto por tempo de contribuição. De acordo com o site InfoMoney, para trabalhadores do setor privado, a principal mudança que foi aprovada no texto-base é o fim da possibilidade de aposentadoria somente por tempo de contribuição, além da fixação de uma idade mínima para a aposentadoria: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Atualmente, a idade mínima é de 65 anos para homens e 60 anos para mulheres, com tempo mínimo de contribuição de 15 anos. Hoje quem quer quisesse se aposentar com menos da idade, pode fazê-lo desde que o tempo de contribuição seja de 30 anos para mulheres e 35 anos para homens. Com a reforma, isso não é mais possível. O tempo mínimo de contribuição passa a ser de 15 anos para as mulheres e de 20 anos para os homens. Se um contribuinte atingir a idade mínima para se aposentar, mas não ter o tempo mínimo de contribuição necessário (65 anos para homem e 62 anos para mulheres), ele se aposentará com um salário mínimo. Veja como votou cada senador, com destaque para os baianos: Acir Gurgacz (PDT-RO) NÃO; Alessandro Vieira (Cidadania-SE) SIM; Alvaro Dias (Podemos-PR) SIM; Angelo Coronel (PSD-BA) SIM; Antonio Anastasia (PSDB-MG) SIM; Arolde de Oliveira (PSD-RJ) SIM; Carlos Viana (PSD-MG) SIM; Chico Rodrigues (DEM-RR) SIM; Cid Gomes (PDT-CE) NÃO; Ciro Nogueira (PP-PI) SIM; Confúcio Moura (MDB-RO) SIM; Daniella Ribeiro (PP-PB) SIM; Dárío Berger (MDB-SC) SIM; Eduardo Braga (MDB-AM) SIM; Eduardo Girão (Podemos-CE) SIM; Eduardo Gomes (MDB-TO) SIM; Eliziane Gama (Cidadania-MA) NÃO; Elmano Férrer (Podemos-PI) SIM; Esperidião Amin (PP-SC) SIM; Fabiano Contarato (Rede-ES) NÃO; Fernando Coelho (MDB-PE) SIM; Fernando Collor (PROS-AL) NÃO; Flávio Ams (Rede-PR) SIM; Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) SIM; Humberto Costa (PT-PE) NÃO; Irajá (PSD-TO) NÃO; lzalci Lulas (PSDB-DF) SIM; Jader Barbalho (MDB-PA) SIM; Jaques Wagner (PT-BA) NÃO; Jarbas Vasconcelos (MDB-PE) SIM; Jayme Campos (DEM-MT) SIM; Jean Paul Prates (PT-RN) NÃO; Jorge Kajuru (Cidadania-GO) SIM; Jorginho Mello (PL-SC) SIM; José Maranhão (MDB-PB) SIM; José Serra (PSDB-SP) SIM; Juíza Selma (Podemos-MT) SIM; Kátia Abreu (PDT-TO) SIM; Lasier Martins (Podemos-RS) SIM; Leila Barros (PSB-DF) NÃO; Lucas Barreto (PSD-AP) SIM; Luis Carlos Heinze (PP-RS) SIM; Luiz do Carmo (MDB-GO) SIM; Mailza Gomes (PP-AC) SIM; Major Olimpio (PSL-SP) SIM; Mara Gabrilli (PSDB-SP) SIM; Marcelo Castro (MDB-PI) SIM; Marcio Bittar (MDB-AC) SIM; Marcos do Val (Podemos-ES) SIM; Marcos Rogério (DEM-RO) SIM; Maria do Carmo Alves (DEM-SE) SIM; Mecias de Jesus (Republicanos-RR) SIM; Nelsinho Trad (PSD-MS) SIM; Omar Aziz (PSD-AM) SIM; Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) SIM; Otto Alencar (PSD-BA) NÃO; Paulo Paim (PT-RS) NÃO; Paulo Rocha (PT-PA) NÃO; Plínio Valério (PSDB-AM) SIM; Randolfe Rodrigues (Rede-AP) NÃO; Reguffe (Podemos-DF) SIM; Renan Calheiros (MDB-AL) NÃO; Roberto Rocha (PSDB-MA) SIM; Rodrigo Cunha (PSDB-AL) SIM; Rogério Carvalho (PT-SE) NÃO; Romário (Podemos-RJ) SIM; Rose de Freitas (Podemos-ES) SIM; Sérgio Petecão (PSD-AC) SIM; Simone Tebet (MDB-MS) SIM; Soraya Thronicke (PSL-MS) SIM; Styvenson Valentim (Podemos-RN) SIM; Tasso Jereissati (PSDB-CE) SIM; Telmário Mota (PROS-RR) SIM; Vanderlan Cardoso (PP-GO) SIM; Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) NÃO; Wellington Fagundes (PL-MT) SIM; Weverton (PDT-MA) NÃO; Zenaide Maia (PROS-RN) NÃO; Zequinha Marinho (PSC-PA) SIM.

  • Senado aprova texto base da reforma da Previdência

    Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
    Por Adelia Felix

    22/10/2019 - 20:00


    Foram 60 votos a favor e 19 contra o texto apresentado pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

    Foi aprovado o texto-base da proposta de reforma da Previdência no plenário do Senado, nesta terça-feira (22), em segundo turno. Foram 60 votos a favor e 19 contra o texto apresentado pelo governo Jair Bolsonaro (PSL). Houve uma ausência, do senador Rodrigo Pacheco (DEM – MG). Ainda nesta noite, o Senado terá que analisar quatro destaques —votações de trechos específicos da proposta. Após a conclusão do segundo turno, a reestruturação das regras de aposentadorias e pensões vai à promulgação, quando passará a valer. O governo espera concluir a votação da proposta ainda nesta terça. Mas a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) só deve ser promulgada quando o presidente Jair Bolsonaro, que está em viagem internacional, retornar ao Brasil.

  • Charles Fernandes se pronuncia contra proposta da Aneel de criar taxa de energia solar gerada em residências

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    22/10/2019 - 19:57


    O deputado federal Charles Fernandes se pronunciou na tarde desta terça-feira (22) na Câmara dos Deputados com relação a proposta da Aneel (Agência Nacional de Energia elétrica) de criar uma taxa sob os sistemas de geração de energia solar residenciais. A ‘Taxa do Sol’, como disse Charles é um desestimulo aos que procuram energia limpa e ainda contribuem para o sistema elétrico do país. Atualmente o consumidor tem quase 100% da energia que envia de volta à rede como crédito para sua conta de luz, se a taxa for aprovada, representará um grande desestimulo à instalação de sistemas do tipo. “Não podemos admitir entrar na contra mão de todo o mundo; a proposta da Aneel é absurda e pode encarecer em até 68% a despesa do consumidor e irá inviabilizar os investimentos no setor que está em franca expansão e gerando milhares de empregos por todo o país”, disse Charles.

  • CCJ do Senado aprova último relatório da reforma da Previdência

    Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
    Por Matheus Simoni

    22/10/2019 - 15:29


    Com isso, o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) seguirá para o plenário

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (22) o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre a reforma da Previdência. O texto incorporou mudanças sugeridas à proposta após a aprovação da matéria em primeiro turno. Com isso, o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) seguirá para o plenário. A sessão está marcada para a tarde desta terça, com votação dos senadores em segundo turno, encerrando a tramitação da PEC no Congresso. A proposta chegou a ser aprovada por 56 votos a 19 e exigia votação em dois turnos tanto pela Câmara quanto pelo Senado. Antes de o plenário apreciar o texto, é obrigatória a emissão de parecer, pela CCJ, sobre as emendas. Para ser aprovada em definitivo pelo Senado, a proposta precisa dos votos favoráveis de pelo menos 49 senadores. Depois, a emenda será promulgada em sessão do Congresso e fará parte da Constituição.

  • Bolsonaro procura 'caciques da política' para evitar isolamento diante de crise com PSL

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    21/10/2019 - 07:26


    Apesar do movimento do presidente, o governo tem mantido o discurso de que não cederá à práticas da “velha política”

    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) mudou de atitude e passou a procurar antigos caciques da política para evitar um isolamento diante da crise interna no seu partido. De acordo com reportagem da Folha de hoje (21), após dez meses de governo, ele resgatou a prática dos antecessores de receber líderes partidários. Nas últimas duas semanas, o presidente se reuniu com presidentes de dois partidos que atuam com o chamado 'Centrão': Baleia Rossi, do MDB, e Gilberto Kassab, do PSD. O movimento de Bolsonaro deve continuar, por meio de reuniões com líderes de outras legendas, quando ele retornar de uma viagem de duas semanas por Ásia e Oriente Médio. Kassab foi convidado pelo presidente para um café da manhã no Palácio da Alvorada na última sexta-feira (18). O compromisso que não constava da agenda oficial. “Eu converso com todo mundo. Uns eu convido, outros querem vir. Eu converso com todo mundo. É o papel de um presidente. Eu quero paz para poder governar. Temos problemas enormes para poder resolver”, declarou Bolsonaro, à imprensa, logo após se encontrar com o líder do PSD. A declaração de Bolsonaro se opõe à forma como o presidente se referia a Kassab durante a campanha eleitoral. Para o presidente, ele não sabia diferenciar “gravidez de gravidade”. Kassab foi ministro de Ciência e Tecnologia do governo Michel Temer e das Cidades da gestão Dilma Rousseff . Já o encontro com Rossi foi na semana passada, no Palácio do Planalto, e contou com a presença do ministro responsável pela articulação política do governo, o general Luiz Eduardo Ramos. O presidente do MDB enxerga de maneira positiva a tentativa de Bolsonaro de buscar diálogo, no entanto, se declara independente. “Não temos nenhuma intenção de aderir ao governo e muito menos de indicar nenhum tipo de cargo. Não temos essa expectativa e não queremos isso”, disse. “Esse diálogo é sadio e republicano”, completou. O MDB angariou mais espaço com a destituição de Joice Hasselmann (PSL-SP) da liderança do governo no Congresso, já que o senador Eduardo Gomes (TO) assumiu a vaga. Bolsonaro tem recebido também quadros do DEM, a exemplo do ex-deputado Alberto Fraga (DF), e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP). Apesar do movimento do presidente, o governo tem mantido o discurso de que não cederá à práticas da “velha política”. O objetivo dos encontros, conforme interlocutores do Palácio do Planalto, é conquistar apoio das legendas.

  • Lula planeja rodar o país em caravana caso seja solto

    Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
    Por Juliana Rodrigues

    20/10/2019 - 07:00


    Aliados do ex-presidente disseram à Folha que a ideia é que ele assuma o papel de “fio condutor da pacificação nacional”

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem dito a aliados que, caso deixe a prisão, pretende rodar o Brasil e assumir o papel do que tem chamado de “fio condutor da pacificação nacional”. A informação é da Folha de S. Paulo. A expectativa pela liberdade se deve ao início do julgamento, por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a constitucionalidade da prisão de condenados em segunda instância. Ao mesmo tempo, a Segunda Turma da corte se prepara para retomar a discussão sobre a alegada suspeição do ex-juiz Sergio Moro, que pode levar à anulação da condenação do petista no caso do tríplex do Guarujá. A aposta de Lula é que o Supremo vai referendar a tese de falta de imparcialidade de Moro, hoje ministro da Justiça, na condução do processo do tríplex. Se isso acontecer, a sentença pode ser anulada e o caso voltaria aos estágios iniciais. Assim, Lula sairia da cadeia e também teria de volta os seus direitos políticos, cassados após a condenação em segunda instância, enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Aliados dizem que o ex-presidente não deixa de considerar a hipótese de disputar a eleição de 2022, mas uma eventual candidatura só pode ocorrer se até lá o petista não tiver nenhuma condenação em segunda instância.

  • Em áudio, deputado do PSL chama Bolsonaro de ‘vagabundo’ e diz vai que ‘implodir’ o presidente

    Foto: Antonio Augusto | Agência Câmara Foto: Antonio Augusto | Agência Câmara
    Por Lara Curcino

    17/10/2019 - 16:30


    Delegado Waldir disse ainda ser o mais fiel ao chefe do Executivo

    Em áudio divulgado hoje (17) pelo site O Antagonista, o deputado Delegado Waldir chamou o presidente Jair Bolsonaro de vagabundo e falou em “implodir” o chefe do Executivo durante reunião, na noite de ontem, com outros deputados do PSL. “Eu vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele. Eu tenho a gravação. Não tem conversa, não tem conversa. Eu implodo o presidente. Acabou o cara. Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo.” Ainda de acordo com O Antagonista, o parlamentar confirmou a veracidade do áudio, mas voltou atrás na sua fala e disse que o momento deve ser de “pacificação”. “Confirmo, com certeza. Tudo o que eu falei é verdadeiro. Confirmo, sim, essa fala, mas não é o momento de trazer nada. O momento é de pacificação”, disse ele.

  • Deputado Charles Fernandes se reúne com diretor do IF Baiano e oficializa emenda para melhorias de infraestrutura na instituição

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    17/10/2019 - 07:00


    O Deputado Federal Charles Fernandes recebeu em seu gabinete em Brasília, nesta última terça-feira, dia 15, o diretor do IF Baiano, Campus Guanambi, professor Carlito Barros, acompanhado do amigo Ariomar de Bom Jesus da Lapa e equipe. Na ocasião, o Parlamentar oficializou uma emenda parlamentar no valor de R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) para obras de requalificação do refeitório da instituição. "É um apoio importante para atender uma demanda urgente de nossa instituição", pondera o diretor Carlito. Charles destacou que "é uma alegria poder contribuir com esta ação nesta instituição tão importante no contexto educacional de Guanambi e região".

  • Senado aprova divisão de recursos de megaleilão do petróleo com Estados e municípios

    Foto: Roque de Sá | Agência Senado Foto: Roque de Sá | Agência Senado
    Por Juliana Almirante

    16/10/2019 - 07:00


    Matéria foi aprovada com 68 votos favoráveis e nenhum contrário

    O Senado aprovou ontem (15) o projeto que partilha recursos do megaleilão do petróleo, marcado para novembro, com Estados e municípios. De acordo com o Estadão, a matéria foi aprovada com 68 votos favoráveis e nenhum contrário. O texto vai para sanção do presidente Jair Bolsonaro. A aprovação "destrava" a conclusão da reforma da Previdência na Casa. O leilão corresponde à chamada cessão onerosa, relativo ao petróleo excedente em uma área inicialmente explorada pela Petrobras. O governo prevê arrecadar R$ 106,5 bilhões com o volume extra de petróleo que tem na região. A expectativa é de que, com a divisão, prefeituras e governos estaduais recebam um total de R$ 21,9 bilhões no caixa até o fim do ano. Essa distribuição de recursos faz parte do chamado "pacto federativo", conjunto de projetos que aumentam os recursos para Estados e municípios. O pacote foi negociado pelos senadores a fim de "compensar" a aprovação da reforma da Previdência. Se o texto aprovado for mantido no segundo turno, está prevista uma economia de R$ 800 bilhões em dez anos.

  • Câmara dos Deputados poderá votar ampliação do porte e posse de armas

    Foto: Luis Macedo | Câmara dos Deputados Foto: Luis Macedo | Câmara dos Deputados
    Por Adelia Felix

    13/10/2019 - 08:30


    Proposta diminui de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas

    O plenário da Câmara dos Deputados vota o projeto de lei que aumenta os casos permitidos de porte de armas na próxima semana. O substitutivo do deputado Alexandre Leite (DEM-SP) para o Projeto de Lei 3723/19, do Poder Executivo, diminui de 25 para 21 anos a idade mínima para a compra de armas; permite o porte de armas para os maiores de 25 anos que comprovem estar sob ameaça; aumenta as penas para alguns crimes com armas; e permite a regularização da posse de armas de fogo sem comprovação de capacidade técnica, laudo psicológico ou negativa de antecedentes criminais. Essa regularização do registro da arma poderá ser feita em dois anos a partir da publicação da futura lei e o interessado deverá apenas apresentar documento de identidade, comprovante de residência fixa e prova de origem lícita da arma. Ficam dispensados ainda o pagamento de taxas, comprovante de ocupação lícita e ausência de inquérito policial ou processo criminal contra si. Em audiência organizada pela Comissão de Segurança Pública no último dia 9, a pedido da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), o relator reconheceu que essa regularização é um dos pontos polêmicos que podem ser destacados para votação em separado no Plenário. Na próxima terça (15), às 15 horas, o Colégio de Líderes fará uma reunião para tratar exclusivamente dos pontos do projeto. Com informações da Agência Câmara.

  • 'Querem me derrubar? Eu tenho couro duro', diz Bolsonaro sobre relação com imprensa

    Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil
    Por Juliana Rodrigues

    07/10/2019 - 12:00


    "Não dá para continuar com tanta patifaria por parte de vocês. Isso é covardia e patifaria", disse o presidente

    O presidente Jair Bolsonaro acusou a imprensa de mentir e difamar, e questionou se o objetivo dos veículos de comunicação é derrubá-lo do cargo. Segundo a Folha de S. Paulo, a declaração foi dada na manhã de hoje (7), na porta do Palácio da Alvorada. Em uma nova radicalização do discurso, Bolsonaro afirmou que a cobertura da mídia ao seu governo não pode continuar com "covardia" e "patifaria". "Eu lamento a imprensa brasileira agir dessa maneira. O tempo todo mentindo, distorcendo, difamando. Vocês querem me derrubar? Eu tenho couro duro, vai ser difícil. Continuem mentindo", disse. As críticas do presidente foram direcionadas à Folha e ao jornal Correio Braziliense. No domingo, o periódico paulista revelou, em reportagem, que um depoimento e uma planilha obtidos pela Polícia Federal sugerem o uso de recursos do esquema de candidaturas laranjas do PSL em Minas Gerais para abastecer, por meio de caixa dois, a campanha de Bolsonaro. Já o Correio Braziliense, em reportagem publicada hoje, afirmou que o presidente encaminhará ao Poder Legislativo um projeto de reforma administrativa que deve prever o fim da estabilidade para servidores públicos. "De novo hoje, capa do Correio Braziliense, que eu vou acabar com a estabilidade do servidor. Não dá para continuar com tanta patifaria por parte de vocês. Isso é covardia e patifaria. Nunca falei nesse assunto. Querem jogar o servidor contra mim. Como ontem a Folha de S.Paulo querendo me ligar ao problema de Minas Gerais. Um esgoto a Folha de S.Paulo", criticou Bolsonaro.