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  • Preço da gasolina pode subir após aumento de pauta do ICMS, diz sindicato

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    16/08/2019 - 15:00


    Custo tributário do produto subiu 3%, após ato do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz)

    Base de cálculo para a cobrança do ICMS, o preço de pauta dos combustíveis sofreu aumento na Bahia. Isso pode impactar no preço da gasolina cobrado ao consumidor, de acordo com avaliação do Sindicombustíveis Bahia. Conforme a entidade, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou o ato Cotepe PMPF 18/2019, com alteração do preço de pauta da gasolina no estado. O custo tributário do produto subiu 3%. “Isto poderá impactar no custo de aquisição da gasolina pelos postos revendedores e, consequentemente, no preço final ao consumidor”, disse, em nota, o presidente do Sindicombustíveis Bahia, Walter Tannus Freitas. Ainda segundo o sindicato, o setor de combustíveis é responsável por aproximadamente 24% da arrecadação de ICMS do estado. Os percentuais da alíquota do tributo são de 28% para a gasolina, 19% sobre o etanol e 18% para o óleo diesel.

  • Petrobras muda política de preços para botijão de gás

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    06/08/2019 - 11:30


    A partir de agora, os consumidores residenciais vão poder pagar valores alinhados aos do mercado externo

    A diretoria da Petrobras estabeleceu uma nova política de preço para o gás de cozinha.  A partir de agora, os consumidores residenciais vão poder pagar valores alinhados aos do mercado externo. O mesmo já acontece com o gás destinado à indústria e ao comércio. De acordo com reportagem do Estadão, também houve alteração no prazo de reajuste do gás residencial, que passou a ser indefinido. Atualmente, a tonelada do GLP de uso industrial custa nas refinarias da estatal R$ 1.950,80 e o de uso residencial, R$ 1.850,80. A nova política de preço representa uma redução média de 13,4% no preço do GLP industrial e de 8,2% no preço dos envasados até 13 kg. Para Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás, que representa as distribuidoras de GLP, ainda há espaço para a Petrobrás reduzir ainda mais o preço do botijão de gás. "A notícia é boa, porque o preço baixou e as diferenças (entre os segmentos de consumo) diminuíram.  A gente ainda vê possibilidade de o preço cair mais. A gente espera que a diferença acabe. Não faz sentido que o comércio e a indústria subsidiem o botijão de 13 kg. Quem tem que subsidiar é o governo. A iniciativa privada não pode ficar com esse ônus", declarou Mello.

  • Abertura do mercado de gás pode diminuir preço em 40%, diz Guedes

    Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil
    Por Catarina Lopes

    24/07/2019 - 21:30


    Bolsonaro assinou ontem decreto que institui Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou ontem (23), após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinar o decreto que cria o Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural, que os técnicos de governo estimam uma queda no preço do produto de até 40% em dois anos. "Tem gente muito boa que estima em até 40% em dois anos a queda do preço do gás natural no Brasil. Nós temos certeza que o preço vai cair, porque nós vamos aumentar brutalmente a oferta, com um choque de investimentos no setor. Então, que o preço vai cair, vai, agora se vai cair 20%, 30%, 40% ou mais, não sabemos", disse o ministro. "É uma quebra de dois monopólios, basicamente. O monopólio de produção e exploração de gás natural, como recurso básico, e também dos monopólios estaduais na distribuição", afirmou Guedes. O objetivo do governo com essa política é concretizar a abertura para novas empresas, o que ainda não ocorreu, mesmo que o monopólio da Petrobras tenha sido quebrado na legislação em 1997.

  • Ministro quer trocar diesel por gás nos caminhões para reduzir custo do frete

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    23/07/2019 - 11:00


    De acordo com a Folha, a base do plano que será anunciado pelo governo está na retirada da Petrobras do mercado de transporte e distribuição de gás

    O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, defende usar o novo mercado de gás, que será lançado pelo presidente Jair Bolsonaro hoje (23), para reduzir o consumo do diesel no país e assim diminuir o custo do frete no país. Hoje cerca de 10,6% do gás comercializado no país abastece veículos, de acordo com dados do setor. A frota a gás, no entanto, alcança apenas 2,2% do total em circulação, segundo o Departamento Nacional de Trânsito. “Vamos anunciar um planejamento para substituir todas as térmicas movidas a diesel”, declarou o ministro, em entrevista à Folha. “Os contratos [de fornecimento de diesel] que forem vencendo serão substituídos [por gás]”, completou. A base do plano que será anunciado pelo governo está na retirada da Petrobras do mercado de transporte e distribuição de gás. Atualmente, A estatal concentra hoje 70% do mercado. “Ninguém ganhou com esse monopólio, que já deveria ter sido quebrado desde 2002”, disse Albuquerque. “Acho que faltou vontade política. Os governos sempre usaram a Petrobras como um agente de suas políticas e, por isso, não houve margem para competição. Naquela época, havia mais de 20 empresas operando no país e sobraram cerca de cinco”, afirmou.

  • Petrobras anuncia redução no preço da gasolina e do diesel nas refinarias

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    19/07/2019 - 08:00


    Presidente Jair Bolsonaro informou, por meio do Twitter, que a redução média foi de 2,1% na gasolina e de 2,2% no diesel

    A Petrobras anunciou ontem (18) uma redução no preço do litro da gasolina de R$ 0,0360 e no litro do diesel de R$ 0,0444. Os valores são referentes aos preços médios dos combustíveis vendidos pelas refinarias aos distribuidores e já valem desde a meia-noite de hoje (19). O presidente Jair Bolsonaro informou, por meio do Twitter, que a redução média foi de 2,1% na gasolina e de 2,2% no diesel. Segundo a estatal “os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias”. A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos que chegam ao posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços divulgados pela estatal se referem aos produtos tipo A. A tabela completa com os valores pode ser conferida no site da Petrobras.

  • Ford e Volkswagen podem firmar acordo para criar carros elétricos

    Foto: Sergio Figueiredo | Divulgação Foto: Sergio Figueiredo | Divulgação
    Por Catarina Lopes

    08/07/2019 - 18:30


    Montadoras teriam chegado a um consenso na última sexta-feira

    As montadoras Ford e Volkswagen estariam perto de firmar um acordo para desenvolver carros elétricos, segundo a agência Reuters. Ainda de acordo com a agência, as empresas chegaram a um consenso sobre o assunto na última sexta-feira (5). A Volkswagen irá compartilhar sua plataforma de veículos elétricos, chamada MEB, com a Ford. A MEB é uma plataforma modular usada como base para a fabricação de carros elétricos. Por ora, as empresas ainda mantém sigilo a respeito do tópico, e devem permanecer assim até quinta-feira (11), quando o conselho supervisor da montadora alemã deve discutir oficialmente os detalhes da aliança. A Ford afirma que "as conversas com a Volkswagen continuam" e que as últimas discussões foram "produtivas em várias áreas".

  • Bandeira amarela: luz mais cara a partir desta segunda-feira

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Adelia Felix

    01/07/2019 - 20:00


    A cobrança terá um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora

    A conta de luz está mais cara a partir desta segunda-feira (1º), por causa da bandeira tarifária utilizada como referência nas contas deste mês ser a amarela. As informações são da Agência Brasil. Assim, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em comunicado divulgado na última sexta-feira (28). O adicional retorna às contas após a autoridade reguladora ter definido bandeira verde em junho, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. No comunicado, a Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”.

  • Com a crise, renda do trabalhador caiu até 16% em cinco anos

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Catarina Lopes

    23/06/2019 - 13:34


    Dos nove setores da iniciativa privada analisados pelo IBGE, cinco tiveram quedas significativas

    Nos últimos cinco anos, cinco dos nove setores da iniciativa privada analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram quedas significativas na renda que o trabalhador recebe habitualmente por mês. A depender da área, a perda real, já considerada a inflação, caiu até 16% entre o primeiro trimestre de 2014 e o mesmo período deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Alguns dos setores mais afetados nestes cinco anos foram os de alojamento, alimentação, construção e transporte, com perdas reais de rendimento que vão de 7,2% a 16,3%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - Contínua, do IBGE. Da iniciativa privada, apenas os trabalhadores da agricultura tiveram aumento real expressivo do rendimento, de 5,2% durante o período.

  • Petrobras diminui em 3% preço da gasolina nas refinarias

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    11/06/2019 - 11:30


    Valor médio do litro passará de R$ 1,8144 para R$ 1,7595, uma redução de 5 centavos

    A Petrobras vai diminuir em 3% o preço médio da gasolina nas suas refinarias a partir desta terça-feira (11). O valor médio do litro passará de R$ 1,8144 para R$ 1,7595, uma redução de 5 centavos. Já o preço do diesel foi mantido inalterado. Essa é a segunda redução da gasolina no mês. No dia 1º de junho, a Petrobras reduziu o valor da gasolina em 7,16% e o do diesel em 6%.

  • Conta de energia pode reduzir após TCU ordenar retirada de subsídios de ruralistas

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    08/06/2019 - 10:00


    Temida por muitos brasileiros, a conta de luz pode ficar mais barata em breve. O Tribunal de Contas da União (TCU) ordenou que sejam retirados subsídios e encargos, embutidos nas contas, e que foram consideradas irregulares. Ao todo, cerca de 10% da tarifa paga pelo cidadão é constituído por essas taxas. O TCU questionou o motivo de descontos serem dados apenas paras para produtores rurais, empresas de irrigação e companhias de saneamento, e que consequentemente esta diferença acaba sendo paga pela população. Para o tribunal, os benefícios nada têm a ver com o setor elétrico. Por isso, se o governo quiser mantê-los, o TCU determinou que ele terá de tirá-los da conta de luz e incluí-los no Orçamento da União a partir de 2020. O TCU definiu que estes benefícios não tem nada a ver com o setor elétrico, e que, caso o governo queira mantê-los, devem realocar, das contas de luz, para o Orçamento da União a partir de 2020. De acordo com matéria publicada pelo O Globo, os subsídios pagos pela população em 2017 chegou a R$ 4 bilhões. No período de quatro anos, o montante ficou em R$ 17,5 bilhões, considerando os destinados a produtores rurais, irrigação e aquicultura, e água, esgoto e saneamento. Este número representa 1/4 do total de gastos previstos no período. O Congresso já avaliou a retirada dos subsídios, mas encontrou resistência dos ministérios da Economia e da Agricultura. O benefício chegou a ser suspenso durante o governo Michel Temer, mas voltou após pressão do agronegócio. De acordo com relatório do TCU, não há justificativas plausíveis para a manutenção dos subsídios. “Apesar de instituídos por lei, tais subsídios dizem respeito a atividades econômicas ou a problemas sociais que não guardam correlação com o setor elétrico, o que os torna incompatíveis com o regime jurídico tarifário setorial”, diz o texto. Junto com os impostos, os subsídios são uma das principais causas das altas de tarifas de energia no país.

  • Conta de energia elétrica fica mais cara a partir deste sábado

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    28/05/2019 - 17:00


    A conta de energia vai ficar mais cara a partir do próximo sábado, 1º de junho, em todo Brasil. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a resolução, aprovada no dia 21, estabelece as faixas de acionamento e os adicionais das bandeiras tarifárias com vigência em 2019. Pela proposta aprovada, a bandeira amarela passa a R$ 1,50 a cada 100 kWh, já a bandeira vermelha no patamar 1 custará R$ 4,00 a cada 100 kWh, e no patamar 2, R$ 6,00 a cada 100 kWh. A alteração foi especialmente motivada pelo déficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras. O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Além disso, esse custo é pago de imediato nas faturas de energia, o que desonera o consumidor do pagamento de juros da taxa Selic sobre o custo da energia nos processos tarifários de reajuste e revisão tarifária. O tema passou por audiência pública que recebeu 56 contribuições das quais 36% foram acatadas integralmente e 2% parcialmente.

  • Medidas para reduzir preço do gás serão anunciadas em junho, diz secretário

    Foto: Reprodução | YouTube Foto: Reprodução | YouTube
    Por Catarina Lopes

    21/05/2019 - 17:00


    Uma delas é a abertura da infraestrutura de transporte do combustível a empresas privadas

    O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, declarou hoje (21) que as primeiras medidas do projeto de quebra do monopólio estatal do mercado de gás natural devem ser lançadas em junho. Uma dessas medidas será a abertura da infraestrutura de transporte do combustível a empresas privadas. Segundo o secretário, essa infraestrutura tem capacidade ociosa, que pode ser usada por empresas privadas sem intervir em contratos da Petrobrás. O ministro da Economia, Paulo Guedes, vê potencial de redução de 50% no preço do gás até 2024. Hoje, o consumidor industrial brasileiro paga cerca de 50% a mais do valor pago pelo seu equivalente europeu.

  • Brasil está entre estagnação e depressão econômica, diz relatório

    Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    19/05/2019 - 08:00


    Estudo aponta para continuidade do cenário de queda nos lucros, perda do poder aquisitivo da população e desemprego

    Relatório da consultoria AC Pastore aponta que o Brasil não apenas está vivendo a mais lenta retomada econômica da história como caminha para a depressão. O estudo “A Depressão Depois da Recessão”  foi divulgado hoje (19) pela Folha. A consultoria AC Pastore é do ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore. No “Dicionário de Economia do Século 21”, Paulo Sandroni a define depressão como “fase do ciclo econômico em que a produção entra em declínio acentuado, gerando queda nos lucros, perda do poder aquisitivo da população e desemprego”. O relatório considera como principal critério para caracterizar o estado depressivo da economia brasileira a estagnação da renda per capita. O valor que é obtido pela divisão do  Produto Interno Bruto (PIB) do país pelo número de habitantes. Como o PIB avançou apenas 1,1% em 2017 e 2018 e a população do país, por sua vez, aumenta 0,8% ao ano, o ganho de renda para cada brasileiro foi de “magnitude insignificante” no período, aponta o estudo. O mesmo vai ocorrer se o PIB de 2019 crescer de fato em torno de 1%. “Com a renda per capita mantendo-se por três anos 8% abaixo do pico prévio, só nos resta definir a situação como característica de uma depressão”, conclui o relatório.

  • AES Tietê ainda trabalha para fechar aquisição de Alto Sertão III junto à Renova

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Luciano Costa

    10/05/2019 - 20:00


    A elétrica AES Tietê, da norte-americana AES, ainda não tem uma previsão de quando será concluída sua aquisição junto à Renova Energia do complexo eólico Alto Sertão III, anunciada em abril, disseram executivos da companhia em teleconferência com investidores nesta quarta-feira. "A gente está trabalhando nas condições precedentes, e quanto (tempo) pode levar a gente não sabe ao certo. Em paralelo estamos trabalhando na estrutura de capital adequada para a companhia, caso de fato essa aquisição ocorra. Não tem uma definição ainda", afirmou a vice-presidente e diretora de relações com Investidores, Clarissa Della Nina. A AES Tietê fechou acordo com a Renova Energia para a compra do complexo eólico Alto Sertão III, que está com a construção paralisada em estágio avançado, por até 350 milhões de reais e mais assunção de 998 milhões de reais em dívidas do empreendimento. Dias depois, a Renova, controlada pela estatal mineira Cemig, foi alvo da operação "E o Vento Levou", da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, que investiga possível desvio de recursos da empresa de Minas Gerais por meio de contratos superfaturados da empresa de energia limpa. Questionada por analistas, a diretora financeira afirmou que não está no radar da companhia neste momento uma mudança no pagamento de dividendos para suportar a aquisição. A AES Tietê tem distribuído 100 por cento do lucro aos acionistas. "Hoje não estamos avaliando mudar nossa política de pagamento de dividendo", afirmou. A executiva destacou que a AES Tietê promoveu recentemente uma reestruturação de suas dívidas, o que significou segundo ela "um avanço bastante importante na estrutura de dívida da companhia". Com uma emissão de debêntures de 2,2 bilhões de reais realizada em abril, a AES Tietê deslocou 1,5 bilhão de reais em dívidas que venceriam nos próximos cinco anos para prazos mais longos. Com isso, o prazo médio das dívidas da companhia passou para seis anos, ante 3,9 anos no final do primeiro trimestre e 4,2 vezes ao fim de 2018.

  • Preço do gás de cozinha sobe 3,4% a partir de amanhã

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Lis Grassi

    04/05/2019 - 13:07


    O botijão de 13kg vai custar R$ 26,20 para as distribuidoras

    O preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP Residencial), o conhecido gás de cozinha, será reajustado pela Petrobras em 3,43% a partir do próximo domingo (5). O preço do botijão de 13kg vai custar, para as distribuidoras, cerca de R$ 26,20. No último reajuste, que aconteceu no dia 5 de fevereiro, o valor do gás subiu para R$ 25,33. O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) divulgou, através de nota, que as empresas distribuidoras foram comunicadas na tarde de ontem (03) sobre a alteração de preço, que acontecem trimestralmente para suavizar impactos da volatilidade no mercado externo sobre os valores domésticos.

  • Governo prepara pacote com até 50 medidas para recuperação econômica

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Juliana Almirante

    02/05/2019 - 08:00


    Entre as medidas em estudo, está a criação de uma espécie de hipoteca reversa para o mercado imobiliário

    O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) prepara um novo pacote de medidas econômicas que deve conter até 50 ações a fim de alavancar o ambiente de negócios brasileiro. As ações envolvem desde decretos a projetos de lei, que vão interferir em regulamentações de setores como o imobiliário e de crédito. Ainda serão atingidas micro e pequenas empresas e produtores rurais. Entre as medidas em estudo, está a criação da chamada hipoteca reversa. O sistema funcionaria como uma espécie de aluguel, já que o proprietário não precisa deixar de viver no imóvel. Atualmente, no regime da hipoteca, o tomador de empréstimo recebe um valor em crédito e paga o financiamento em parcelas mensais. Com a inadimplência, o imóvel é oferecido como garantia pode ser tomada pelo credor. Diferentemente disso, o modelo em estudo seria inverso. O dono da casa ou apartamento poderá oferecer seu imóvel a um banco, que lhe pagará prestações mensais por um período definido. Depois da sua morte, a instituição financeira passa a ser dona do bem e pode negociá-lo no mercado. Já existente, em outros países desenvolvidos, o modelo pode interessar a idosos que querem complementar a renda. Outra medida em estudo deve criar uma forma para que empresas fornecedoras de órgãos públicos antecipem pagamentos no mercado financeiro. Atualmente, quando um fornecedor vende um bem ou serviço para um órgão público, recebe também a promessa de pagamento a prazo, em 30, 60 ou 90 dias. O novo plano da equipe econômica de Bolsonaro deve permitir que esse recebível seja vendido no mercado financeiro, para fundos de investimentos. Outra ação em estudo é o uso do mercado financeiro para simplificar a política de preços mínimos no setor agropecuário. Hoje o governo compra a produção do setor para compensar preços, quando ficam abaixo do mínimo estabelecido. A política atual provoca custos de manutenção dos estoques, que envolve a estrutura administrativa e de seguros dos silos.

  • Petrobras decide mudar regra de cálculo para reajuste do diesel

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    Por Juliana Rodrigues

    17/04/2019 - 17:20


    De acordo com o blog de Valdo Cruz, no G1, paridade com os preços internacionais será mantida

    A Petrobras fará ajustes na regra de cálculo do aumento dos combustíveis já no anúncio do próximo reajuste do diesel, que deve ser divulgado até a próxima semana. De acordo com o blog de Valdo Cruz, no G1, a estatal informou, na reunião de hoje (17) com o presidente Jair Bolsonaro, que modificará a sistemática de reajuste do diesel, mas manterá a paridade com os preços internacionais. No entanto, o impacto das mudanças no porcentual de aumento não foi detalhado. Na semana passada, a Petrobras divulgou um aumento de 5,74%, mas recuou após uma determinação do presidente da República.

  • Conta de luz vai ficar em média 6,22% mais cara na Bahia

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    17/04/2019 - 10:00


    Consumidor só deve perceber variação nas contas recebidas a partir de maio

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou, nesta terça-feira (16), um reajuste médio de 6,22% nas tarifas de energia elétrica para a Bahia. O aumento está acima da inflação oficial do país, estabelecida pelo Índice de preços ao Consumidor (IPCA) em 2018, que foi de 3,75%. Os novos valores entram vigor a partir da próxima segunda-feira (22). O consumidor só deve perceber essa variação, de maneira mais significativa, nas contas recebidas a partir de maio. Para os clientes atendidos em baixa tensão, que inclui os clientes residenciais, o reajuste médio será de 6,67%. Já os clientes atendidos em alta tensão, como indústrias e comércio de médio e grande porte, o reajuste será de 5,09%. 

  • Governo propõe salário mínimo de R$ 1.040 para o próximo ano

    15/04/2019 - 17:08


    Pela primeira vez, o valor do salário mínimo ultrapassará R$ 1 mil. O governo propôs salário mínimo de R$ 1.040 para 2020, o que representa alta de 4,2% em relação ao atual (R$ 998). O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado nesta segunda-feira, 15, pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Até este ano, o mínimo era corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores. Como a lei que definia a fórmula deixará de vigorar em 2020, o governo optou por reajustar o mínimo apenas pela inflação estimada para o INPC. A LDO define os parâmetros e as metas fiscais para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Pela legislação, o governo deve enviar o projeto até 15 de abril de cada ano. Caso o Congresso não consiga aprovar a LDO até o fim do semestre, o projeto passa a trancar a pauta. O valor do salário mínimo pode subir ou cair em relação à proposta original durante a tramitação do Orçamento, caso as expectativas de inflação mudem nos próximos meses. As informações são do Estadão.

  • Petrobras recua e adia reajuste do diesel

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Juliana Rodrigues

    12/04/2019 - 07:00


    O litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662, maior alta desde que Bolsonaro assumiu a presidência da República

    Horas após anunciar o aumento do preço do diesel, na noite de ontem (11), a Petrobras recuou e informou que vai manter "por mais alguns dias" o preço praticado desde 26 de março, quando mudou sua política de reajustes. No mês passado, a empresa tinha anunciado que os preços do diesel nas refinarias, que correspondem a cerca de 54% do total pago pelo consumidor, passariam a ser reajustados "por períodos não inferiores a 15 dias". Ontem, exatamente 15 dias úteis após o anúncio, a Petrobras anunciou reajuste de 5,7%. O litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662, maior alta desde que os presidentes da República, Jair Bolsonaro, e da petroleira, Roberto Castello Branco, assumiram os cargos. Até então, a maior alta havia sido de 3,5%, registrada em 23 de fevereiro. Com exceção desses dois casos, os preços variaram em intervalos de 1% a 2,5%.