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  • Petrobras diminui em 3% preço da gasolina nas refinarias

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    11/06/2019 - 11:30

    Valor médio do litro passará de R$ 1,8144 para R$ 1,7595, uma redução de 5 centavos

    A Petrobras vai diminuir em 3% o preço médio da gasolina nas suas refinarias a partir desta terça-feira (11). O valor médio do litro passará de R$ 1,8144 para R$ 1,7595, uma redução de 5 centavos. Já o preço do diesel foi mantido inalterado. Essa é a segunda redução da gasolina no mês. No dia 1º de junho, a Petrobras reduziu o valor da gasolina em 7,16% e o do diesel em 6%.

  • Conta de energia pode reduzir após TCU ordenar retirada de subsídios de ruralistas

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    08/06/2019 - 10:00

    Temida por muitos brasileiros, a conta de luz pode ficar mais barata em breve. O Tribunal de Contas da União (TCU) ordenou que sejam retirados subsídios e encargos, embutidos nas contas, e que foram consideradas irregulares. Ao todo, cerca de 10% da tarifa paga pelo cidadão é constituído por essas taxas. O TCU questionou o motivo de descontos serem dados apenas paras para produtores rurais, empresas de irrigação e companhias de saneamento, e que consequentemente esta diferença acaba sendo paga pela população. Para o tribunal, os benefícios nada têm a ver com o setor elétrico. Por isso, se o governo quiser mantê-los, o TCU determinou que ele terá de tirá-los da conta de luz e incluí-los no Orçamento da União a partir de 2020. O TCU definiu que estes benefícios não tem nada a ver com o setor elétrico, e que, caso o governo queira mantê-los, devem realocar, das contas de luz, para o Orçamento da União a partir de 2020. De acordo com matéria publicada pelo O Globo, os subsídios pagos pela população em 2017 chegou a R$ 4 bilhões. No período de quatro anos, o montante ficou em R$ 17,5 bilhões, considerando os destinados a produtores rurais, irrigação e aquicultura, e água, esgoto e saneamento. Este número representa 1/4 do total de gastos previstos no período. O Congresso já avaliou a retirada dos subsídios, mas encontrou resistência dos ministérios da Economia e da Agricultura. O benefício chegou a ser suspenso durante o governo Michel Temer, mas voltou após pressão do agronegócio. De acordo com relatório do TCU, não há justificativas plausíveis para a manutenção dos subsídios. “Apesar de instituídos por lei, tais subsídios dizem respeito a atividades econômicas ou a problemas sociais que não guardam correlação com o setor elétrico, o que os torna incompatíveis com o regime jurídico tarifário setorial”, diz o texto. Junto com os impostos, os subsídios são uma das principais causas das altas de tarifas de energia no país.

  • Conta de energia elétrica fica mais cara a partir deste sábado

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    Por Juliana Rodrigues

    28/05/2019 - 17:00

    A conta de energia vai ficar mais cara a partir do próximo sábado, 1º de junho, em todo Brasil. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a resolução, aprovada no dia 21, estabelece as faixas de acionamento e os adicionais das bandeiras tarifárias com vigência em 2019. Pela proposta aprovada, a bandeira amarela passa a R$ 1,50 a cada 100 kWh, já a bandeira vermelha no patamar 1 custará R$ 4,00 a cada 100 kWh, e no patamar 2, R$ 6,00 a cada 100 kWh. A alteração foi especialmente motivada pelo déficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras. O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Além disso, esse custo é pago de imediato nas faturas de energia, o que desonera o consumidor do pagamento de juros da taxa Selic sobre o custo da energia nos processos tarifários de reajuste e revisão tarifária. O tema passou por audiência pública que recebeu 56 contribuições das quais 36% foram acatadas integralmente e 2% parcialmente.

  • Medidas para reduzir preço do gás serão anunciadas em junho, diz secretário

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    Por Catarina Lopes

    21/05/2019 - 17:00

    Uma delas é a abertura da infraestrutura de transporte do combustível a empresas privadas

    O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, declarou hoje (21) que as primeiras medidas do projeto de quebra do monopólio estatal do mercado de gás natural devem ser lançadas em junho. Uma dessas medidas será a abertura da infraestrutura de transporte do combustível a empresas privadas. Segundo o secretário, essa infraestrutura tem capacidade ociosa, que pode ser usada por empresas privadas sem intervir em contratos da Petrobrás. O ministro da Economia, Paulo Guedes, vê potencial de redução de 50% no preço do gás até 2024. Hoje, o consumidor industrial brasileiro paga cerca de 50% a mais do valor pago pelo seu equivalente europeu.

  • Brasil está entre estagnação e depressão econômica, diz relatório

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    Por Juliana Almirante

    19/05/2019 - 08:00

    Estudo aponta para continuidade do cenário de queda nos lucros, perda do poder aquisitivo da população e desemprego

    Relatório da consultoria AC Pastore aponta que o Brasil não apenas está vivendo a mais lenta retomada econômica da história como caminha para a depressão. O estudo “A Depressão Depois da Recessão”  foi divulgado hoje (19) pela Folha. A consultoria AC Pastore é do ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore. No “Dicionário de Economia do Século 21”, Paulo Sandroni a define depressão como “fase do ciclo econômico em que a produção entra em declínio acentuado, gerando queda nos lucros, perda do poder aquisitivo da população e desemprego”. O relatório considera como principal critério para caracterizar o estado depressivo da economia brasileira a estagnação da renda per capita. O valor que é obtido pela divisão do  Produto Interno Bruto (PIB) do país pelo número de habitantes. Como o PIB avançou apenas 1,1% em 2017 e 2018 e a população do país, por sua vez, aumenta 0,8% ao ano, o ganho de renda para cada brasileiro foi de “magnitude insignificante” no período, aponta o estudo. O mesmo vai ocorrer se o PIB de 2019 crescer de fato em torno de 1%. “Com a renda per capita mantendo-se por três anos 8% abaixo do pico prévio, só nos resta definir a situação como característica de uma depressão”, conclui o relatório.

  • AES Tietê ainda trabalha para fechar aquisição de Alto Sertão III junto à Renova

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    Por Luciano Costa

    10/05/2019 - 20:00

    A elétrica AES Tietê, da norte-americana AES, ainda não tem uma previsão de quando será concluída sua aquisição junto à Renova Energia do complexo eólico Alto Sertão III, anunciada em abril, disseram executivos da companhia em teleconferência com investidores nesta quarta-feira. "A gente está trabalhando nas condições precedentes, e quanto (tempo) pode levar a gente não sabe ao certo. Em paralelo estamos trabalhando na estrutura de capital adequada para a companhia, caso de fato essa aquisição ocorra. Não tem uma definição ainda", afirmou a vice-presidente e diretora de relações com Investidores, Clarissa Della Nina. A AES Tietê fechou acordo com a Renova Energia para a compra do complexo eólico Alto Sertão III, que está com a construção paralisada em estágio avançado, por até 350 milhões de reais e mais assunção de 998 milhões de reais em dívidas do empreendimento. Dias depois, a Renova, controlada pela estatal mineira Cemig, foi alvo da operação "E o Vento Levou", da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, que investiga possível desvio de recursos da empresa de Minas Gerais por meio de contratos superfaturados da empresa de energia limpa. Questionada por analistas, a diretora financeira afirmou que não está no radar da companhia neste momento uma mudança no pagamento de dividendos para suportar a aquisição. A AES Tietê tem distribuído 100 por cento do lucro aos acionistas. "Hoje não estamos avaliando mudar nossa política de pagamento de dividendo", afirmou. A executiva destacou que a AES Tietê promoveu recentemente uma reestruturação de suas dívidas, o que significou segundo ela "um avanço bastante importante na estrutura de dívida da companhia". Com uma emissão de debêntures de 2,2 bilhões de reais realizada em abril, a AES Tietê deslocou 1,5 bilhão de reais em dívidas que venceriam nos próximos cinco anos para prazos mais longos. Com isso, o prazo médio das dívidas da companhia passou para seis anos, ante 3,9 anos no final do primeiro trimestre e 4,2 vezes ao fim de 2018.

  • Preço do gás de cozinha sobe 3,4% a partir de amanhã

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    Por Lis Grassi

    04/05/2019 - 13:07

    O botijão de 13kg vai custar R$ 26,20 para as distribuidoras

    O preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP Residencial), o conhecido gás de cozinha, será reajustado pela Petrobras em 3,43% a partir do próximo domingo (5). O preço do botijão de 13kg vai custar, para as distribuidoras, cerca de R$ 26,20. No último reajuste, que aconteceu no dia 5 de fevereiro, o valor do gás subiu para R$ 25,33. O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) divulgou, através de nota, que as empresas distribuidoras foram comunicadas na tarde de ontem (03) sobre a alteração de preço, que acontecem trimestralmente para suavizar impactos da volatilidade no mercado externo sobre os valores domésticos.

  • Governo prepara pacote com até 50 medidas para recuperação econômica

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    Por Juliana Almirante

    02/05/2019 - 08:00

    Entre as medidas em estudo, está a criação de uma espécie de hipoteca reversa para o mercado imobiliário

    O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) prepara um novo pacote de medidas econômicas que deve conter até 50 ações a fim de alavancar o ambiente de negócios brasileiro. As ações envolvem desde decretos a projetos de lei, que vão interferir em regulamentações de setores como o imobiliário e de crédito. Ainda serão atingidas micro e pequenas empresas e produtores rurais. Entre as medidas em estudo, está a criação da chamada hipoteca reversa. O sistema funcionaria como uma espécie de aluguel, já que o proprietário não precisa deixar de viver no imóvel. Atualmente, no regime da hipoteca, o tomador de empréstimo recebe um valor em crédito e paga o financiamento em parcelas mensais. Com a inadimplência, o imóvel é oferecido como garantia pode ser tomada pelo credor. Diferentemente disso, o modelo em estudo seria inverso. O dono da casa ou apartamento poderá oferecer seu imóvel a um banco, que lhe pagará prestações mensais por um período definido. Depois da sua morte, a instituição financeira passa a ser dona do bem e pode negociá-lo no mercado. Já existente, em outros países desenvolvidos, o modelo pode interessar a idosos que querem complementar a renda. Outra medida em estudo deve criar uma forma para que empresas fornecedoras de órgãos públicos antecipem pagamentos no mercado financeiro. Atualmente, quando um fornecedor vende um bem ou serviço para um órgão público, recebe também a promessa de pagamento a prazo, em 30, 60 ou 90 dias. O novo plano da equipe econômica de Bolsonaro deve permitir que esse recebível seja vendido no mercado financeiro, para fundos de investimentos. Outra ação em estudo é o uso do mercado financeiro para simplificar a política de preços mínimos no setor agropecuário. Hoje o governo compra a produção do setor para compensar preços, quando ficam abaixo do mínimo estabelecido. A política atual provoca custos de manutenção dos estoques, que envolve a estrutura administrativa e de seguros dos silos.

  • Petrobras decide mudar regra de cálculo para reajuste do diesel

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    Por Juliana Rodrigues

    17/04/2019 - 17:20

    De acordo com o blog de Valdo Cruz, no G1, paridade com os preços internacionais será mantida

    A Petrobras fará ajustes na regra de cálculo do aumento dos combustíveis já no anúncio do próximo reajuste do diesel, que deve ser divulgado até a próxima semana. De acordo com o blog de Valdo Cruz, no G1, a estatal informou, na reunião de hoje (17) com o presidente Jair Bolsonaro, que modificará a sistemática de reajuste do diesel, mas manterá a paridade com os preços internacionais. No entanto, o impacto das mudanças no porcentual de aumento não foi detalhado. Na semana passada, a Petrobras divulgou um aumento de 5,74%, mas recuou após uma determinação do presidente da República.

  • Conta de luz vai ficar em média 6,22% mais cara na Bahia

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    17/04/2019 - 10:00

    Consumidor só deve perceber variação nas contas recebidas a partir de maio

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou, nesta terça-feira (16), um reajuste médio de 6,22% nas tarifas de energia elétrica para a Bahia. O aumento está acima da inflação oficial do país, estabelecida pelo Índice de preços ao Consumidor (IPCA) em 2018, que foi de 3,75%. Os novos valores entram vigor a partir da próxima segunda-feira (22). O consumidor só deve perceber essa variação, de maneira mais significativa, nas contas recebidas a partir de maio. Para os clientes atendidos em baixa tensão, que inclui os clientes residenciais, o reajuste médio será de 6,67%. Já os clientes atendidos em alta tensão, como indústrias e comércio de médio e grande porte, o reajuste será de 5,09%. 

  • Governo propõe salário mínimo de R$ 1.040 para o próximo ano

    15/04/2019 - 17:08

    Pela primeira vez, o valor do salário mínimo ultrapassará R$ 1 mil. O governo propôs salário mínimo de R$ 1.040 para 2020, o que representa alta de 4,2% em relação ao atual (R$ 998). O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado nesta segunda-feira, 15, pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Até este ano, o mínimo era corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores. Como a lei que definia a fórmula deixará de vigorar em 2020, o governo optou por reajustar o mínimo apenas pela inflação estimada para o INPC. A LDO define os parâmetros e as metas fiscais para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Pela legislação, o governo deve enviar o projeto até 15 de abril de cada ano. Caso o Congresso não consiga aprovar a LDO até o fim do semestre, o projeto passa a trancar a pauta. O valor do salário mínimo pode subir ou cair em relação à proposta original durante a tramitação do Orçamento, caso as expectativas de inflação mudem nos próximos meses. As informações são do Estadão.

  • Petrobras recua e adia reajuste do diesel

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Juliana Rodrigues

    12/04/2019 - 07:00

    O litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662, maior alta desde que Bolsonaro assumiu a presidência da República

    Horas após anunciar o aumento do preço do diesel, na noite de ontem (11), a Petrobras recuou e informou que vai manter "por mais alguns dias" o preço praticado desde 26 de março, quando mudou sua política de reajustes. No mês passado, a empresa tinha anunciado que os preços do diesel nas refinarias, que correspondem a cerca de 54% do total pago pelo consumidor, passariam a ser reajustados "por períodos não inferiores a 15 dias". Ontem, exatamente 15 dias úteis após o anúncio, a Petrobras anunciou reajuste de 5,7%. O litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662, maior alta desde que os presidentes da República, Jair Bolsonaro, e da petroleira, Roberto Castello Branco, assumiram os cargos. Até então, a maior alta havia sido de 3,5%, registrada em 23 de fevereiro. Com exceção desses dois casos, os preços variaram em intervalos de 1% a 2,5%.

  • Governo quer reduzir pela metade o preço do gás de cozinha, diz Guedes

    Foto: Paulo Haran | Sudoeste Bahia Foto: Paulo Haran | Sudoeste Bahia
    Por Alexandre Galvão

    09/04/2019 - 23:05

    O ministro disse ainda que o governo trabalha para unificar ainda este ano até cinco tributos e que se a mudança for efetivada a arrecadação será compartilhada com estados e municípios

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (9) que o governo pretende reduzir pela metade o preço do gás de cozinha no país em dois anos. De acordo com o ministro, para conseguir essa redução, é preciso quebrar o monopólio do refino e da distribuição. “Daqui a dois anos, o botijão de gás vai chegar na metade do preço na casa do trabalhador brasileiro. Vamos quebrar esses monopólios e vamos baixar o preço do gás e do petróleo com a competição”, disse Guedes. Ao participar da 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em Brasília, Guedes disse que o monopólio da Petrobras no refino do gás torna o preço do produto mais caro no Brasil. O ministro afirmou ainda que a solução para a falta de recursos vem do petróleo, especificamente da exploração da camada do pré-sal. Guedes defendeu junto aos prefeitos a aprovação da reforma da Previdência, ressaltando que a reforma vai liberar recursos para os entes municipais. "Todos já sabemos que a reforma da Previdência é importante também para municípios e estados", afirmou. O ministro disse ainda que o governo trabalha para unificar ainda este ano até cinco tributos e que se a mudança for efetivada a arrecadação será compartilhada com estados e municípios. “Vamos baixar, simplificar, reduzir impostos para o Brasil crescer. É a reforma tributária. Primeiro, vamos pegar três, quatro, cinco impostos e fundir em um só. Vai chamar Imposto Único Federal”, disse Guedes que não detalhou quais seriam os impostos unificados. O ministro também disse que vai trabalhar para que a maior parte da arrecadação dos recursos arrecadados no país fique com os municípios. “Hoje, 65% é da União, 35% de estados e municípios. No futuro, 70% tem que ser de estados e municípios. Mas não é daqui a vinte anos, é pra agora”, disse.

  • Preço da gasolina nas refinarias aumenta R$ 0,10

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Juliana Rodrigues

    05/04/2019 - 12:00

    Reajuste foi anunciado ontem pela Petrobras

    O valor do litro da gasolina A nas refinarias teve um reajuste de R$ 0,10, subindo de R$ 1,8326 para R$ 1,9354. O aumento foi anunciado ontem (4) pela Petrobras e já vale a partir de hoje. Já o preço do diesel segue inalterado, em R$ 2,1432. Os valores refletem o preço praticado para as distribuidoras, sem tributos. A partir deles, são acrescentados diversos impostos e margens de lucro em cada etapa do processo, até chegar ao valor final nas bombas, que é livre, regido pelas regras do mercado e varia de acordo com o ICMS de cada estado.

  • Petrobras anuncia mudança no preço do diesel e cartão para caminhoneiros

    Foto: Tomaz Silva | Agência Brasil Foto: Tomaz Silva | Agência Brasil
    Por Daniel Brito

    26/03/2019 - 21:00

    Uma das mudanças vale para o preço do combustível, que passará a ser modificado, no mínimo, a cada 15 dias

    A Petrobras anunciou hoje (26) que aprovou uma alteração na política de preços do óleo diesel em suas refinarias. Uma das mudanças vale para o preço do combustível, que passará a ser modificado, no mínimo, a cada 15 dias. De acordo com a petrolífera, para amenizar a volatilidade nos valores, será criado um "cartão caminhoneiro". A modalidade servirá para facilitar a compra do diesel e, de acordo com estimativas da empresa, empresa estima que em três meses ele estará disponível. A modificação na tabela de reajustes do óleo diesel era uma das reivindicações dos caminhoneiros. No último final de semana, rumores davam conta de que os trabalhadores organizavam uma nova paralisação para o fim do mês.

  • Preço médio da gasolina sobe pela 4ª semana em todo o país, diz ANP

    Foto: Paulo Haran | Sudoeste Bahia Foto: Paulo Haran | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    23/03/2019 - 16:11

    Dados constam no levantamento semanal divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis

    O preço médio do litro da gasolina vendida em postos de combustível de todo o país fechou a R$ 4,319 nesta semana. É o quarto aumento semanal do produto, que acumula um aumento de preço de 3,5% em um mês. Na semana de 17 a 23 de fevereiro, o litro era vendido a R$ 4,172. Os dados constam no levantamento semanal divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Já o óleo diesel, comercializado em média a R$ 3,54 por litro, computou nesta semana a quinta alta consecutiva e acumulou, no período, aumento de 2,8%.

  • Consumidores terão redução de 3,7% nas contas de luz este ano

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Lara Curcino

    20/03/2019 - 20:00

    A economia é consequência da quitação do empréstimo bilionário da Aneel

    O empréstimo bilionário feito em 2015 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para evitar um reajuste muito alto nas contas de luz vai ter a amortização do financiamento antecipada para setembro deste ano. Inicialmente, a quitação ocorreria apenas em abril do próximo ano. Desde o começo, ela é paga em parcelas por recolhimento de taxas nas contas de luz. Com o fim da dívida, os consumidores vão economizar R$ 6,4 bilhões neste ano em contas de luz, o que deve reduzir em 3,7% as tarifas, em média.

  • Guedes sinaliza que pode deixar governo se reforma da Previdência não for aprovada

    Foto: Valter Campanato | Agência Brasil Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
    Por Lara Curcino

    14/03/2019 - 15:30

    O ministro afirma que o sistema atual não pode sustentar contas públicas no futuro

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou hoje (14) que poderia deixar o governo caso a reforma da Previdência perca força e apoio suficiente para ser aprovada. A afirmação foi feita durante cerimônia de posse do novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. “Se der acima de R$ 1 trilhão, eu digo que estamos numa geração de pessoas responsáveis e têm a coragem de assumir o compromisso de libertar filhos e netos de uma maldição previdenciária. Se botarem menos, eu vou dizer assim: ‘Eu vou sair daqui rápido, porque esse pessoal não é confiável. Não ajudam nem os filhos; então, o que será que vão fazer comigo?’”, afirmou o ministro, em possível tom de brincadeira. De acordo com Guedes, o sistema está falido e não é possível sustentar as contas públicas para as futuras gerações se seguir com a mesma estrutura. “Estamos num sistema (previdenciário) de repartição que quebrou. Faliu antes de a população envelhecer. Vocês querem trazer seus filhos para isso?”.

  • Inflação oficial sobe em fevereiro puxada por alimentação e educação

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    Por Alexandre Galvão

    12/03/2019 - 13:00

    O IPCA acumula taxas de 0,75% no ano e de 3,89% em 12 meses, de acordo com o IBGE. A inflação acumulada em 12 meses ficou pouco abaixo da meta da inflação do governo federal, que é 4,25%

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que calcula a inflação oficial do país, ficou em 0,43% em fevereiro deste ano. A taxa é superior ao 0,32% em janeiro, segundo dados divulgados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA acumula taxas de 0,75% no ano e de 3,89% em 12 meses, de acordo com o IBGE. A inflação acumulada em 12 meses ficou pouco abaixo da meta da inflação do governo federal, que é 4,25%. A inflação de fevereiro foi puxada principalmente pelos alimentos, que tiveram inflação de 0,78% no mês, e pelos gastos com educação, que cresceram 3,56% no período. Entre os responsáveis pela alta de preços do grupo alimentação estão o feijão-carioca (51,58%), a batata-inglesa (25,21%), as hortaliças (12,13%) e o leite longa vida (2,41%). Os gastos com educação foram puxados pelos reajustes praticados no início do ano letivo. As mensalidades dos cursos regulares subiram, em média, 4,58% e foram o item individual que mais contribuiu para o resultado do IPCA em fevereiro. Também registraram inflação os grupos habitação (0,38%), artigos de residência (0,2%), saúde e cuidados pessoais (0,49%) e despesas pessoais (0,18%). Os custos com comunicação permaneceram estáveis em relação a janeiro. Por outro lado, registraram deflação (queda de preços) os grupos vestuário (0,33%) e transportes (0,34%).

  • Ministro da Cidadania confirma 13º salário do Bolsa Família

    Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil
    Por Juliana Rodrigues

    12/03/2019 - 13:00

    Benefício foi um dos compromissos de campanha do presidente Jair Bolsonaro

    O ministro da Cidadania, Osmar Terra, confirmou hoje (12) que o décimo-terceiro salário do Bolsa Família será pago em dezembro. Com custo estimado de R$ 2,5 bilhões, o benefício foi um dos compromissos de campanha do presidente Jair Bolsonaro. “Está tudo certo, estamos negociando com o ministro Paulo Guedes [Economia]. Uma parte [dos recursos] virá do Orçamento [Geral da União], que será revisto, e a outra parte, menor, virá do pente-fino [no programa] que a gente quer aprofundar”, afirmou Terra, segundo informações da Agência Brasil.