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  • Após promessa de gás pela metade do preço, valor do botijão sobe

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Adelia Felix

    24/10/2019 - 16:30


    Os novos preços incidirão sobre os botijões de até 13 kg (residencial) e acima de 13 kg (empresarial)

    O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) residencial, conhecido como gás de cozinha, ficou mais caro nas refinarias da Petrobras desde terça-feira (22). A informação foi divulgada pelo Sindicato Nacional das Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) e confirmada pela empresa. De acordo com o comunicado do sindicato, o preço do gás residencial terá aumento de 4,8% a 5,3%. O gás vendido para as indústrias também terá reajuste de 2,9% a 3,2%. A variação do percentual de reajuste depende da refinaria. Os novos preços incidirão sobre os botijões de até 13 kg (residencial) e acima de 13 kg (empresarial). Em 2013, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), os consumidores pagavam em média R$ 41,16. Em 2014, o valor subiu para R$ 43,21. Também houve reajuste em 2015 (R$48,29), 2016 (R$54,07), 2017 (R$59) e 2018 (R$ 67,99). Neste ano, a população paga cerca de R$ 69,10. O aumento ocorre após o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmar, em junho deste ano, que o preço do botijão de gás poderia cair até 50% com a abertura do mercado do setor no país, por causa da maior competição entre empresas. Na época, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução com diretrizes para dar início à abertura do mercado de gás no Brasil.

  • Petrobras vai aumentar preço do gás industrial e do gás de cozinha

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    22/10/2019 - 12:00


    Já o GLP industrial deverá aumentar entre 2,9% e 3,2%, de acordo com a região

    A Petrobras reajustou hoje (22) o valor do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), tanto industrial quanto residencial (gás de cozinha). Segundo a Folha, o Sindicato Nacional das Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas associadas foram comunicadas pela Petrobras sobre o aumento. No caso do GLP usado em casa, os botijões de até 13 kg terão acréscimo de 4,8% a 5,3%. Já o GLP industrial deverá subir entre 2,9% e 3,2%, de acordo com a região. De acordo com o Sindigás, os valores do GLP empresarial e do residencial estão praticamente iguais. O sindicato avalia que isso "é um bom sinal para o mercado". O último aumento de GLP praticado pela Petrobras foi no dia 5 de agosto.

  • Conta de energia terá bandeira amarela em Outubro

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    01/10/2019 - 12:30


    De acordo com a Aneel, a mudança de bandeira só foi possível porque a previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios

    A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL – divulgou nesta segunda-feira (30) que a bandeira tarifária em outubro de 2019 será amarela. Significa custo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. A boa notícia é que nos próximos meses a situação pode melhorar para o consumidor, com tarifas um pouco mais baixas. Outubro é um mês de transição entre a estação seca e o início do período úmido nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a mudança de bandeira só foi possível porque a previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios, o que também permitirá reduzir a oferta de energia suprida pelo parque termelétrico. A Aneel alerta que a bandeira amarela mantém a necessidade do uso consciente e do combate ao desperdício de energia. As bandeiras tarifárias funcionam com as cores verde, amarela ou vermelha. Servem para indicar se a energia terá custo maior ou menor, conforme as condições de geração.

  • Petrobras sobe preço da gasolina em 2,5% nas refinarias

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    Por Juliana Rodrigues

    27/09/2019 - 09:00


    Nesta semana, no entanto, a Petrobras não alterou o valor do diesel

    A Petrobras reajustou hoje (27) os valores da gasolina em suas refinarias em cerca de 2,5%, de acordo com informações no site da estatal. O reajuste ocorreu depois de a companhia ter aumentado em 3,5% o preço da gasolina na quinta-feira da semana passada. Na ocasião, a petroleira ainda aumentou o preço do diesel em 4,2%. Nesta semana, no entanto, a Petrobras não alterou o valor do diesel. O repasse do aumento para os consumidores ficará a critério das distribuidoras e dos postos.

  • Petrobras aumenta preço do diesel em 4,2% e da gasolina em 3,5% nas refinarias

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    19/09/2019 - 09:00


    Reajuste passa a valer hoje, após retomada parcial da produção de petróleo na Arábia Saudita

    A Petrobras eleva, a partir de hoje (19), o preço médio do diesel nas refinarias em 4,2%, e o da gasolina em 3,5%. A informação foi divulgada ontem (18) pela assessoria de imprensa da estatal. A decisão sobre repassar ou não o aumento para os consumidores finais fica a critério das distribuidoras e postos. O reajuste vem após a disparada nos preços do barril do petróleo no mercado internacional na segunda-feira (16), devido aos ataques a instalações petroleiras na Arábia Saudita no fim de semana. Com o caso, a produção do maior exportador mundial da commodity foi reduzida à metade. Na segunda, a estatal afirmou que manteria o preço dos combustíveis até que os valores do petróleo se acomodassem. Os valores vêm caindo desde terça (17), compensando parte do aumento, depois que a Arábia Saudita anunciou que já havia restabelecido parcialmente sua produção e que uma retomada por completo será rápida.

  • Petrobras anuncia aumento de 3,5% no preço da gasolina nas refinarias

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Lara Curcino

    28/08/2019 - 21:08


    Esse é o terceiro reajuste do mês; o diesel não sofreu alteração

    A Petrobras anunciou um reajuste de 3,5% no preço da gasolina nas refinarias. O valor equivale a um acréscimo de R$ 0,05 por litro, o que deve encarecer o produto nos postos de gasolina. O diesel não sofreu alteração. Esse é o terceiro aumento só neste mês. O primeiro foi de 4%, no início de agosto, e o segundo foi de 6%, no dia 16. Entre a alteração atual e a última, o petróleo teve alta de 2,3%. 

  • Preço da gasolina pode subir após aumento de pauta do ICMS, diz sindicato

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    16/08/2019 - 15:00


    Custo tributário do produto subiu 3%, após ato do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz)

    Base de cálculo para a cobrança do ICMS, o preço de pauta dos combustíveis sofreu aumento na Bahia. Isso pode impactar no preço da gasolina cobrado ao consumidor, de acordo com avaliação do Sindicombustíveis Bahia. Conforme a entidade, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou o ato Cotepe PMPF 18/2019, com alteração do preço de pauta da gasolina no estado. O custo tributário do produto subiu 3%. “Isto poderá impactar no custo de aquisição da gasolina pelos postos revendedores e, consequentemente, no preço final ao consumidor”, disse, em nota, o presidente do Sindicombustíveis Bahia, Walter Tannus Freitas. Ainda segundo o sindicato, o setor de combustíveis é responsável por aproximadamente 24% da arrecadação de ICMS do estado. Os percentuais da alíquota do tributo são de 28% para a gasolina, 19% sobre o etanol e 18% para o óleo diesel.

  • Petrobras muda política de preços para botijão de gás

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    06/08/2019 - 11:30


    A partir de agora, os consumidores residenciais vão poder pagar valores alinhados aos do mercado externo

    A diretoria da Petrobras estabeleceu uma nova política de preço para o gás de cozinha.  A partir de agora, os consumidores residenciais vão poder pagar valores alinhados aos do mercado externo. O mesmo já acontece com o gás destinado à indústria e ao comércio. De acordo com reportagem do Estadão, também houve alteração no prazo de reajuste do gás residencial, que passou a ser indefinido. Atualmente, a tonelada do GLP de uso industrial custa nas refinarias da estatal R$ 1.950,80 e o de uso residencial, R$ 1.850,80. A nova política de preço representa uma redução média de 13,4% no preço do GLP industrial e de 8,2% no preço dos envasados até 13 kg. Para Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás, que representa as distribuidoras de GLP, ainda há espaço para a Petrobrás reduzir ainda mais o preço do botijão de gás. "A notícia é boa, porque o preço baixou e as diferenças (entre os segmentos de consumo) diminuíram.  A gente ainda vê possibilidade de o preço cair mais. A gente espera que a diferença acabe. Não faz sentido que o comércio e a indústria subsidiem o botijão de 13 kg. Quem tem que subsidiar é o governo. A iniciativa privada não pode ficar com esse ônus", declarou Mello.

  • Abertura do mercado de gás pode diminuir preço em 40%, diz Guedes

    Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil
    Por Catarina Lopes

    24/07/2019 - 21:30


    Bolsonaro assinou ontem decreto que institui Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou ontem (23), após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinar o decreto que cria o Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural, que os técnicos de governo estimam uma queda no preço do produto de até 40% em dois anos. "Tem gente muito boa que estima em até 40% em dois anos a queda do preço do gás natural no Brasil. Nós temos certeza que o preço vai cair, porque nós vamos aumentar brutalmente a oferta, com um choque de investimentos no setor. Então, que o preço vai cair, vai, agora se vai cair 20%, 30%, 40% ou mais, não sabemos", disse o ministro. "É uma quebra de dois monopólios, basicamente. O monopólio de produção e exploração de gás natural, como recurso básico, e também dos monopólios estaduais na distribuição", afirmou Guedes. O objetivo do governo com essa política é concretizar a abertura para novas empresas, o que ainda não ocorreu, mesmo que o monopólio da Petrobras tenha sido quebrado na legislação em 1997.

  • Ministro quer trocar diesel por gás nos caminhões para reduzir custo do frete

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    23/07/2019 - 11:00


    De acordo com a Folha, a base do plano que será anunciado pelo governo está na retirada da Petrobras do mercado de transporte e distribuição de gás

    O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, defende usar o novo mercado de gás, que será lançado pelo presidente Jair Bolsonaro hoje (23), para reduzir o consumo do diesel no país e assim diminuir o custo do frete no país. Hoje cerca de 10,6% do gás comercializado no país abastece veículos, de acordo com dados do setor. A frota a gás, no entanto, alcança apenas 2,2% do total em circulação, segundo o Departamento Nacional de Trânsito. “Vamos anunciar um planejamento para substituir todas as térmicas movidas a diesel”, declarou o ministro, em entrevista à Folha. “Os contratos [de fornecimento de diesel] que forem vencendo serão substituídos [por gás]”, completou. A base do plano que será anunciado pelo governo está na retirada da Petrobras do mercado de transporte e distribuição de gás. Atualmente, A estatal concentra hoje 70% do mercado. “Ninguém ganhou com esse monopólio, que já deveria ter sido quebrado desde 2002”, disse Albuquerque. “Acho que faltou vontade política. Os governos sempre usaram a Petrobras como um agente de suas políticas e, por isso, não houve margem para competição. Naquela época, havia mais de 20 empresas operando no país e sobraram cerca de cinco”, afirmou.

  • Petrobras anuncia redução no preço da gasolina e do diesel nas refinarias

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Almirante

    19/07/2019 - 08:00


    Presidente Jair Bolsonaro informou, por meio do Twitter, que a redução média foi de 2,1% na gasolina e de 2,2% no diesel

    A Petrobras anunciou ontem (18) uma redução no preço do litro da gasolina de R$ 0,0360 e no litro do diesel de R$ 0,0444. Os valores são referentes aos preços médios dos combustíveis vendidos pelas refinarias aos distribuidores e já valem desde a meia-noite de hoje (19). O presidente Jair Bolsonaro informou, por meio do Twitter, que a redução média foi de 2,1% na gasolina e de 2,2% no diesel. Segundo a estatal “os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias”. A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos que chegam ao posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços divulgados pela estatal se referem aos produtos tipo A. A tabela completa com os valores pode ser conferida no site da Petrobras.

  • Ford e Volkswagen podem firmar acordo para criar carros elétricos

    Foto: Sergio Figueiredo | Divulgação Foto: Sergio Figueiredo | Divulgação
    Por Catarina Lopes

    08/07/2019 - 18:30


    Montadoras teriam chegado a um consenso na última sexta-feira

    As montadoras Ford e Volkswagen estariam perto de firmar um acordo para desenvolver carros elétricos, segundo a agência Reuters. Ainda de acordo com a agência, as empresas chegaram a um consenso sobre o assunto na última sexta-feira (5). A Volkswagen irá compartilhar sua plataforma de veículos elétricos, chamada MEB, com a Ford. A MEB é uma plataforma modular usada como base para a fabricação de carros elétricos. Por ora, as empresas ainda mantém sigilo a respeito do tópico, e devem permanecer assim até quinta-feira (11), quando o conselho supervisor da montadora alemã deve discutir oficialmente os detalhes da aliança. A Ford afirma que "as conversas com a Volkswagen continuam" e que as últimas discussões foram "produtivas em várias áreas".

  • Bandeira amarela: luz mais cara a partir desta segunda-feira

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Adelia Felix

    01/07/2019 - 20:00


    A cobrança terá um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora

    A conta de luz está mais cara a partir desta segunda-feira (1º), por causa da bandeira tarifária utilizada como referência nas contas deste mês ser a amarela. As informações são da Agência Brasil. Assim, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em comunicado divulgado na última sexta-feira (28). O adicional retorna às contas após a autoridade reguladora ter definido bandeira verde em junho, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. No comunicado, a Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”.

  • Com a crise, renda do trabalhador caiu até 16% em cinco anos

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Catarina Lopes

    23/06/2019 - 13:34


    Dos nove setores da iniciativa privada analisados pelo IBGE, cinco tiveram quedas significativas

    Nos últimos cinco anos, cinco dos nove setores da iniciativa privada analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram quedas significativas na renda que o trabalhador recebe habitualmente por mês. A depender da área, a perda real, já considerada a inflação, caiu até 16% entre o primeiro trimestre de 2014 e o mesmo período deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Alguns dos setores mais afetados nestes cinco anos foram os de alojamento, alimentação, construção e transporte, com perdas reais de rendimento que vão de 7,2% a 16,3%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - Contínua, do IBGE. Da iniciativa privada, apenas os trabalhadores da agricultura tiveram aumento real expressivo do rendimento, de 5,2% durante o período.

  • Petrobras diminui em 3% preço da gasolina nas refinarias

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    11/06/2019 - 11:30


    Valor médio do litro passará de R$ 1,8144 para R$ 1,7595, uma redução de 5 centavos

    A Petrobras vai diminuir em 3% o preço médio da gasolina nas suas refinarias a partir desta terça-feira (11). O valor médio do litro passará de R$ 1,8144 para R$ 1,7595, uma redução de 5 centavos. Já o preço do diesel foi mantido inalterado. Essa é a segunda redução da gasolina no mês. No dia 1º de junho, a Petrobras reduziu o valor da gasolina em 7,16% e o do diesel em 6%.

  • Conta de energia pode reduzir após TCU ordenar retirada de subsídios de ruralistas

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    08/06/2019 - 10:00


    Temida por muitos brasileiros, a conta de luz pode ficar mais barata em breve. O Tribunal de Contas da União (TCU) ordenou que sejam retirados subsídios e encargos, embutidos nas contas, e que foram consideradas irregulares. Ao todo, cerca de 10% da tarifa paga pelo cidadão é constituído por essas taxas. O TCU questionou o motivo de descontos serem dados apenas paras para produtores rurais, empresas de irrigação e companhias de saneamento, e que consequentemente esta diferença acaba sendo paga pela população. Para o tribunal, os benefícios nada têm a ver com o setor elétrico. Por isso, se o governo quiser mantê-los, o TCU determinou que ele terá de tirá-los da conta de luz e incluí-los no Orçamento da União a partir de 2020. O TCU definiu que estes benefícios não tem nada a ver com o setor elétrico, e que, caso o governo queira mantê-los, devem realocar, das contas de luz, para o Orçamento da União a partir de 2020. De acordo com matéria publicada pelo O Globo, os subsídios pagos pela população em 2017 chegou a R$ 4 bilhões. No período de quatro anos, o montante ficou em R$ 17,5 bilhões, considerando os destinados a produtores rurais, irrigação e aquicultura, e água, esgoto e saneamento. Este número representa 1/4 do total de gastos previstos no período. O Congresso já avaliou a retirada dos subsídios, mas encontrou resistência dos ministérios da Economia e da Agricultura. O benefício chegou a ser suspenso durante o governo Michel Temer, mas voltou após pressão do agronegócio. De acordo com relatório do TCU, não há justificativas plausíveis para a manutenção dos subsídios. “Apesar de instituídos por lei, tais subsídios dizem respeito a atividades econômicas ou a problemas sociais que não guardam correlação com o setor elétrico, o que os torna incompatíveis com o regime jurídico tarifário setorial”, diz o texto. Junto com os impostos, os subsídios são uma das principais causas das altas de tarifas de energia no país.

  • Conta de energia elétrica fica mais cara a partir deste sábado

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    28/05/2019 - 17:00


    A conta de energia vai ficar mais cara a partir do próximo sábado, 1º de junho, em todo Brasil. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a resolução, aprovada no dia 21, estabelece as faixas de acionamento e os adicionais das bandeiras tarifárias com vigência em 2019. Pela proposta aprovada, a bandeira amarela passa a R$ 1,50 a cada 100 kWh, já a bandeira vermelha no patamar 1 custará R$ 4,00 a cada 100 kWh, e no patamar 2, R$ 6,00 a cada 100 kWh. A alteração foi especialmente motivada pelo déficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras. O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Além disso, esse custo é pago de imediato nas faturas de energia, o que desonera o consumidor do pagamento de juros da taxa Selic sobre o custo da energia nos processos tarifários de reajuste e revisão tarifária. O tema passou por audiência pública que recebeu 56 contribuições das quais 36% foram acatadas integralmente e 2% parcialmente.

  • Medidas para reduzir preço do gás serão anunciadas em junho, diz secretário

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    Por Catarina Lopes

    21/05/2019 - 17:00


    Uma delas é a abertura da infraestrutura de transporte do combustível a empresas privadas

    O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, declarou hoje (21) que as primeiras medidas do projeto de quebra do monopólio estatal do mercado de gás natural devem ser lançadas em junho. Uma dessas medidas será a abertura da infraestrutura de transporte do combustível a empresas privadas. Segundo o secretário, essa infraestrutura tem capacidade ociosa, que pode ser usada por empresas privadas sem intervir em contratos da Petrobrás. O ministro da Economia, Paulo Guedes, vê potencial de redução de 50% no preço do gás até 2024. Hoje, o consumidor industrial brasileiro paga cerca de 50% a mais do valor pago pelo seu equivalente europeu.

  • Brasil está entre estagnação e depressão econômica, diz relatório

    Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    19/05/2019 - 08:00


    Estudo aponta para continuidade do cenário de queda nos lucros, perda do poder aquisitivo da população e desemprego

    Relatório da consultoria AC Pastore aponta que o Brasil não apenas está vivendo a mais lenta retomada econômica da história como caminha para a depressão. O estudo “A Depressão Depois da Recessão”  foi divulgado hoje (19) pela Folha. A consultoria AC Pastore é do ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore. No “Dicionário de Economia do Século 21”, Paulo Sandroni a define depressão como “fase do ciclo econômico em que a produção entra em declínio acentuado, gerando queda nos lucros, perda do poder aquisitivo da população e desemprego”. O relatório considera como principal critério para caracterizar o estado depressivo da economia brasileira a estagnação da renda per capita. O valor que é obtido pela divisão do  Produto Interno Bruto (PIB) do país pelo número de habitantes. Como o PIB avançou apenas 1,1% em 2017 e 2018 e a população do país, por sua vez, aumenta 0,8% ao ano, o ganho de renda para cada brasileiro foi de “magnitude insignificante” no período, aponta o estudo. O mesmo vai ocorrer se o PIB de 2019 crescer de fato em torno de 1%. “Com a renda per capita mantendo-se por três anos 8% abaixo do pico prévio, só nos resta definir a situação como característica de uma depressão”, conclui o relatório.

  • AES Tietê ainda trabalha para fechar aquisição de Alto Sertão III junto à Renova

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    Por Luciano Costa

    10/05/2019 - 20:00


    A elétrica AES Tietê, da norte-americana AES, ainda não tem uma previsão de quando será concluída sua aquisição junto à Renova Energia do complexo eólico Alto Sertão III, anunciada em abril, disseram executivos da companhia em teleconferência com investidores nesta quarta-feira. "A gente está trabalhando nas condições precedentes, e quanto (tempo) pode levar a gente não sabe ao certo. Em paralelo estamos trabalhando na estrutura de capital adequada para a companhia, caso de fato essa aquisição ocorra. Não tem uma definição ainda", afirmou a vice-presidente e diretora de relações com Investidores, Clarissa Della Nina. A AES Tietê fechou acordo com a Renova Energia para a compra do complexo eólico Alto Sertão III, que está com a construção paralisada em estágio avançado, por até 350 milhões de reais e mais assunção de 998 milhões de reais em dívidas do empreendimento. Dias depois, a Renova, controlada pela estatal mineira Cemig, foi alvo da operação "E o Vento Levou", da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, que investiga possível desvio de recursos da empresa de Minas Gerais por meio de contratos superfaturados da empresa de energia limpa. Questionada por analistas, a diretora financeira afirmou que não está no radar da companhia neste momento uma mudança no pagamento de dividendos para suportar a aquisição. A AES Tietê tem distribuído 100 por cento do lucro aos acionistas. "Hoje não estamos avaliando mudar nossa política de pagamento de dividendo", afirmou. A executiva destacou que a AES Tietê promoveu recentemente uma reestruturação de suas dívidas, o que significou segundo ela "um avanço bastante importante na estrutura de dívida da companhia". Com uma emissão de debêntures de 2,2 bilhões de reais realizada em abril, a AES Tietê deslocou 1,5 bilhão de reais em dívidas que venceriam nos próximos cinco anos para prazos mais longos. Com isso, o prazo médio das dívidas da companhia passou para seis anos, ante 3,9 anos no final do primeiro trimestre e 4,2 vezes ao fim de 2018.