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  • Preços da gasolina e do etanol voltam a subir após semanas de queda, diz ANP

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    13/01/2024 - 07:30


    Foi o primeiro aumento após cinco semanas de baixa

    ECONOMIA

    - Após semanas de queda, os preços da gasolina e do etanol hidratado voltaram a subir no país, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis). O preço do diesel também subiu, ainda que em menor intensidade. De acordo com a ANP, a gasolina foi vendida, em média, a R$ 5,58 pelos postos brasileiros nesta semana, alta de R$ 0,02 por litro em relação à semana anterior. Foi o primeiro aumento após cinco semanas de baixa. O preço do etanol hidratado, principal concorrente da gasolina, subiu R$ 0,04, para R$ 3,43 por litro, mesmo com queda na cotação do produto nas usinas de São Paulo. Já o preço do diesel teve ligeira alta, ainda como reflexo da retomada da cobrança de impostos federais no início do ano. O diesel S-10 foi vendido, em média, a R$ 5,98 por litro, acréscimo de R$ 0,01 em relação à semana anterior. Em duas semanas, a alta acumulada é de R$ 0,04 por litro, segundo a ANP. O aumento da carga tributária, de R$ 0,32 por litro, foi parcialmente compensado por corte do preço do produto nas refinarias da Petrobras após o Natal. Em fevereiro, diesel e gasolina voltarão ser pressionados pelo aumento do ICMS. A alíquota do imposto estadual sobre a gasolina subirá R$ 0,15, para R$ 1,37 por litro. No diesel, a alta será de R$ 0,12, para R$ 1,06 por litro.

  • Ministério do Trabalho corrige valores do seguro-desemprego para 2024

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    12/01/2024 - 14:00


    correção levou em conta o Índice Nacional de Preços ao consumidor (INPC) de 2023

    ECONOMIA

    - Os novos valores da tabela anual do seguro-desemprego para 2024 entraram em vigor nesta quinta-feira (11). Com a correção o valor do benefício não será inferior ao valor correspondente do salário mínimo vigente, R$ 1.412. Já os trabalhadores que tenham recebido salários médios acima de R$ 3.402,65 terão direito ao seguro-desemprego no valor de R$ 2.313,74. A atualização feita pelo Ministério do Trabalho levou em conta o Índice Nacional de Preços ao consumidor (INPC) de 2023, divulgado nesta quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) , que foi de 3,71%.

  • Bancos encerram transações via DOC e TEC na próxima segunda-feira

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    09/01/2024 - 09:00


    Febraban afirma que agendamentos poderão ser feitos com data final para 29 de fevereiro de 2024

    ECONOMIA

    - O Documento de Ordem de Crédito (DOC) e a Transferência Especial de Crédito (TEC) vão deixar de ser oferecidos pelas instituições bancárias a partir das 22h da próxima segunda-feira (15). A decisão foi informada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) nesta segunda-feira (8).  A  instituição declarou que as transferências podem ser agendadas até o dia 29 de fevereiro, data em que os bancos vão encerrar os processamentos desses meios de transferência. O valor máximo que pode ser feito em cada uma das operações é R$ 4.999,99. Segundo Walter Faria, diretor adjunto de Serviços da Febraban, a extinção das duas modalidades de meio de pagamento considera o desinteresse da população. “Tanto a TEC quando o DOC deixaram de ser a primeira opção dos clientes e sua utilização vem caindo continuamente nos últimos anos. Os clientes têm dado preferência ao PIX, por ser gratuito, instantâneo e também pelo valor que pode ser transacionado”, explicou o diretor em nota.

  • Contribuição do MEI tem novo valor com alta do salário mínimo em 2024

    Foto: Agência Brasil Foto: Agência Brasil
    05/01/2024 - 15:30


    Novos valores estarão nos boletos de fevereiro

    ECONOMIA

    - O reajuste do salário mínimo para R$ 1.412 - a partir de 1º de janeiro de 2024 - também alterou o pagamento de impostos à Receita Federal, incluindo a contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI). Os novos valores começam a valer nos boletos com vencimento em 20 de fevereiro, referentes à competência de janeiro. Em comunicado, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) explicou que isso ocorre porque no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI) está incluso um valor referente à contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que acompanha anualmente a variação do salário mínimo. Para o MEI, além de um valor mais baixo de contribuição, os impostos são fixos, independentemente do faturamento. A regra se aplica desde que esteja dentro do limite anual, atualmente em R$ 81 mil. “Portanto, o novo valor do DAS-MEI em 2024 vai variar de R$ 70,60 a R$ 76,60, a depender da atividade desempenhada pelo empreendedor, sendo que algumas ocupações só pagam INSS”, explicou o Sebrae. Soma de tributos - O cálculo se dá pela soma das tributações do INSS (5% do salário-mínimo em vigor), Imposto Sobre Serviços (ISS) (mais R$ 5) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) (mais R$ 1). Por exemplo, pessoas que atuam na área de comércio e indústria pagam R$ 71,60; em serviços, R$ 75,60; em comércio e serviços, R$ 76,60. O Sebrae ressaltou que o DAS-MEI é a única obrigação financeira do MEI, mesmo que não esteja em atividade. Devido ao regime do Simples Nacional, em uma única guia de pagamento são recolhidos os impostos (ICMS e ISS) e a contribuição ao INSS, que dá direitos aos vários benefícios previdenciários. O optante pelo recolhimento por esse sistema é isento de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), contribuição para o Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) (exceto se incidentes na importação) e contribuição previdenciária patronal (exceto se contratar empregado). Local de destino - No caso do MEI Caminhoneiro, o valor vai de R$ 169,44 a R$ 175,44, a depender do tipo de produto transportado e o local de destino. O cálculo considera 12% do salário-mínimo para o INSS e as mesmas quantias do microempreendedor individual tradicional para ICMS e ISS. A categoria do MEI foi criada em 2008, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2023, a Receita Federal contabilizou a marca de 12 milhões de negócios formalizados, o que, segundo o Sebrae, representa em torno de 60% de todas as empresas do país. A emissão do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) pode ser feita por um programa gerador, por meio de aplicativo para celulares ou nos portais do Simples Nacional e da Receita Federal. O Sebrae também disponibiliza o serviço em seu portal. Com informações da Agência Brasil. 

  • Pix ultrapassa R$ 15 trilhões movimentados e prevê pagamento automático em 2024

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    05/01/2024 - 11:00


    Número de valores movimentados é cerca de três vezes maior do que o registrado em 2021

    ECONOMIA

    - O Pix, sistema de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), contabilizou 143 milhões de pessoas físicas cadastradas entre os meses de janeiro e novembro de 2023, com um recorde de R$ 15,3 trilhões movimentados no acumulado do ano. O número de valores movimentados é cerca de três vezes maior do que o registrado em 2021, quando foram R$ 5,2 trilhões, e 40% maior do que os R$ 10,9 trilhões do ano passado (2022). Segundo o Banco Central, a prioridade no momento é em relação à automatização dos pagamentos, com o lançamento do chamado Pix Automático, que tem como objetivo facilitar pagamentos recorrentes, de forma programada e mediante autorização prévia do usuário pagador. Ele será um complemento ao Pix Agendado - utilizado somente entre pessoas físicas - com abrangência para pagamentos recorrentes a empresas, como as contas de escola, condomínio, clubes, planos de saúde, distribuidoras de energia e água, entre outras. Em janeiro de 2023, 64% das transações eram entre pessoas físicas. No último levantamento feito (novembro), essa parcela era de 53% total de operações.

  • Fenabrave afirma que venda de motos cresceu 16,1% em 2023, maior volume em onze anos

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    04/01/2024 - 18:30


    Mesmo com dificuldades, as vendas de motos registraram alta de 0,5% em dezembro, frente ao mesmo período de 2022

    ECONOMIA

    - As vendas de motos fecharam 2023 com crescimento expressivo de 16,1%, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (4) pela Federação Nacional Distribuição Automotores (Fenabrave) , a associação das concessionárias. Com 1,58 milhão de unidades vendidas de janeiro a dezembro, esse foi o maior volume em 11 anos. A desaceleração do mercado no último trimestre do ano passado refletiu as dificuldades de recebimento de peças e escoamento da produção, em razão da seca severa que restringiu o transporte de cargas pelo rio Amazonas e seus afluentes até o porto de Manaus, onde estão as maiores montadoras de motocicletas do país. Mesmo com esta dificuldade, as vendas registraram alta de 0,5% em dezembro, frente ao mesmo período de 2022, chegando a 132,8 mil unidades. Na comparação com novembro, o crescimento foi de 1,8%.

  • Juros para quem atrasar pagamento da fatura do cartão de crédito não poderão ultrapassar dívida original

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    03/01/2024 - 13:00


    Medidas passam a valer a partir desta quarta-feira (3)

    ECONOMIA

    - As novas regras que limitam os juros do rotativo do cartão de crédito no Brasil começam a valer nesta quarta-feira (3). As mudanças foram estabelecidas no mês de dezembro, em decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN). A partir de agora, a dívida total de quem atrasar o pagamento da fatura do cartão, não poderá ultrapassar o dobro do débito original. Logo, se a dívida original for de R$ 100, o valor total a ser pago pelo cliente, com a cobrança de juros e encargos, não poderá exceder R$ 200. O rotativo é ativado automaticamente quando o cliente não efetua o pagamento total da fatura até a data de vencimento. Esta é a categoria mais cara do país para pessoas físicas, na casa dos 430% ao ano. De acordo com o Serasa, há 71,8 milhões de brasileiros em situação de inadimplência, conforme apontam os dados de novembro. Desse total, 20,8 milhões (ou 28,97%) possuem pendências com bancos e cartões — o segmento que mais concentra dívidas atrasadas.

  • Novo salário mínimo de R$ 1.412 passa a valer a partir desta segunda-feira

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    01/01/2024 - 09:30


    A quantia reajustada representa um aumento de 7% em relação ao anterior, de R$ 1.320, válido até dezembro de 2023

    ECONOMIA

    - Entra em vigor, nesta segunda-feira (1°), o novo salário mínimo de R$ 1.412. A quantia representa um aumento de 7%, ou seja, R$ 92 a mais em relação ao anterior, de R$ 1.320, válido até dezembro de 2023. O reajuste foi feito a partir de um cálculo baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que observa as tendências da inflação no país. O novo valor, que já havia sido previsto no Orçamento de 2024 do governo, foi anunciado oficialmente na última quarta-feira (27), em um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

  • Salário mínimo será de R$ 1.412 em 2024

    Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
    26/12/2023 - 17:00


    Valor passa a ser válido a partir de janeiro

    ECONOMIA

    - O governo federal definiu que a partir de janeiro de 2024 o novo valor do salário mínimo será de R$1.412, com pagamento em fevereiro do próximo ano. O mínimo atual é R$ 1.320. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai assinar até o dia 31 deste mês um decreto que estabelece o novo valor, com uma alta de R$92. O novo montante considera a política permanente de valorização do salário mínimo do governo do presidente Lula, aprovada pelo Congresso Nacional. Pela nova lei, o reajuste corresponde à soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro e do índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

  • Brasil salta duas posições e se torna a nona economia do mundo em 2023

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    Por Wellton Máximo

    19/12/2023 - 18:00


    FMI calcula em US$ 2,13 trilhões PIB nominal do país neste ano

    ECONOMIA

    - Com previsão de crescimento de 3,1% no Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, o Brasil saltará duas posições e se tornará a nona economia do mundo em 2023, divulgou nesta terça-feira (19) o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo a instituição, o país deverá encerrar o ano com PIB nominal de US$ 2,13 trilhões, ultrapassando o Canadá, com PIB estimado em US$ 2,12 trilhões. No ano passado, o Brasil estava na 11ª posição. Segundo o FMI, até 2026, o Brasil pode subir uma posição e tornar-se a oitava maior economia do planeta, com PIB estimado em US$ 2,476 trilhões. As estimativas foram divulgadas com base no relatório Perspectiva Econômica Mundial, lançado em outubro. Na ocasião, o FMI estimou crescimento de 3,1% para o PIB brasileiro neste ano, contra estimativa de 2,1% no relatório anterior. Segundo o FMI, os Estados Unidos, a China e Alemanha continuaram sendo as maiores economias do mundo neste ano. O órgão projeta que a economia global desacelerará neste ano, crescendo 3%, contra 3,5% em 2022. Para 2024, o FMI estima expansão global de 2,9%. Para o Brasil, o FMI projeta crescimento de 1,5% no próximo ano. A projeção é mais baixa que a da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que prevê expansão de 1,8% para a economia brasileira em 2024. O Ministério da Fazenda projeta crescimento de 2,2%. Confira o ranking das dez maiores economias do mundo em 2023, segundo projeção do FMI: 1. Estados Unidos – US$ 26,95 trilhões; 2. China – US$ 17,7 trilhões; 3- Alemanha – US$ 4,43 trilhões; 4. Japão – US$ 4,23 trilhões; 5. Índia – US$ 3,73 trilhões; 6. Reino Unido – US$ 3,33 trilhões; 7. França – US$ 3,05 trilhões; 8. Itália – US$ 2,19 trilhões; 9. Brasil – US$ 2,13 trilhões; 10. Canadá – US$ 2,12 trilhões. Fonte: Fundo Monetário Internacional. Repercussões - Na rede social X (antigo Twitter), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou o resultado com uma brincadeira: "Vocês não sabem o trabalho que dá para ter tanta sorte...", escreveu.  O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, também celebrou a divulgação do FMI afirmando, em suas redes sociais, que o Brasil está "de volta ao top 10".

  • Brasileiros estão consumindo mais ovos após queda no preço da proteína

    Foto: Reprodução      Foto: Reprodução
    19/12/2023 - 15:30


    Em 2024, esse consumo deverá saltar para 6,5%, batendo em 258 unidades, segundo estimativas da entidade divulgadas nesta terça-feira (19)

    ECONOMIA

    - O brasileiro consumiu mais ovos em 2023 e a expectativa para 2024 é que aumente ainda mais o consumo da proteína. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa os avicultores e suinocultores, a estimativa é que a população do país consumiu per capita 242 ovos este ano, frente aos 241 do ano passado, alta de 0,5%. Em 2024, esse consumo deverá saltar para 6,5%, batendo em 258 unidades, segundo estimativas da entidade divulgadas nesta terça-feira (19). Já no caso das exportações, o Brasil deverá vender ao exterior, este ano, 26 mil toneladas frente às 9.474 vendidas no ano passado, um crescimento de 175%. A produção deve fechar em 52.550 bilhões de unidades, crescimento de 1% em relação a 2022. No próximo ano, a produção deve crescer até 56 bilhões de unidades, alta de 6,5%. A produção de carne de frango e de porco também está aumentando este ano e deve crescer ainda mais em 2024. Este ano, a produção de carne de frango deve fechar em até 14,90 milhões de toneladas (alta de 2,6% em relação a 2022) e fechar 2024 em 15,35 milhões de toneladas, elevação de 3,75%. No caso do frango, a disponibilidade no mercado doméstico será de 10 milhões a 10,1 milhões de toneladas em 2024, cerca de 3,6% acima das 9,8 milhões de toneladas este ano. 

  • Ipea: inflação continua menor para famílias com renda mais baixa

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    14/12/2023 - 10:30


    Principal impacto para esse grupo é de alimentos e bebidas

    ECONOMIA

    - A inflação oficial para famílias com renda mais baixa, em novembro deste ano, continuou sendo menor do que para aquelas com renda mais alta, como ocorreu nos cinco meses anteriores, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o Ipea, em novembro a inflação para famílias com renda muito baixa, baixa e média-baixa passou de 0,13% em outubro para 0,20% em novembro. Entre as pessoas com renda média, a inflação passou de 0,22% para 0,23%. Entre aquelas com renda média-alta, a inflação manteve-se em 0,23%. Por fim, entre as pessoas com renda alta, a alta de preços passou de 0,55% para 0,58%. Segundo o Ipea, o principal impacto inflacionário para as classes de renda mais baixas, em novembro, veio do grupo “alimentos e bebidas”, com altas de produtos como o arroz (3,7%), feijão-preto (4,2%), batata (8,8%), cebola (26,6%), carnes (1,4%) e aves e ovos (0,53%). Os gastos com habitação também pressionaram o orçamento das famílias com renda mais baixa, principalmente devido ao aumento de 1,1% nas tarifas de energia elétrica. Para as famílias de renda mais alta, o maior impacto da inflação no mês veio da alta de 19,1% nos preços das passagens aéreas e de 0,76% nos planos de saúde. No acumulado de 12 meses, a inflação cresce de acordo com a faixa de renda: muito baixa (3,38%), baixa (3,85%), média baixa (4,40%), média (4,93%), média-alta (5,24%) e alta (6,09%). A inflação oficial é medida mensalmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Ipea usa os dados do IBGE para fazer a divisão da inflação por faixa de renda. 

  • Completar o tanque com gasolina no Nordeste compromete 11% da renda familiar, diz Fipe

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    14/12/2023 - 07:00


    Os três estados com maiores percentuais são o Maranhão (12,1%), Alagoas (11,9%) e Bahia (11,4%)

    ECONOMIA

    - Na região Nordeste, completar o tanque do automóvel com gasolina comprometeu o equivalente a 11% da renda familiar no terceiro trimestre deste ano. A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo, nesta quarta-feira (13). O dado revela que no Nordeste o percentual é elevado em relação à média das outras regiões, onde o consumo é de 6,6% do orçamento familiar. Os estados com menores valores são o Distrito Federal (3,5%), São Paulo (4,9%) e Santa Catarina (5,4%). Os números demonstram o poder de compra de combustíveis, calculado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Os três estados com maiores percentuais são o Maranhão (12,1%), Alagoas (11,9%) e Bahia (11,4%). "Nosso indicador reflete as desigualdades socioeconômicas existentes entre as regiões brasileiras, tanto no que se refere aos preços cobrados nos postos quanto com respeito à renda domiciliar mensal", disse Bruno Oliva, economista e pesquisador da Fipe.

  • Salário mínimo deve aumentar para aproximadamente R$ 1.412 em 2024

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    12/12/2023 - 18:00


    O cálculo foi confirmado pelo ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, o economista Felipe Salto

    ECONOMIA

    - Com previsão de aumentar R$ 92 em 2024, o salário mínimo deve passar de R$ 1.320 para R$ 1.412, de acordo com cálculo realizado pelo G1, divulgado nesta terça-feira (12). Mesmo com a alta, o valor não atingiu a estimativa inicial do governo de R$ 1.421, que estava prevista na proposta de orçamento deste ano. A estimativa de R$ 1.412 para o próximo ano também foi confirmada pelo ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, o economista Felipe Salto. Já a atual chefe do órgão, Vilma Pinto, calculou um valor semelhante, R$ 1.413. Os cálculos sobre o salário mínimo foram feitos com base na nova política de reajuste, que estabeleceu uma fórmula para valorização do recurso. Com o modelo atual, o aumento é definido a partir da soma de dois índices: a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro - como prevê a Constituição; e o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos últimos dois anos.

  • Governo anuncia prorrogação do Desenrola Brasil até março de 2024

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    12/12/2023 - 17:00


    Medida Provisória foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e publicada nesta terça-feira (12)

    ECONOMIA

    - O governo federal anunciou a prorrogação do programa "Desenrola Brasil", que renegocia dívidas de brasileiros, para  31 de março de 2024. A Medida Provisória foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (12). Antes da medida ser assinada, o prazo estava definido para encerrar no final deste ano. Ainda nesta data, uma portaria do Ministério da Fazenda alterou regras para acesso ao sistema através da platafaforma gov.br. Entre as mudanças, estão que contas de nível ouro ou prata podem renegociar o pagamento à vista ou parcelado, e contas de nível bronze podem apenas através do pagamento à vista. O programa Desenrola tem como objetivo a renegociação de dívidas de até R$5 mil, pagas em até 60 parcelas, com juros de 1,99% ao mês. Dívidas que ultrapassem esse valor e vão até os R$20 mil também podem ser renegociadas, desde que o pagamento seja à vista.

  • IPCA: preços sobem 0,28% em novembro com alta em alimentos

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    12/12/2023 - 13:00


    Dados foram divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

    ECONOMIA

    - A inflação do mês de novembro do Brasil, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu para 0,28%, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento foi pressionado pelo grupo de Alimentação e bebidas, com uma variação em 0,63% e um impacto em 0,13% ponto percentual no índice geral. No grupo de transportes, as passagens aéreas subiram em 19,12% e contribuíram para um alta de 0,27%. Apesar do aumento, a porcentagem é a menor no mês desde o ano de 2018, quando a queda foi de 0,21%. No acumulado dos 12 meses de 2023, o IPCA teve uma desaceleração de 4,68%, abaixo da meta de inflação para o ano, que era de 4,75%. 

  • Diesel mais barato a partir desta sexta-feira nas distribuidoras

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    08/12/2023 - 14:00


    A redução por litro, em média, é R$ 0,27

    ECONOMIA

    - O litro do diesel nas distribuidoras está, em média, R$ 0,27 menor, a partir desta sexta-feira (8). O valor passa a ser de R$ 3,78. A medida foi anunciada nessa quinta-feira (7) pela Petrobras. No ano, a redução acumulada soma R$ 0,71 por litro, o equivalente a 15,8%. De acordo com a empresa, o ajuste é resultado da análise dos fundamentos dos mercados externo e interno, frente à estratégia comercial da companhia, implementada em maio de 2023, em substituição à política de preços anterior, e que “passou a incorporar parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”. Preço médio - Ao considerar a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor cairá R$ 0,24 por litro e passará a ser, em média, R$ 3,33 a cada litro vendido na bomba. Com isso, o preço médio do diesel A S10 nas bombas poderá atingir valor de R$ 5,92 por litro, considerando que o Levantamento de Preços de Combustíveis da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a semana de 26 de novembro a 2 de dezembro indicou valor médio de R$ 6,16 por litro. A Petrobras lembra que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado por outros fatores, como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda. “Daí, esta estimativa ter propósito meramente referencial, mantidas constantes as demais parcelas que compuseram os preços ao consumidor naquele período”. A companhia destacou, também, que cabe às autoridades competentes realizar ações de fiscalização, autuação e penalização de práticas abusivas ou lesivas ao consumidor. Gasolina - No momento, a Petrobras está mantendo estáveis seus preços de venda de gasolina às distribuidoras, tendo em vista o último movimento realizado em 21 de outubro, de redução de R$ 0,12 por litro. No ano, os preços de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras acumulam queda de R$ 0,27 por litro, o equivalente a 8,7%. Para o GLP (gás de cozinha), os preços de venda às distribuidoras permanecem estáveis desde o dia 1º de julho. No ano, os preços do gás de cozinha para as distribuidoras acumulam retração equivalente a R$ 10,40 por botijão de 13 kg, ou 24,7%. A companhia reiterou que na formação de seus preços “busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”.

  • Brasil abriu 190.366 vagas de trabalho formal em outubro deste ano

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    28/11/2023 - 14:00


    Salário médio real de admissão em outubro foi de R$ 2.029,33 e indica estabilidade em comparação com o valor corrigido de setembro

    ECONOMIA

    - O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta terça-feira (28), de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que o Brasil abriu 190.366 vagas de trabalho formal em outubro deste ano. O resultado considera 1.941.281 admissões e 1.750.915 desligamentos no mês. O salário médio real de admissão em outubro foi de R$ 2.029,33 e indica estabilidade em comparação com o valor corrigido de setembro (R$ 2.034,51), destaca o Ministério. Segundo a pasta, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos, isso porque agricultura mostra pequeno saldo negativo. Os serviços respondem por 58% do saldo de empregos, nesse setor, a pasta destaca as atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+355.869), e para as atividades de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+312.552).

  • Pagamento do 13° deve gerar circulação de R$291 bilhões na economia brasileira

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    10/11/2023 - 07:00


    Segundo levantamento do Dieese, deve ser injetado um valor próximo a 2,7% do PIB

    ECONOMIA

    - O pagamento do 13º salário deverá gerar uma circulação de um montante de R$291 bilhões na economia brasileira. O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e foi divulgado nesta quinta-feira (9). A quantia, simboliza 2,7% do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB), e deve ser paga para 87,7 milhões de pessoas. A média de cada 13º recebido será de R$3.057,00, sendo que a maior média é destinada aos trabalhadores do setor de serviços (R$4.460). O valor total é dividido majoritariamente para os trabalhadores formais, que recebem 69% do montante, o que significa R$201,6 bilhões. Os aposentados e pensionistas representam demais 31% desta parcela, ou seja, R$89,8 bilhões.

  • Petrobras aumenta preço do diesel e diminui da gasolina

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    20/10/2023 - 07:00


    Segundo a empresa, o reajuste visa "reequilíbrio com o mercado

    ECONOMIA

    - O aumento no preço do diesel e redução no valor da gasolina nas refinarias foi anunciado pela Petrobras, nesta quinta-feira (19). O litro do diesel subirá R$ 0,25 e o da gasolina cairá R$ 0,12. São as primeiras mudanças de preços desde agosto. Em nota, a empresa disse que está no “limite da sua otimização operacional, incluindo a realização de importações complementares”. Segundo a empresa, o reajuste visa “reequilíbrio com o mercado e com os valores marginais para a Petrobras”. Para a gasolina, diz, o fim do período sazonal de maior demanda global gera maior disponibilidade e desvalorização do produto frente ao petróleo. Para o diesel, “observa-se uma demanda global sustentada, com expectativa de alta sazonal, resultando em valorização do produto frente ao petróleo”. A estatal mexeu nos preços pela última vez no dia 16 de agosto, quando o petróleo Brent oscilava em torno de US$ 85 por barril. Nesta quinta-feira, pressionado pela escalada do conflito no Oriente Médio, o valor chegou a US$ 92,38 por barril. O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, havia sinalizado a necessidade de reajuste dos combustíveis no país em live pouco antes da divulgação, ao afirmar que as cotações internacionais do petróleo tendem a se estabilizar em patamares mais altos. Prates disse que o mercado já vinha em tendência de alta mesmo antes do início da guerra e que, com o conflito, a tendência é que se estabilize em patamar mais elevado. “Desde agosto, nós fizemos um ajuste [nos preços]. Agora já estávamos no limiar de fazer mais uma consideração importante em relação aos novos patamares de preço e com esse conflito, no mínimo uma coisa volta para estabilizar, mas estabiliza em alta”, afirmou.