BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"

  • Maia acredita em aprovação da reforma tributária até o fim do ano

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Catarina Lopes

    16/08/2019 - 20:00


    Presidente da Câmara destacou que reforma tributária irá consolidar avanços realizados com a reforma da Previdência

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse hoje (16) que acha possível aprovar a reforma tributária até o fim do ano ou na Câmara ou no Senado. “Até o fim do ano pelo menos (será aprovado) em uma das duas casas”, declarou. De acordo com Maia, a reforma tributária irá consolidar os avanços conseguidos com a reforma da Previdência. “O Brasil não vai crescer só com a previdenciária. O Brasil precisa se modernizar. O Brasil precisa modernizar o sistema tributário, da gestão dos recursos humanos do Estado, do sistema previdenciário. Mais segurança jurídica para que a gente tenha menos demanda para o Judiciário”, afirmou o presidente da Câmara.

  • PRF determina suspensão e recolhimento de radares móveis

    Foto: Divulgação | PRF Foto: Divulgação | PRF
    Por Kamille Martinho

    15/08/2019 - 22:44


    A determinação vale até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias pública

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) determinou hoje (15) que “todos os gestores e servidores” suspendam o uso e recolham “equipamentos medidores de velocidade estáticos, móveis e portáteis”. A decisão foi publicada hoje (15) no Diário Oficial da União. Em nota encaminhada à imprensa, a PRF, estão revogados atos administrativos sobre a atividade de fiscalização eletrônica de velocidade em rodovias e estradas federais. Os policiais rodoviários também deverão rever normas internas sobre a atividade de fiscalização de trânsito quando a cargo da PRF. A PRF ainda informa que a determinação vale até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas.

  • IBGE: 3,3 milhões de desempregados procuram trabalho há pelo menos dois anos

    Foto: Arquivo | Agência Brasil Foto: Arquivo | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    15/08/2019 - 11:59


    Segundo analista do IBGE, quanto mais tempo desempregado, mais difícil voltar ao mercado de trabalho

    Mais de 3,3 milhões de brasileiros desempregados procuram emprego há pelo menos dois anos no país, de acordo com dados divulgados hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O universo representa 26,2% dos desempregados no país no segundo trimestre. Segundo o IBGE, os números são os maiores para um trimestre desde o ano de 2012. No primeiro trimestre, eram 3,319 milhões de brasileiros na mesma situação, que representavam 24,8% do total. Em um ano, houve alta de 6,2%, com acréscimo de 196 mil pessoas que procuram emprego há dois anos ou mais. "Esse total era de 1,435 milhões de pessoas em 2015, um indicador com tendência de crescimento em função da dificuldade da inserção no mercado de trabalho a partir do início da crise econômica, em finais de 2014", destacou o IBGE. A analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy, avaliou, em entrevista ao G1, que quanto mais tempo desempregado, mais difícil voltar ao mercado de trabalho. "Parte delas pode ter conseguido emprego, mas outra aumentou seu tempo de procura para os dois anos”, avaliou. Do total de desempregados, a maior parcela (45,6% ou 5,823 milhões) procura trabalho há mais de um mês e menos de 1 ano. Outros 1,807 milhão (14,2%) procuram há mais de um ano e menos de dois anos e 1,789 milhão (14%) há menos de 1 mês.

  • Desemprego no Brasil é de 12% e atinge 12,8 milhões, aponta IBGE

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Juliana Rodrigues

    15/08/2019 - 11:00


    Maiores taxas foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%)

    O desemprego no Brasil foi de 12%, em média, no segundo trimestre deste ano, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice caiu na comparação com o primeiro trimestre (12,7%) e em relação ao mesmo período do ano passado (12,4%). Em números absolutos, são 12,8 milhões de pessoas. Na comparação com o primeiro trimestre de 2019, dez estados tiveram recuo no índice. As maiores taxas foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%) e as menores em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%). Mais de um quarto (26,2%) dos desempregados procura trabalho há no mínimo dois anos, o que corresponde a 3,347 milhões de brasileiros. Esses números são os maiores para um trimestre desde 2012, segundo o IBGE.

  • Bolsonaro determina suspensão do uso de radares móveis em rodovias federais

    Foto: Divulgação | PRF-TO Foto: Divulgação | PRF-TO
    Por Juliana Rodrigues

    15/08/2019 - 08:30


    Medida publicada no Diário Oficial da União de hoje vale até a conclusão de uma revisão das atuais normas sobre fiscalização eletrônica de velocidade

    O presidente Jair Bolsonaro determinou a suspensão do uso de radares móveis de fiscalização de velocidade em rodovias federais. A ordem foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (15), e foi dada ao Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O despacho não especifica quando a medida entra em vigor. O presidente já havia manifestado na segunda (12) a intenção de acabar com os radares móveis do país já na semana que vem. Na ocasião, ele disse que se tratava de uma decisão dele próprio e que era "só determinar à PRF que não use mais". Bolsonaro, no entanto, afirmou que poderia voltar atrás se alguém "provar que esse trabalho é bom". A suspensão determinada hoje (15) vale até a conclusão de uma revisão das atuais normas sobre fiscalização eletrônica de velocidade, que deverá ser feita pelo Ministério da Infraestrutura. A pasta controla o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que definem regras sobre o assunto. Além disso, o Ministério da Justiça deverá revisar os atos normativos internos sobre o tema. A suspensão se aplica aos radares estáticos (instalados em veículo parado ou sobre suporte), móveis (instalados em veículo em movimento) e portáteis (direcionados manualmente para os veículos). A determinação não se aplica aos radares fixos, que são aqueles instalados em local definido e de forma permanente.

  • MP da Liberdade Econômica possibilita geração de 3,7 mi de novos empregos

    Foto: José Cruz | Agência Brasil Foto: José Cruz | Agência Brasil
    Por Lara Curcino

    14/08/2019 - 21:00


    O prazo para o impacto gerado pelo texto aprovado ontem é de dez anos

    A Medida Provisória da Liberdade Econômica, aprovada na noite de ontem (13) na Câmara dos Deputados, vai possibilitar a geração de 3,7 milhões de novos empregos, em um prazo de até dez anos. O cálculo foi feito pelo governo e faz parte de um estudo da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. O número foi divulgado hoje pelo titular especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel. De acordo com o secretário, a MP vai permitir também um acréscimo de 7% no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. O impacto previsto será gerado em decorrência da desburocratização de diversas atividades econômicas.

  • Votação da reforma da Previdência deve ser concluída em 2 de outubro

    Foto: Beto Barata | Agência Senado Foto: Beto Barata | Agência Senado
    Por Juliana Almirante

    14/08/2019 - 12:00


    Agenda divulgada prevê que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) seja votada no plenário em primeiro turno no dia 18 de setembro

    O calendário da tramitação da proposta de reforma da Previdência foi definido ontem (13) por líderes de partidos do Senado. De acordo com a Agência Brasil, a agenda divulgada prevê que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) seja votada no plenário em primeiro turno no dia 18 de setembro e, em segundo, no dia 2. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), negou que o prazo de 60 dias previsto para tramitação da PEC seja “atropelado”, como alertaram parlamentares da oposição. Ele pontua que a comissão especial do Senado criada para acompanhar a proposta durante a tramitação na Câmara, já atua há cerca de cinco meses na Casa. “Eu respeito a posição de todos os senadores, acho legítimo, e eles estão cumprindo o seu papel para que possam se manifestar. Mas, o Senado Federal criou uma comissão especial que já tem mais de 150 dias de constituída com senadores de todos os partidos políticos, que teve à frente desta comissão especial com intuito de acompanhar o andamento da reforma na Câmara dos Deputados”, argumentou. O relator da matéria, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), tem defendido que os colegas confirmem o texto aprovado pelos deputados, sem nenhuma alteração, para que não precise voltar à Câmara. Apesar de reconhecer que o texto votado na Câmara precisa ser melhorado, principalmente em relação às novas regras de previdência de estados e municípios, o tucano defende que as alterações propostas pelos senadores estejam em PEC paralela que tem o apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP). 

  • Dodge prorroga força-tarefa da Lava Jato por mais um ano

    Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado Foto: Marcos Oliveira | Agência Senado
    Por Lara Curcino

    13/08/2019 - 10:30


    Essa é a quinta vez que os trabalhos da operação no Paraná são prolongados

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou ontem (12) a prorrogação da Operação Lava Jato por mais um ano. Essa é a quinta vez que os trabalhos da força-tarefa no Paraná são prolongados desde a criação, em 2014. A decisão ocorre um dia antes da reunião do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que vai analisar dois processos referentes à atuação do atual coordenador da ação, Deltan Dallagnol. A discussão envolve 146 itens. Dodge, cujo mandato termina em setembro, está em campanha para continuar no posto. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, responsável por indicar o próximo procurador, acena para um perfil mais conservador e nomes como o atual subprocurador-geral, Augusto Aras, aparecem entre os cotados.

  • 'Semana que vem não teremos mais radares móveis no Brasil', promete Bolsonaro

    Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil Foto: Antonio Cruz | Agência Brasil
    Por Kamille Martinho

    12/08/2019 - 19:00


    "Vamos acabar com essa roubalheira", disse o presidente

    O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (12) que "está brigando na Justiça" para acabar com pardais e lombadas eletrônicas no país. A declaração foi dada durante inauguração de 47 quilômetros duplicados da BR-116, em Pelotas (RS). "Vamos acabar com essa roubalheira", disse o presidente. "A partir da semana que vem, não teremos mais radares móveis no Brasil", prometeu. Os apoiadores de Bolsonaro que estavam presentes no evento vaiaram o deputado estadual Zé Nunes (PT), a prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas (PSDB) e o  vice-governador do Estado, Ranolfo Vieira Jr, que representava Leite na cerimônia. As manifestações hostis só terminaram durante as falas dos ministros que acompanhavam Bolsonaro.

  • No 1º semestre do governo Bolsonaro, 44 indicadores pioram e 28 melhoram

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    12/08/2019 - 00:00


    Entre os dados que mais apresentam deterioração, estão os das áreas do meio ambiente, educação e saúde

    A maioria dos quase 90 indicadores nacionais, que passam da economia ao meio ambiente, regrediu nos primeiros seis meses da gestão do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL). O levantamento da Folha de S. Paulo verificou 87 estatísticas oficiais e de estudiosos que têm números atualizados até algum ponto do primeiro semestre de 2019 e cruzou com dados do ano passado. Os dados foram concedidos por ministérios, IBGE, além de órgãos de pesquisa e organizações tradicionais ligadas a determinadas áreas, a exemplo do ISA (Instituto Socioambiental), na questão indígena. Desse total de indicadores, 44 pioraram, outros 15 permaneceram estáveis e 28 deles apresentaram alguma melhora. Entre os dados que mais apresentam deterioração, estão os das áreas da educação, saúde e meio ambiente. As informações oficiais divulgadas pelo Ministério da Justiça apontam melhora nos índices de criminalidade do país. Na economia, por sua vez, foi registrado um equilíbrio. Entre os 47 indicadores econômicos analisados, houve piora em 20 e melhora também em 20. Outros sete permaneceram estáveis. Na parcela negativa dos dados, se destaca o comportamento na área de comércio exterior, indústria e endividamento das famílias. Por outro lado, é registrada melhora nos índices de inflação e da Bolsa de Valores, assim como ligeiro avanço nos resultados do emprego no país. Os indicadores analisados na reportagem, no entanto, variam não necessariamente em função da gestão federal. A segurança pública é um exemplo, já que a maior responsabilidade cabe aos governos estaduais. Na economia, os índices são influenciados por conjunto de ações ao longo dos anos e que extrapolam fronteiras.

  • Reforma da Previdência já tem votos necessários no Senado, diz levantamento

    Foto: Reprodução | Agência Senado Foto: Reprodução | Agência Senado
    Por Juliana Almirante

    12/08/2019 - 00:00


    Apenas 13 senadores se posicionaram contrários à proposta

    Levantamento do jornal "Estado" mostra que a reforma da Previdência já tem os votos necessários para ser aprovada no plenário do Senado Federal. O placar aponta 53 votos “sim” ao texto, mais do que o número necessário para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que requer o apoio de 49 senadores em dois turnos de votação. Apenas 13 senadores se posicionaram contrários à proposta. Quatro se disseram indecisos e outros dez não quiseram responder ao jornal. De acordo com o regimento, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pode se abster de votar, e por isso não foi incluído no placar. A proposta precisa do aval da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa antes de ir à votação no plenário. O relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), deve entregar o parecer em até três semanas.

  • Reforma deve levar 4 milhões de brasileiros a recorrer à previdência privada

    Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    11/08/2019 - 19:00


    Estimativa do mercado financeiro é para os próximos cinco anos

    A reforma da Previdência, que deve ter o aval do Senado nos próximos meses, deve levar 4 milhões de brasileiros  recorrer à previdência privada, de acordo com reportagem do jornal "O Globo" de hoje (11). Estimativa da consultoria especializada Mercer aponta que a alteração nas regras de aposentadoria deve levar, em cinco anos, a um aumento de 25% no número de pessoas que investem na previdência complementar. O número de adesões deve subir de 16 milhões para 20 milhões, contabilizando planos abertos e fechados, como os de fundos de pensão de estatais e do setor público. O volume de recursos investidos nos planos abertos deve crescer 17% entre 2019 e 2020, batendo R$ 1 trilhão, conforme projeção do Santander. Há ainda outros fatores que favorecem o crescimento do mercado de previdência privada: a queda dos juros básicos da economia e a crescente competição entre gestores, fintechs, bancos e seguradoras. As instituições devem, com o novo cenário, reduzir taxas e oferecer fundos mais agressivos, para atrair um novo público. A reportagem aponta que já há sinais de aceleração. No Santander, o volume médio mensal captado para planos de previdência aumentou duas vezes desde o ano passado, para R$ 900 milhões. Na BrasilPrev, do Banco do Brasil, o número de simulações de planos do aplicativo triplicou de janeiro a julho, em reação à tramitação da reforma.

  • Bolsonaro sugere ‘fazer cocô dia sim, dia não’ para salvar o meio ambiente

    Foto: Carolina Antunes | PR Foto: Carolina Antunes | PR
    Por Matheus Simoni

    09/08/2019 - 13:58


    Para o presidente, é necessário que seja feito um planejamento familiar como estratégia para controlar o crescimento populacional

    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recomendou que a população faça "cocô dia sim, dia não" para melhorar a vida de quem sofre com a poluição ambiental. A resposta foi dada em entrevista a jornalistas hoje (9), na saída do Palácio do Alvorada. Em tom de ironia, ele fez a afirmação quando questionado se é possível conciliar crescimento e preservação. Ao repórter que fez a pergunta, Bolsonaro deu a declaração. "É só você deixar de comer menos um pouquinho", respondeu. "Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também", declarou. Para o presidente, é necessário que seja feito um planejamento familiar como estratégia para controlar o crescimento populacional. "O mundo, quando eu falei que cresce mais de 70 milhões por ano, precisa de uma política de planejamento familiar. Você olha as pessoas que têm mais cultura têm menos filhos. Eu sou uma exceção à regra, tenho cinco. Mas como regra, é isso", afirmou o presidente.

  • Senado cria comissão para investigar escândalo de Itaipu que pode atingir Bolsonaro

    Foto: Divulgação | PR Foto: Divulgação | PR
    Por Juliana Rodrigues

    08/08/2019 - 20:00


    O requerimento, feito pelo senador Jaques Wagner (PT), foi aprovado nesta quinta-feira (8)

    Uma subcomissão na Comissão de Relações Exteriores do Senado vai investigar o escândalo do acordo de Itaipu, que levou o governo do Paraguai a uma crise que pode custar o mandato do atual presidente, Mário Abdo Benitez, e do vice, Hugo Velazquéz. O requerimento, feito pelo senador Jaques Wagner (PT), foi aprovado nesta quinta-feira (8). Segundo o requerimento, a comissão deve investigar a “tentativa de favorecimento ilegal a uma empresa brasileira que atua na área de energia, a Leros”. Além disso, deve “fazer gestões junto ao Senado do Paraguai, no sentido de distender o clima de apreensão e desconfiança criado por negociações sigilosas e malconduzidas.” Reportagem do jornal ABC, do Paraguaiy, revelou que o advogado José Rodríguez González, que atua como assessor jurídico informal do vice-presidente, Hugo Velázquez, intermediou a exclusão de uma cláusula para beneficiar a empresa brasileira Léros Comercializadora, que seria ligada à família do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no acordo secreto de renegociação da Usina Hidrelétrica de Itaipu, assinado no dia 24 de maio. O jornal detalha ainda que o acordo só foi tornado público na semana passada por exigência do Senado paraguaio. No documento, um dos termos – classificado pela mídia paraguaia como ítem 6 – teria sido excluído para beneficiar a empresa brasileira, do setor de energia, que seria ligada clã Bolsonaro, segundo González.

  • Corregedor viu conduta grave de Dallagnol e não abriu apuração, apontam mensagens

    Foto: José Cruz | Agência Brasil Foto: José Cruz | Agência Brasil
    Por Juliana Almirante

    08/08/2019 - 07:00


    Episódio envolveu a divulgação feita por Deltan de uma palestra dele na qual prometia revelações inéditas sobre a Lava Jato e que teria cobrança de ingresso

    O então corregedor-geral do Ministério Público Federal, Hindemburgo Chateaubriand Filho, criticou, em julho de 2017, de maneira informal, a conduta do procurador da República Deltan Dallagnol na divulgação de uma palestra. Chateaubriand Filho ressaltou a gravidade da situação, no entanto, deixou de abrir apuração oficial. É o que apontam diálogos no aplicativo Telegram obtidos pelo The Intercept Brasil e analisados em conjunto com a Folha, publicados hoje (8). O episódio envolveu a divulgação feita por Deltan de uma palestra dele na qual prometia revelações inéditas sobre a Operação Lava Jato e que teria cobrança de ingresso dos participantes. Hindemburgo expôs a reprovação ao procurador, que decidiu fazer uma alteração no teor da publicidade da palestra. Ele comentou que a interferênciao no episódio resultava do apreço que tinha por Deltan e saía da linha de atuação regular de um corregedor-geral, que tem o papel de fiscal máximo da atividade dos procuradores.

  • Ministra diz que vai liberar mais agrotóxicos para o Brasil ‘entrar na modernidade’

    Foto: Wilson Dias | Agência Brasil Foto: Wilson Dias | Agência Brasil
    Por Lara Curcino

    07/08/2019 - 06:00


    De acordo com ela, os produtos autorizados têm menos toxicidade atualmente

    A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que a aprovação de registros de agrotóxicos vai continuar acontecendo, e cada vez mais, para o Brasil “entrar na modernidade”. A titular da pasta argumentou, após polêmica pela liberação de diversos novos defensivos agrícolas, que os produtos autorizados atualmente têm menos toxicidade e representam melhoria para o país. De acordo com ela, isso é comprovado porque a lei brasileira não permite registro de produto mais tóxico ou com o mesmo grau de toxicidade dos já existentes. 

  • Damares diz que Brasil sofre com "epidemia de suicídio"

    Foto: Valter Campanato | Agência Brasil Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
    Por Catarina Lopes

    07/08/2019 - 06:00


    "Nós temos registro de crianças de seis anos no Brasil que se suicidaram", afirma a ministra

    A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que o Brasil “está diante do caos da epidemia de suicídio”. Ela acha que o país vai ficar surpreso quando receber os números atualizados. “É possível que a gente se assuste. Que a gente esteja entre os cinco primeiros no mundo em suicídio e automutilação”, apontou. Damares destacou a quantidade de ocorrências do tipo em crianças. “Nós temos registro de crianças de seis anos no Brasil que se suicidaram. A menina mais jovem que conversou comigo, que estava se automutilando e querendo se matar, tinha sete anos”, disse.

  • Vaza Jato: procuradores queriam achar contas de Gilmar Mendes na Suíça

    Foto: Rosinei Coutinho | STF Foto: Rosinei Coutinho | STF
    Por Juliana Rodrigues

    06/08/2019 - 13:43


    Chefe da Lava Jato no MP, Deltan mirou também sua artilharia contra o ministro Dias Toffoli, que hoje preside a Corte: "Sonho que Toffoli e GM acabem fora do STF rsrsrs"

    Procuradora da Lava Jato estavam empenhados em implicar o ministro da Suprema Corte, Gilmar Mendes, em investigações de contas na Suíça. De acordo com novo vazamento de conversas, desta vez publicado pelo jornal El País, os membros do Ministério Público liderados por Deltan Dallagnol se mobilizaram para apurar decisões e acórdãos do magistrado para embasar sua ofensiva. Na guerra aberta contra o ministro do Supremo, os procuradores se mostraram particularmente animados em 19 de fevereiro deste ano. "Gente essa história do Gilmar hoje!! (...) "Justo hoje!!! (...) "Que Paulo Preto foi preso", começa Dallagnol no chat grupo Filhos do Januário 4, que reúne procuradores da força-tarefa. A conversa se desenrola e se revela a ideia de rastrear um possível elo entre o magistrado e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, preso em Curitiba num desdobramento da Lava Jato e apontado como operador financeiro do PSDB. Uma aposta, diz o site, era que Gilmar Mendes, que já havia concedido dois habeas corpus em favor de Preto, aparecesse como beneficiário de contas e cartões que o operador mantinha na Suíça, um material que já estava sob escrutínio dos investigadores do país europeu. “Vai que tem um para o Gilmar…hehehe”, diz o procurador Roberson Pozzobon no grupo, em referência aos cartões do investigado ligado aos tucanos. A possibilidade de apurar dados a respeito de um ministro do Supremo sem querer é tratada com ironia. “vc estara investigando ministro do supremo, robinho.. nao pode”, responde o procurador Athayde Ribeiro da Costa. “Ahhhaha”, escreve Pozzobon. “Não que estejamos procurando”, ironiza ele. “Mas vaaaai que”. Dallagnol então reforça, na sequência, que o pedido à Suíça deveria ter um enfoque mais específico: “hummm acho que vale falar com os suíços sobre estratégia e eventualmente aditar pra pedir esse cartão em específico e outros vinculados à mesma conta”, escreve. “Talvez vejam lá como algo separado da conta e por isso não veio" (...) "Afinal diz respeito a OUTRA pessoa”. Chefe da Lava Jato no MP, Deltan mirou também sua artilharia contra o ministro Dias Toffoli, que hoje preside a Corte. " "Sonho que Toffoli e GM acabem fora do STF rsrsrs", escreveu. O procurador chega a mobilizar assistentes para produzir um documento com "o propósito de mostrar eventuais incongruências [de Mendes] com os casos da Lava Jato". E, ao longo de anos, insiste nas possibilidades de pedir a suspeição do ministro e encampar um processo de impeachment. Os colegas, entretanto, ponderam sobre a ideia de partir para a via do impedimento político e a iniciativa acaba não saindo do papel. Em 5 de maio de 2017, por exemplo, o coordenador da força-tarefa falou aos pares de pleitear o impedimento de Gilmar Mendes caso o ministro concedesse habeas corpus a Antonio Palocci, condenado na Lava Jato. "Caros estive pensando e se perdermos o HC do Palocci creio que temos que representar/pedir o impeachment do GM". O habeas corpus (HC), ele sustentava, seria a gota d’água que faltava para pedir o afastamento do ministro. Para embasar o pedido, elencou declarações públicas do ministro contra a força-tarefa, “incoerência de votos”, “favorecimentos”, e até seus antigos confrontos com o ex-ministro da Corte Joaquim Barbosa — "só para dar força moral”. “Calma, Deltan”, diz a procuradora Laura Tessler. Ela afirma, então, que soube que o jurista Modesto Carvalhosa entraria com um pedido de impeachment contra o ministro. “Eu não acho que nós devemos fazer pedido de impeachment. outros fazerem é bom”, completou o procurador Paulo Roberto Galvão. Leia a reportagem completa

  • Reforma da Previdência volta à pauta da Câmara hoje

    Foto: Luis Macedo | Câmara dos Deputados Foto: Luis Macedo | Câmara dos Deputados
    Por Juliana Almirante

    06/08/2019 - 07:00


    Matéria foi aprovada em primeiro turno, em julho, por 379 votos a 131

    A discussão sobre a proposta de reforma da Previdência deve ser retomada hoje (6) pela Câmara dos Deputados. A matéria foi aprovada em primeiro turno, em julho, por 379 votos a 131. Agora, os deputados iniciarão a votação da proposta em segundo turno. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) só será aprovada se tiver os votos favoráveis de ao menos três quintos dos parlamentares: 308 dos 513 deputados. Se aprovada, a reforma seguirá para o Senado. As sessões desta terça estão marcadas para a partir das 13h. Antes de entrar no mérito da reforma, os deputados deverão, contudo, analisar um pedido de dispensa do intervalo de cinco sessões entre o primeiro e o segundo turno. Até agora, só foram realizadas três sessões. Partidos aliados ao governo pretendem manter o texto aprovado em primeiro turno. Já os deputados de oposição querem apresentar sete destaques para tentar modificar a proposta.

  • Ministra diz que liberação de agrotóxicos não traz riscos à saúde

    Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr | Agência Brasil
    Por Danielle Campos

    05/08/2019 - 22:00


    Segundo Tereza Cristina, quase todos os países do mundo já usam esses produtos

    A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse hoje (5), após participar do Congresso Brasileiro do Agronegócio, que a liberação de agrotóxicos não coloca em risco a saúde dos consumidores, nem o meio ambiente. De acordo com ela, a liberação de registro para os novos produtos no Brasil foi acelerada, mas as exigências continuam as mesmas. Tereza Cristina também informou que os pesticidas e herbicidas usados no Brasil também são usados em outras partes do mundo e que, na verdade, há uma má compreensão sobre o assunto. “É inadmissível que o agronegócio brasileiro tenha tido nessa última semana um bombardeio pela mídia nacional, querendo colocar desinformação aos brasileiros, falando sobre o alimento inseguro, o que não é verdade”, relatou. O tema do desmatamento precisa de ações focadas na comunicação, de acordo com a ministra, que reprovou as reportagens publicadas sobre o desmatamento no país. “Ninguém é mais sustentável do que o Brasil”, completou.