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  • Brasil ultrapassa 67 mil mortes por Covid-19, diz consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Luciana Freire

    08/07/2020 - 16:30


    Total de casos confirmados da doença é de 1.683.738

    BRASIL

    - O Brasil ultrapassou hoje (8) 67 mil mortes por Covid-19, segundo o balanço das 13h, feito pelo consórcio de veículos de imprensa formado pelo O Globo, G1, Extra, Folha de S.Paulo, Uol e O Estado de S. Paulo. O total de casos confirmados da doença é de 1.683.738. O país registrou 245 novos óbitos e mais 9.083 novos casos desde às 20h de ontem, quando foi divulgado o boletim anterior. O boletim é consolidado a partir dos números divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde. Os números foram atualizados pelas secretarias do Ceará, Goiás, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Roraima e o Distrito Federal. 

  • Bolsonaro testa positivo para Covid-19

    Por Juliana Rodrigues

    07/07/2020 - 12:17


    'Estou perfeitamente bem', afirmou. Bolsonaro realizou o exame na segunda-feira (7), após ter febre e sentir dores no corpo.

    BRASIL

    - O presidente Jair Bolsonaro afirmou que contraiu o novo coronavírus. O resultado foi confirmado após o chefe do Planalto ter apresentado febre no dia anterior e feito um exame para detectar a covid-19. "Estou perfeitamente bem. Vou despachar por videoconferência e assinar papéis aqui (Palácio da Alvorada)", afirmou. Na noite de segunda-feira, 6, a Presidência da República divulgou uma nota informando que Bolsonaro estava em "bom estado de saúde". O presidente já deu declarações polêmicas sobre a pandemia o vírus. Relembre. Desde o início da pandemia, o presidente tem minimizado o impacto do coronavírus em discursos e entrevistas. Nos últimos dias, por exemplo, ele participou de eventos sem usar máscara e sem manter o distanciamento recomendado pelas autoridades de saúde pública. Publicamente, Bolsonaro já chamou a doença de “gripezinha” e disse que não precisaria se preocupar caso fosse contaminado por conta do seu histórico de atleta.

  • TCU aponta indícios de pagamento de auxílio emergencial indevido a mais de 230 mil empresários

    Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
    Por Luciana Freire

    07/07/2020 - 09:30


    Órgão determinou ao Ministério da Cidadania que, no prazo de 15 dias, indique os controles a serem implementados para reduzir os indícios de inconsistências identificadas

    BRASIL

    - O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 235.572 empresários com indícios de serem sócios ou responsáveis por empresas e que receberam o auxílio emergencial do governo federal. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo. Estes empresários fazem parte de um grupo de 620.299 pessoas suspeitas de recebimento indevido. O TCU determinou ao Ministério da Cidadania que, no prazo de 15 dias, indique os controles a serem implementados para reduzir os indícios de inconsistências identificadas nas análises sobre os beneficiários nas folhas de pagamento do auxílio emergencial. O Ministério da Cidadania informou em nota que a Controladoria-Geral da União (CGU) analisou 30,5 milhões de pagamentos do auxílio emergencial e encontrou inconformidades em 160 mil, o que representa 0,5% deste total.

  • Brasil terá nova gasolina a partir de agosto

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    07/07/2020 - 06:00


    De acordo com a Petrobras, o combustível terá melhor qualidade e deixará os carros mais eficientes, entretanto o litro da gasolina ficará mais caro

    BRASIL

    - A gasolina vendida no Brasil seguirá novas especificações definidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que regula o setor, a partir de 3 de agosto. As mudanças valem para a gasolina tipo C (comum) e premium. De acordo com a Petrobras, o combustível terá melhor qualidade e deixará os carros mais eficientes, reduzindo o consumo de combustível e as emissões de poluentes. Entretanto, o litro da gasolina ficará mais caro. Segundo o Auto Esporte, o mentor de tecnologia em energia da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade) afirma que a melhoria no consumo do veículo irá compensar o custo mais alto para abastecer. "Há previsões de que os veículos devem ter a performance melhorada, chegando a 3% ou 4% (na economia de combustível)", disse.

  • Brasil ultrapassa 65 mil mortes por Covid-19, diz consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Luciana Freire

    06/07/2020 - 19:30


    Número total de casos até o momento é de 1.613.351

    BRASIL

    - O número de mortes confirmadas por Covid-19 no Brasil chegou a 65.120, diz o boletim das 13h do consórcio de veículos de imprensa formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, Uol e O Estado de S. Paulo hoje (6). O número total de casos até o momento é de 1.613.351. O último levantamento foi divulgado às 8h. Com a nova verificação, as secretarias de saúde do Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Norte, Roraima, Tocantins, São Paulo e Distrito Federal divulgaram novos dados. O balanço anterior contabilizava 64.909 mortes e 1.604.683 casos confirmados.

  • Bolsonaro sanciona MP que autoriza suspensão de contratos e redução de salário durante pandemia

    Foto: Reprodução  Foto: Reprodução
    Por Luciana Freire

    06/07/2020 - 19:00


    MP autoriza a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias e redução de salário e jornada, por 90 dias; empresas podem reduzir salários em 25%, 50% ou 70%

    BRASIL

    - O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (6) em rede social a sanção da medida provisória (MP) que permite a redução da jornada de trabalho e do salário em razão da pandemia do coronavírus. "Sancionada hoje a Lei que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (MP-936). Todos os benefícios serão custeados com recursos da União, operacionalizado e pago pelo @MinEconomia diretamente ao empregado", diz a publicação. Editada no início de abril, a MP autoriza a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias e redução de salário e jornada, por 90 dias. As empresas podem reduzir salários em 25%, 50% ou 70%. Bolsonaro não informou se houve vetos a trechos da proposta aprovada pelo Congresso Nacional. Texto foi aprovado pelo Senado em 16 de junho.

  • Aras endurece medidas contra bolsonaristas para se aproximar do STF

    Foto: Antonio Augusto | PGR Foto: Antonio Augusto | PGR
    Por Juliana Rodrigues

    06/07/2020 - 08:00


    Reaproximação com o STF também ocorre no momento em que Aras enfrenta uma queda de braço interna no Conselho Superior do MPF

    BRASIL

    - Isolado internamente e criticado no Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Augusto Aras, usou o inquérito dos atos antidemocráticos para investigar aliados do presidente Jair Bolsonaro e mandar sinais de isenção ao Judiciário e ao STF. A informação é da Folha. A PGR fechou o cerco aos organizadores dos protestos que pediam fechamento do Congresso e do Supremo, além de realizar ações contra deputados e apoiadores do governo, e de agir rapidamente no caso dos fogos de artifícios lançados em direção à sede da Corte. Tais medidas tiveram repercussão positiva no Supremo, que mantém o interesse em ter boa interlocução com a PGR, já que a punição de pessoas que atacam o STF e estão sendo investigadas no inquérito das fake news depende diretamente de Aras. A reaproximação com o STF também ocorre no momento em que Aras enfrenta uma queda de braço interna com um movimento que tenta limitar seus poderes. Nas últimas semanas, ele sofreu quatro derrotas nas eleições para o Conselho Superior do Ministério Público Federal, além de perder a maioria no colegiado.

  • Brasil registra 64.375 mortes e 1.579.394 casos de coronavírus, diz consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Luciana Freire

    05/07/2020 - 08:00


    Desde o último boletim, divulgado sábado (4), foram registradas 1.091 novas mortes, e 37.923 novos casos

    BRASIL

    - Levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, aponta que o Brasil tem 64.375 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h de hoje (5). Além disso, são 1.579.394 casos confirmados da doença. Desde o último boletim, divulgado ontem, foram registradas 1.091 novas mortes, e 37.923 novos casos. O grupo de veículos de imprensa é formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, Uol e O Estado de S. Paulo.

  • Brasil registra 63.295 mortes e 1.545.458 casos de coronavírus, diz consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Juliana Rodrigues

    04/07/2020 - 10:15


    Desde o último boletim, divulgado na noite desta sexta, três estados atualizaram os dados da Covid-19

    BRASIL

    - O levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa, a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, aponta que o Brasil registrou 63.295 mortes por coronavírus até as 8h de hoje (4). Desde o último boletim do consórcio, divulgado às 20h de ontem (3), Goiás, Mato Grosso e Roraima atualizaram os dados da Covid-19. Além disso, são 1.545.458 casos confirmados da doença. O relatório da manhã de hoje soma 41 novas mortes e 2.117 casos a mais de coronavírus.

  • Brasil tem 62.304 mortes por Covid-19, diz consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Luciana Freire

    03/07/2020 - 15:40


    Segundo o boletim das 13h, total de casos de coronavírus no Brasil é de 1.508.991

    BRASIL

    - As mortes confirmadas por Covid-19 no Brasil chegaram a 62.304, indica o boletim das 13h do consórcio de veículos de imprensa formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, Uol e O Estado de S. Paulo hoje (3). Total de casos até o momento é de 1.508.991. O levantamento anterior foi divulgado às 8h e contabilizou 62.045 mortes e 1.502.424 casos confirmados. Os números do boletim são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde. Com a verificação, as secretarias de Saúde do Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí, Roraima, Tocantins e o Distrito Federal divulgaram novos dados. 

  • Bolsonaro sanciona lei que obriga uso de máscara em espaços e transportes públicos

    Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr. | Agência Brasil
    Por Lara Curcino

    03/07/2020 - 08:00


    Presidente vetou, no entanto, trecho que determinava utilização do equipamento em locais fechados

    BRASIL

    - O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que obriga utilização de máscara de proteção em espaços públicos, transportes públicos, como táxis, carros de aplicativos, ônibus, aeronaves e embarcações fretadas. A matéria foi publicada hoje (3) no Diário Oficial da União. Entre os pontos barrados, está a obrigatoriedade do uso do equipamento em órgãos e entidades públicos, além de em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. Para vetar o trecho, o presidente argumenta que a sua aprovação “incorre em possível violação de domicílio”. Além disso, os estabelecimentos também não precisarão fornecer máscaras gratuitamente aos funcionários, bem como o poder público à população vulnerável. Quem descumprir a medida terá que pagar uma multa, cuja decisão sobre o valor fica a cargo dos estados e municípios.

  • Termina nesta quinta prazo para se cadastrar no Auxílio Emergencial

    Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
    Por Lara Curcino

    02/07/2020 - 08:30


    Inscrição deve ser feita online, pelo site ou aplicativo

    BRASIL

    - Termina hoje (2), às 23h59, o prazo para se cadastrar no Auxílio Emergencial de R$ 600 do governo. Os interessados devem se inscrever por meio do site ou do aplicativo disponíveis nas lojas digitais dos sistemas Android e iOS. O benefício é destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, além de pessoas de baixa renda em meio à pandemia de coronavírus. Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro informou que o auxílio, previsto inicialmente para entregar três parcelas de R$ 600, vai vigorar por mais dois meses com o mesmo valor.

  • Projeto das fake news trará 'o fim das conversas particulares', afirma WhatsApp

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    01/07/2020 - 22:00


    “Notícias falsas são um grande problema social que existe há séculos em toda forma de comunicação”, disse o aplicativo em nota; confira

    BRASIL

    - Para o aplicativo WhatsApp o projeto de lei das fake news aprovado hoje (1º) no Senado, pode ser “o fim das conversas particulares”. A empresa enviou nota ao site O Antagonista, nela afirma que “notícias falsas são um grande problema social que existe há séculos em toda forma de comunicação”. O WhatsApp reclama de trecho do projeto que obriga os aplicativos a guardar por três meses dados de quem fizer disparo em massa de mensagens. No entendimento do aplicativo, isso vai obrigar as empresas a rastrear “tudo o que você disser ou encaminhar”, o que “poderia ser usado contra você”Confira a nota do WhasApp: “Estamos decepcionados com a decisão do Senado. As notícias falsas são um grande problema social que existe há séculos em toda forma de comunicação. Estamos combatendo a desinformação por meio de mudanças significativas para reduzir mensagens em massa e virais, que geraram uma redução de 70% nas mensagens altamente encaminhadas no WhatsApp. Forçar as empresas a adicionar um carimbo permanente a todas as mensagens privadas enviadas pelas pessoas marcaria o fim das conversas particulares – tudo o que você disser ou encaminhar seria rastreado e poderia ser usado contra você. Esperamos que a Câmara dos Deputados defenda o direito de longa data à privacidade para os brasileiros e reconheça que enfraquecer a privacidade de todos e colocar pessoas inocentes em risco não é a solução.”

  • Ministério confirma 1.038 mortes por covid em 24h e Brasil supera 60 mil vítimas

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Juliana Rodrigues

    01/07/2020 - 19:00


    País alcançou marca de 1.448.753 casos confirmados desde início da pandemia

    BRASIL

    - O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (1º) que o Brasil passou de 60 mil mortes relacionadas à Covid-19. De acordo com a pasta, foram confirmadas 1.038 mortes, totalizando 60.632 vítimas fatais. Os novos casos são 46.712, o que elevou o total para 1.448.753 diagnósticos da doença do novo coronavírus. O número de novas confirmações é o terceiro maior da série histórica da pandemia no Brasil. As informações divulgadas dizem respeito às confirmações feitas entre as 16h desta terça-feira (30) e as 16h de hoje, independentemente da data em que os casos e mortes tenham ocorrido. O Ministério da Saúde divulgou nova estimativa de que 826 mil brasileiros tenham se recuperado da Covid-19 até o momento. O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que a pasta está verificando um processo de "interiorização" da doença, que está ficando menos concentrada nas capitais do país. Pela primeira vez em uma semana epidemiológica, houve uma porcentagem maior de mortes no interior do que nas capitais. Em relação aos novos casos, isso aconteceu há cinco meses. Esse fenômeno já havia sido registrado no estado de São Paulo, que já inverteu o fluxo do início da pandemia e passou a transferir pacientes do interior para a capital. Medeiros afirmou que a trajetória da doença não permite concluir se o aumento no número de casos tem relação com a flexibilização do distanciamento social que parte dos estados e municípios promoveu.

  • Câmara aprova em 1º turno texto-base da PEC que adia para novembro eleições

    Foto: Maryanna Oliveira | Câmara dos Deputados Foto: Maryanna Oliveira | Câmara dos Deputados
    Por João Brandão

    01/07/2020 - 18:00


    A PEC adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro

    BRASIL

    - A Câmara dos Deputados aprovou hoje (1°), em primeiro turno, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que adia para novembro as eleições municipais deste ano em razão da pandemia do coronavírus. O texto, votado em sessão remota, foi aprovado por 402 votos a 90 (houve 4 abstenções). Pelo calendário eleitoral, o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo, para 25 de outubro. A PEC adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro. Os deputados ainda precisam analisar os destaques, propostas que visam modificar a redação, para concluir a votação.

  • Brasil tem 3º maior pico de mortes em único dia e ultrapassa 1,4 milhão de infectados

    Foto: Reprodução | Altemar Alcantara Foto: Reprodução | Altemar Alcantara
    Por Arivaldo Silva

    30/06/2020 - 21:00


    Com 1.280 novos óbitos, país teve terceiro maior pico de registros de mortes em 24 horas desde o início da pandemia

    BRASIL

    - Nesta terça-feira (30), o Brasil teve o terceiro maior pico de registros de mortes em 24 horas desde o início da pandemia. Foram 1.280 novos óbitos. Antes disso, as maiores marcas ocorreram no dia 23 de junho com 1.374 óbitos e no dia 4 de junho com 1.473 mortes. Ao todo, a pandemia do novo coronavírus já vitimou 59.594 mil brasileiros. O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 33.846 novos casos de Covid-19 e o número total de infectados pelo coronavírus chegou a 1.402.041. Os dados foram atualizados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde. A marca de hoje representou um aumento de 2,1% em relação ao balanço de ontem(29), quando foram contabilizados 58.314 óbitos em função da Covid-19. Ainda há 3.950 mortes em investigação. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, 790.040 pessoas que contraíram a doença já se recuperaram. Outras 552.407 estão em acompanhamento. O Brasil permanece como o segundo país do mundo com maior incidência de mortes e de casos de Covid-19. Atrás apenas dos Estados Unidos, que conta com 2,7 milhões de infectados e 129,9 mil mortes.

  • Agências dos Correios passam a renegociar dívidas via Serasa

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    30/06/2020 - 08:30


    Com descontos que podem chegar a 90%, os refinanciamentos podem ser feitos diretamente nos guichês de atendimento

    BRASIL

    - Desde a última segunda-feira (29), os devedores com o nome inscrito na Serasa poderão renegociar os débitos atrasados ou negativados em mais de 7 mil agências dos Correios espalhadas por todo o Brasil. Com descontos que podem chegar a 90%, os refinanciamentos podem ser feitos diretamente nos guichês de atendimento. Segundo a Serasa, a parceria com os Correios é importante para ajudar a parcela da população sem acesso à internet. O processo é rápido. Basta o consumidor ir à agência mais próxima com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e algum documento oficial com foto e pedir o serviço Serasa Limpa Nome no balcão. A consulta e a impressão do boleto para o pagamento levarão de dois a cinco minutos. Esse é o terceiro serviço oferecido pela Serasa nas agências dos Correios. Atualmente, o cliente também pode verificar a situação do CPF por meio do serviço Meu Serasa e analisar o CPF, o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e a pontuação na Serasa de terceiros por meio do serviço “Você Consulta”. A consulta aos dados de terceiros permite proteger o consumidor de fraudes e de prejuízos com quem se deseja fazer uma negociação. Relançado há quase dois anos, o Serasa Limpa Nome fechou mais de 9,7 milhões de acordos e concedeu mais de R$ 344 bilhões em descontos na plataforma. Além das agências dos Correios, o serviço de renegociação está disponível no site da Serasa e nos pontos de atendimento da empresa. Taxas: Para usar os serviços da Serasa nos Correios, o consumidor precisa pagar taxas de administração. Cada dívida renegociada custa R$ 3,60. A impressão da segunda via de boletos custa R$ 2,60 por acordo. O serviço Meu Serasa, de autoconsulta, custa R$ 14. O serviço Você Consulta, para análise de dados de terceiros, cobra R$ 21,60.

  • Relatório do TCU mostra que 620 mil pessoas receberam auxílio emergencial sem ter direito

    Foto: Reprodução | Agência Senado Foto: Reprodução | Agência Senado
    Por Juliana Rodrigues

    29/06/2020 - 11:08


    Entre os beneficiários irregulares, estão milionários e empresários, segundo o documento obtido pela TV Globo

    BRASIL

    - Um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) obtido pela TV Globo mostra que 620 mil pessoas, inclusive mortos, receberam o auxílio emergencial do governo federal sem ter direito. Segundo o relatório, caso esses pagamentos indevidos não sejam interrompidos, podem gerar um prejuízo de mais R$ 1 bilhão aos cofres públicos. Embora o benefício seja destinado apenas a quem está enfrentando dificuldades financeiras durante a pandemia, o documento do TCU mostra que até milionários receberam. Segundo o relatório, foram pagos R$ 35,8 bilhões para 50.228.253 milhões de beneficiários. Dentre eles, 235.572 empresários, que não são microempreendedores individuais, receberam o benefício irregularmente. Também foram pagos 15.850 auxílios para pessoas com renda acima do limite estabelecido pelo programa.

  • Ministério da Saúde gastou apenas 29,3% de recursos para combater Covid-19

    Divulgação Divulgação
    Por Juliana Rodrigues

    29/06/2020 - 08:40


    Pasta gastou até agora R$ 11,5 bilhões dos R$ 39,3 bilhões liberados pelo governo

    BRASIL

    O Ministério da Saúde gastou menos de um terço da verba liberada pelo governo federal para combate à pandemia de coronavírus no país. De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, dados do Painel do Orçamento Federal, elaborado com base em informações mais recentes do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), de 22 de junho, a pasta só gastou até agora R$ 11,5 bilhões dos R$ 39,3 bilhões liberados pelo governo. O montante representa 29,3% do total. Outros R$ 2,1 bilhões (5,3%) já estão comprometidos com o pagamento de contas, mas ainda não saíram do caixa. Mesmo em comparação com outros órgãos que receberam recursos para enfrentar a pandemia, o desempenho do Ministério da Saúde deixa a desejar. Ainda de acordo com a reportagem, o Painel aponta que, do total de R$ 404 bilhões liberados pelo governo em verbas adicionais para combate à pandemia, incluindo recursos para aliviar seu impacto econômico e social, R$ 177,4 bilhões (43,9%) foram gastos de fato pela União. Além disso, R$ 121,6 bilhões (30,1%) foram empenhados para pagar contas pendentes.

  • Políticos com patrimônio milionário recebem auxílio emergencial de R$ 600

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Juliana Rodrigues

    29/06/2020 - 08:00


    São, ao menos, 136 candidatos nas eleições de 2016 e 2018 nesta situação

    BRASIL

    - 136 candidatos que declararam patrimônio superior a R$ 1 milhão nas eleições de 2016 e 2018 tiveram o auxílio emergencial aprovado, mostra levantamento feito pelo jornal O Globo com base em dados do Ministério da Cidadania e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) identificou que candidatos a cargos públicos nas eleições de 2016 e 2018, cujas declarações de bens ultrapassam R$ 1 milhão, estão recebendo a ajuda do governo. Na lista contam postulantes aos cargos de prefeito, vice-prefeito, vereador e deputado estadual e federal. São pessoas que mesmo declarando patrimônio elevado ao TSE, tiveram cadastro aprovado e começaram a receber a segunda parcela. O Globo aponta dizendo que problemas no cruzamento de dados para o pagamento do auxílio e nos critérios definidos têm feito com que pessoas das classes A e B, que não seriam o público-alvo da política, figurem entre os beneficiados. Há casos em que o nome da pessoa foi incluída no cadastro por outra pessoa, sem seu conhecimento, mas há também muitos indícios de fraudes, que estão em investigação por órgãos de controle. Segundo a Dataprev, responsável pelo cruzamento de dados do auxílio emergencial, nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Cidadania, não houve “previsão legal para verificação do patrimônio dos requerentes”, o que poderia ter identificado inconsistências cadastrais e omissões na renda domiciliar na inscrição e no Imposto de Renda.