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  • Projeto das fake news trará 'o fim das conversas particulares', afirma WhatsApp

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    01/07/2020 - 22:00


    “Notícias falsas são um grande problema social que existe há séculos em toda forma de comunicação”, disse o aplicativo em nota; confira

    BRASIL

    - Para o aplicativo WhatsApp o projeto de lei das fake news aprovado hoje (1º) no Senado, pode ser “o fim das conversas particulares”. A empresa enviou nota ao site O Antagonista, nela afirma que “notícias falsas são um grande problema social que existe há séculos em toda forma de comunicação”. O WhatsApp reclama de trecho do projeto que obriga os aplicativos a guardar por três meses dados de quem fizer disparo em massa de mensagens. No entendimento do aplicativo, isso vai obrigar as empresas a rastrear “tudo o que você disser ou encaminhar”, o que “poderia ser usado contra você”Confira a nota do WhasApp: “Estamos decepcionados com a decisão do Senado. As notícias falsas são um grande problema social que existe há séculos em toda forma de comunicação. Estamos combatendo a desinformação por meio de mudanças significativas para reduzir mensagens em massa e virais, que geraram uma redução de 70% nas mensagens altamente encaminhadas no WhatsApp. Forçar as empresas a adicionar um carimbo permanente a todas as mensagens privadas enviadas pelas pessoas marcaria o fim das conversas particulares – tudo o que você disser ou encaminhar seria rastreado e poderia ser usado contra você. Esperamos que a Câmara dos Deputados defenda o direito de longa data à privacidade para os brasileiros e reconheça que enfraquecer a privacidade de todos e colocar pessoas inocentes em risco não é a solução.”

  • Ministério confirma 1.038 mortes por covid em 24h e Brasil supera 60 mil vítimas

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Juliana Rodrigues

    01/07/2020 - 19:00


    País alcançou marca de 1.448.753 casos confirmados desde início da pandemia

    BRASIL

    - O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (1º) que o Brasil passou de 60 mil mortes relacionadas à Covid-19. De acordo com a pasta, foram confirmadas 1.038 mortes, totalizando 60.632 vítimas fatais. Os novos casos são 46.712, o que elevou o total para 1.448.753 diagnósticos da doença do novo coronavírus. O número de novas confirmações é o terceiro maior da série histórica da pandemia no Brasil. As informações divulgadas dizem respeito às confirmações feitas entre as 16h desta terça-feira (30) e as 16h de hoje, independentemente da data em que os casos e mortes tenham ocorrido. O Ministério da Saúde divulgou nova estimativa de que 826 mil brasileiros tenham se recuperado da Covid-19 até o momento. O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que a pasta está verificando um processo de "interiorização" da doença, que está ficando menos concentrada nas capitais do país. Pela primeira vez em uma semana epidemiológica, houve uma porcentagem maior de mortes no interior do que nas capitais. Em relação aos novos casos, isso aconteceu há cinco meses. Esse fenômeno já havia sido registrado no estado de São Paulo, que já inverteu o fluxo do início da pandemia e passou a transferir pacientes do interior para a capital. Medeiros afirmou que a trajetória da doença não permite concluir se o aumento no número de casos tem relação com a flexibilização do distanciamento social que parte dos estados e municípios promoveu.

  • Câmara aprova em 1º turno texto-base da PEC que adia para novembro eleições

    Foto: Maryanna Oliveira | Câmara dos Deputados Foto: Maryanna Oliveira | Câmara dos Deputados
    Por João Brandão

    01/07/2020 - 18:00


    A PEC adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro

    BRASIL

    - A Câmara dos Deputados aprovou hoje (1°), em primeiro turno, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que adia para novembro as eleições municipais deste ano em razão da pandemia do coronavírus. O texto, votado em sessão remota, foi aprovado por 402 votos a 90 (houve 4 abstenções). Pelo calendário eleitoral, o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo, para 25 de outubro. A PEC adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro. Os deputados ainda precisam analisar os destaques, propostas que visam modificar a redação, para concluir a votação.

  • Brasil tem 3º maior pico de mortes em único dia e ultrapassa 1,4 milhão de infectados

    Foto: Reprodução | Altemar Alcantara Foto: Reprodução | Altemar Alcantara
    Por Arivaldo Silva

    30/06/2020 - 21:00


    Com 1.280 novos óbitos, país teve terceiro maior pico de registros de mortes em 24 horas desde o início da pandemia

    BRASIL

    - Nesta terça-feira (30), o Brasil teve o terceiro maior pico de registros de mortes em 24 horas desde o início da pandemia. Foram 1.280 novos óbitos. Antes disso, as maiores marcas ocorreram no dia 23 de junho com 1.374 óbitos e no dia 4 de junho com 1.473 mortes. Ao todo, a pandemia do novo coronavírus já vitimou 59.594 mil brasileiros. O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 33.846 novos casos de Covid-19 e o número total de infectados pelo coronavírus chegou a 1.402.041. Os dados foram atualizados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde. A marca de hoje representou um aumento de 2,1% em relação ao balanço de ontem(29), quando foram contabilizados 58.314 óbitos em função da Covid-19. Ainda há 3.950 mortes em investigação. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, 790.040 pessoas que contraíram a doença já se recuperaram. Outras 552.407 estão em acompanhamento. O Brasil permanece como o segundo país do mundo com maior incidência de mortes e de casos de Covid-19. Atrás apenas dos Estados Unidos, que conta com 2,7 milhões de infectados e 129,9 mil mortes.

  • Agências dos Correios passam a renegociar dívidas via Serasa

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    30/06/2020 - 08:30


    Com descontos que podem chegar a 90%, os refinanciamentos podem ser feitos diretamente nos guichês de atendimento

    BRASIL

    - Desde a última segunda-feira (29), os devedores com o nome inscrito na Serasa poderão renegociar os débitos atrasados ou negativados em mais de 7 mil agências dos Correios espalhadas por todo o Brasil. Com descontos que podem chegar a 90%, os refinanciamentos podem ser feitos diretamente nos guichês de atendimento. Segundo a Serasa, a parceria com os Correios é importante para ajudar a parcela da população sem acesso à internet. O processo é rápido. Basta o consumidor ir à agência mais próxima com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e algum documento oficial com foto e pedir o serviço Serasa Limpa Nome no balcão. A consulta e a impressão do boleto para o pagamento levarão de dois a cinco minutos. Esse é o terceiro serviço oferecido pela Serasa nas agências dos Correios. Atualmente, o cliente também pode verificar a situação do CPF por meio do serviço Meu Serasa e analisar o CPF, o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e a pontuação na Serasa de terceiros por meio do serviço “Você Consulta”. A consulta aos dados de terceiros permite proteger o consumidor de fraudes e de prejuízos com quem se deseja fazer uma negociação. Relançado há quase dois anos, o Serasa Limpa Nome fechou mais de 9,7 milhões de acordos e concedeu mais de R$ 344 bilhões em descontos na plataforma. Além das agências dos Correios, o serviço de renegociação está disponível no site da Serasa e nos pontos de atendimento da empresa. Taxas: Para usar os serviços da Serasa nos Correios, o consumidor precisa pagar taxas de administração. Cada dívida renegociada custa R$ 3,60. A impressão da segunda via de boletos custa R$ 2,60 por acordo. O serviço Meu Serasa, de autoconsulta, custa R$ 14. O serviço Você Consulta, para análise de dados de terceiros, cobra R$ 21,60.

  • Relatório do TCU mostra que 620 mil pessoas receberam auxílio emergencial sem ter direito

    Foto: Reprodução | Agência Senado Foto: Reprodução | Agência Senado
    Por Juliana Rodrigues

    29/06/2020 - 11:08


    Entre os beneficiários irregulares, estão milionários e empresários, segundo o documento obtido pela TV Globo

    BRASIL

    - Um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) obtido pela TV Globo mostra que 620 mil pessoas, inclusive mortos, receberam o auxílio emergencial do governo federal sem ter direito. Segundo o relatório, caso esses pagamentos indevidos não sejam interrompidos, podem gerar um prejuízo de mais R$ 1 bilhão aos cofres públicos. Embora o benefício seja destinado apenas a quem está enfrentando dificuldades financeiras durante a pandemia, o documento do TCU mostra que até milionários receberam. Segundo o relatório, foram pagos R$ 35,8 bilhões para 50.228.253 milhões de beneficiários. Dentre eles, 235.572 empresários, que não são microempreendedores individuais, receberam o benefício irregularmente. Também foram pagos 15.850 auxílios para pessoas com renda acima do limite estabelecido pelo programa.

  • Ministério da Saúde gastou apenas 29,3% de recursos para combater Covid-19

    Divulgação Divulgação
    Por Juliana Rodrigues

    29/06/2020 - 08:40


    Pasta gastou até agora R$ 11,5 bilhões dos R$ 39,3 bilhões liberados pelo governo

    BRASIL

    O Ministério da Saúde gastou menos de um terço da verba liberada pelo governo federal para combate à pandemia de coronavírus no país. De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, dados do Painel do Orçamento Federal, elaborado com base em informações mais recentes do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), de 22 de junho, a pasta só gastou até agora R$ 11,5 bilhões dos R$ 39,3 bilhões liberados pelo governo. O montante representa 29,3% do total. Outros R$ 2,1 bilhões (5,3%) já estão comprometidos com o pagamento de contas, mas ainda não saíram do caixa. Mesmo em comparação com outros órgãos que receberam recursos para enfrentar a pandemia, o desempenho do Ministério da Saúde deixa a desejar. Ainda de acordo com a reportagem, o Painel aponta que, do total de R$ 404 bilhões liberados pelo governo em verbas adicionais para combate à pandemia, incluindo recursos para aliviar seu impacto econômico e social, R$ 177,4 bilhões (43,9%) foram gastos de fato pela União. Além disso, R$ 121,6 bilhões (30,1%) foram empenhados para pagar contas pendentes.

  • Políticos com patrimônio milionário recebem auxílio emergencial de R$ 600

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Juliana Rodrigues

    29/06/2020 - 08:00


    São, ao menos, 136 candidatos nas eleições de 2016 e 2018 nesta situação

    BRASIL

    - 136 candidatos que declararam patrimônio superior a R$ 1 milhão nas eleições de 2016 e 2018 tiveram o auxílio emergencial aprovado, mostra levantamento feito pelo jornal O Globo com base em dados do Ministério da Cidadania e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) identificou que candidatos a cargos públicos nas eleições de 2016 e 2018, cujas declarações de bens ultrapassam R$ 1 milhão, estão recebendo a ajuda do governo. Na lista contam postulantes aos cargos de prefeito, vice-prefeito, vereador e deputado estadual e federal. São pessoas que mesmo declarando patrimônio elevado ao TSE, tiveram cadastro aprovado e começaram a receber a segunda parcela. O Globo aponta dizendo que problemas no cruzamento de dados para o pagamento do auxílio e nos critérios definidos têm feito com que pessoas das classes A e B, que não seriam o público-alvo da política, figurem entre os beneficiados. Há casos em que o nome da pessoa foi incluída no cadastro por outra pessoa, sem seu conhecimento, mas há também muitos indícios de fraudes, que estão em investigação por órgãos de controle. Segundo a Dataprev, responsável pelo cruzamento de dados do auxílio emergencial, nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Cidadania, não houve “previsão legal para verificação do patrimônio dos requerentes”, o que poderia ter identificado inconsistências cadastrais e omissões na renda domiciliar na inscrição e no Imposto de Renda.

  • Brasil registra 555 mortes por coronavírus em 24h, aponta consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Juliana Rodrigues

    29/06/2020 - 08:00


    Grupo ainda contabilizou 29.313 novos casos da Covid-19 no país

    BRASIL

    - O Brasil registrou 555 mortes por coronavírus em 24 horas, indica levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Os dados constam no boletim mais recente, divulgado na noite de ontem (28). Agora, são 57.658 óbitos pela Covid-19 no país. Além disso, ainda segundo o consórcio, foram registrados 29.313 novos casos, contabilizando um total de 1.315.941. 

  • Nenhum estado do Brasil apresenta redução da transmissão de covid-19, diz Fiocruz

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    Por Kamille Martinho

    26/06/2020 - 15:20


    Os pesquisadores apontam ainda para o risco de flexibilizar o isolamento social nas grandes metrópoles

    BRASIL

    - A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) apontou hoje (26) que nenhum estado apresenta, até agora, sinais de redução da transmissão de covid-19. Os número relacionados aos casos confirmados e mortes permanecem altos em todo o país, o que, de acordo com cientistas, pode configurar um platô (patamar alto de transmissão que "pode se prolongar indefinidamente"). Os pesquisadores apontam ainda para o risco de flexibilizar o isolamento social nas grandes metrópoles. A análise mostra que a epidemia de coronavírus cresce nos municípios mais dependentes do sistema de saúde das grandes cidades, que correm o risco de ficarem novamente saturados por pacientes de localidades menores. "O que acontece na região metropolitana se repete no interior com duas ou três semanas de atraso. Por isso é importante manter as medidas de isolamento, mesmo depois de passado o 'pico' nas capitais", explica o epidemiologista Diego Xavier, em comunicado divulgado pela Fiocruz. Os profissionais ainda alertam que a diminuição de atendimento de casos graves e o aumento da disponibilidade de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) não devem ser os únicos critérios a serem considerados no momento de adotar medidas de relaxamento.

  • Bolsonaro tem reprovação de 44% e aprovação de 32%, afirma Datafolha

    Foto: Sérgio Lima | Poder 360 Foto: Sérgio Lima | Poder 360
    Por Juliana Rodrigues

    26/06/2020 - 07:30


    Pesquisa foi realizada em 23 e 24 de junho, com 2.016 brasileiros

    BRASIL

    - Uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo no final da noite de quinta-feira (26) mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é considerado Ótimo ou bom para 32% dos entrevistados. Regular para 23%, ruim ou péssimo para 44%. 1% não sabe ou não respondeu. A pesquisa Datafolha foi realizada em 23 e 24 de junho, com 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

  • Brasil assume primeiro lugar em número de recuperados de covid-19

    Foto: Ueslei Marcelino | Reuters Foto: Ueslei Marcelino | Reuters
    Por Kamille Martinho

    25/06/2020 - 22:00


    O Brasil contabiliza 660.469 pacientes recuperados.No segundo lugar estão os Estados Unidos com 656.161

    BRASIL

    - O Brasil ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o país com maior número de pessoas recuperadas de covid-19 no mundo, segundo a Universidade Johns Hopkins, que tem monitorado a pandemia do novo coronavírus em parceria com órgãos equivalentes ao Ministério da Saúde em todos os países. O painel da Johns Hopkins mostra, no momento da reportagem, que o Brasil contabiliza 660.469 pacientes recuperados, enquanto os Estados Unidos somam 656.161. A Rússia está em terceiro lugar e registra 374.557 pessoas que foram contaminadas, mas não apresentam mais sintomas da doença. “A disponibilidade de dados epidemiológicos precisos e robustos em uma epidemia é um guia importante para decisões sobre saúde pública. O arquivamento consistente de informações é importante para entender a transmissibilidade, o risco de alastramento geográfico, as rotas de transmissão e os fatores de risco”, afirma o artigo científico que explica o funcionamento da ferramenta, publicado na revista médico-científica britânica The Lancet.

  • Bolsonaro diz que novas parcelas do auxílio emergencial 'devem' ser de R$ 500, R$ 400 e R$ 300

    Foto: Reprodução  Foto: Reprodução
    Por Juliana Rodrigues

    25/06/2020 - 20:00


    O anúncio foi feito em live do presidente em rede social.

    BRASIL

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que o auxílio emergencial será prorrogado por mais três meses. O anúncio foi feito em live do presidente em rede social. O benefício deve ter parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, totalizando R$ 1.200. O ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) já havia afirmado nesta quinta que a extensão do auxílio teria parcela nesses valores. A informação foi publicada pelo ministro em uma rede social, mas foi apagada pouco depois. A prorrogação tem o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que no último fim de semana publicou nas suas redes sociais tuíte com um recado duro ao governo. "O governo não pode esperar mais para prorrogar o auxílio. A ajuda é urgente e é agora", cobrou Maia, que enfatizou que a sua posição é acompanhada pela maioria dos deputados. Maia defendeu, no entanto, a prorrogação por mais dois ou três meses no valor de R$ 600, ao contrário de Guedes que quer reduzir o valor à metade das próximas parcelas. A despesa mensal do auxílio está em R$ 51,5 bilhões.

  • Brasil tem 54.971 mortes por coronavírus, diz Ministério da Saúde

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Juliana Rodrigues

    25/06/2020 - 19:45


    Segundo a pasta, o país tem 1.228.114 casos confirmados da doença

    BRASIL

    - O Ministério da Saúde divulgou hoje (25) seu mais recente balanço sobre a Covid-19. No Brasil 1.141 registros de morte foram incluídos em 24 horas e 39.483 casos. O país tem no total 54.971 mortes devido a doença e 1.228.114 casos confirmados. Ainda de acordo a pasta, há 499.414 pacientes em acompanhamento e 673.729 recuperados. O boletim do Ministério da Saúde desta quinta não trouxe o número de mortes em investigação e as mortes nos últimos três dias, como costumava trazer em versões anteriores.

  • Brasil passa de 54 mil mortes por Covid-19, diz consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Luciana Freire

    25/06/2020 - 17:30


    São, ao todo, 1.207.721 casos confirmados da doença em todo o país

    BRASIL

    - O número de mortes por Covid-19 no Brasil chegou a 54.434, segundo o boletim das 13h do consórcio de veículos de imprensa formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, Uol e O Estado de S. Paulo hoje (25). São, ao todo, 1.207.721 casos confirmados em todo o país. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde. Desde o levantamento fechado ontem (24), às 20h, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, São Paulo e Roraima atualizaram suas estatísticas. São 15.247 novos contágios pelo coronavírus notificados pelas secretarias estaduais de Saúde desde a noite de ontem, além de 560 novas vítimas fatais.

  • Com Covid-19, maio se torna o mês com mais mortes na história do Brasil

    Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil
    Por Juliana Rodrigues

    25/06/2020 - 10:00


    Segundo levantamento do UOL, número de óbitos no mês passado representa uma alta de 13,1% em relação a maio de 2019

    BRASIL

    - Em meio à pandemia de Covid-19, maio de 2020 já é o mês com o maior número de registros de óbitos feitos por cartórios na história do Brasil, segundo levantamento do UOL. Até segunda-feira (22), haviam sido registradas 123.857 declarações de pessoas que morreram em todo o Brasil, sendo 24.021 pela doença causada pelo novo coronavírus. O número de mortes no mês passado representa uma alta de 13,1% em relação a maio de 2019, quando foram registradas 109.479 declarações de óbito nos cartórios brasileiros. Historicamente, o mês de julho é o que registra maior número de mortes no país devido à maior circulação de vírus respiratórios. Além disso, problemas cardiovasculares são afetados por doenças virais respiratórias, e o aumento dessas doenças faz com que esse número fique ainda mais significativo nos meses de julho. Segundo o UOL, os números ainda podem crescer, já que o Portal da Transparência da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen) é abastecido com informações enviadas pelos cartórios, que podem levar alguns dias para reportar o óbito ao sistema nacional. Confira os dados até o momento: Maio de 2020 - 123.702*; Julho de 2017 - 122.610; Julho de 2018 - 119.675; Julho de 2016 - 118.151; Julho de 2019 - 118.097*. O UOL consultou o banco de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, que também se baseia na causa-morte indicada nas certidões. Não há registro de um mês tão mortal como foi maio de 2020. A plataforma do ministério traz dados detalhados de mortes e suas causas desde 1996 até 2018. Os números de 2019 ainda estão em fase final de apuração para divulgação. Antes de 1996, não há relatos históricos que apontem para uma mortalidade tão alta em apenas um mês. (*Dados ainda sujeitos a ampliação).

  • Brasil tem 53.830 mortes por coronavírus, diz Ministério da Saúde

    Foto: Reprodução | Estadão Conteúdo Foto: Reprodução | Estadão Conteúdo
    Por Luciana Freire

    24/06/2020 - 18:30


    Segundo a pasta o país tem 1.188.631 casos confirmados da doença

    BRASIL

    - O Ministério da Saúde divulgou hoje (24) seu mais recente balanço sobre a Covid-19. No Brasil 1.185 registros de morte foram incluídos em 24 horas e 42.725 casos. O país tem no total 58.830 mortes devido a doença e 1.188.631 casos confirmados. Ainda de acordo a pasta,  há 484.893 pacientes em acompanhamento e 649.908 recuperados.

  • Nova linhagem do zika está em circulação no Brasil, diz estudo da Fiocruz

    Foto: Reprodução  Foto: Reprodução
    Por Juliana Rodrigues

    24/06/2020 - 17:30


    Por meio de uma ferramenta que monitora as sequências genéticas do vírus, os cientistas detectaram, pela primeira vez no país, um tipo africano dele

    BRASIL

    - Pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, afirmaram que uma nova linhagem do vírus da zika está em circulação no Brasil, com potencial de originar uma nova epidemia. Por meio de uma ferramenta que monitora as sequências genéticas do vírus, os cientistas detectaram, pela primeira vez no país, um tipo africano dele. Segundo Artur Queiroz, um dos líderes do estudo, dois dados indicam que a linhagem circulou pelo Brasil em 2019: ela foi encontrada em dois Estados distantes entre si: no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro; os hospedeiros que “abrigavam” os vírus eram diferentes: um mosquito “primo” do Aedes aegypt, chamado Aedes albopictus, e uma espécie de macaco. Segundo o G1, a descoberta foi publicada no início de junho, no periódico “International Journal of Infectious Diseases”.

  • Vacina de Oxford contra coronavírus começa a ser testada no Brasil

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    Por Kamille Martinho

    23/06/2020 - 14:15


    A vacina testada no Brasil está entre as 13 que já estão em fase clínica de testes em humanos no mundo

    BRASIL

    - Os testes da vacina contra o coronavírus, produzida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, começaram ontem (22) no Brasil, segundo o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que coordena a aplicação da vacina no estado. A vacina testada no Brasil é uma das 141 candidatas cadastradas na Organização Mundial de Saúde (OMS) e está entre as 13 que já estão em fase clínica de testes em humanos no mundo. “Há um caminho importante a ser percorrido agora pelos especialistas antes de podermos celebrar bons resultados. O que virá depois, ainda não sabemos. Enquanto isso, o foco da Fundação Lemann está em acompanhar a iniciativa. Há muitas pessoas e organizações trabalhando colaborativamente para o sucesso e, junto delas, esperamos dar nossa contribuição para que a pandemia seja superada, com foco e atenção ao Brasil e sua gente, nosso maior compromisso”, disse a nota da Fundação Lemann, uma das financiadoras do projeto no Brasil.

  • Brasil registra 601 novas mortes por coronavírus em 24 horas, diz consórcio de imprensa

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    Por Juliana Rodrigues

    22/06/2020 - 07:00


    País contabilizou ainda mais 16.851 casos da Covid-19

    BRASIL

    - O Brasil registrou em 24 horas 601 novas mortes por coronavírus. O levantamento foi feito pelo consórcio de veículos de imprensa, junto às secretarias estaduais de Saúde, divulgado na noite de ontem (21). Agora, o total de óbitos por Covid-19 no país são 50.659. Além disso, foram registrados 16.851 novos casos da doença, totalizando 1.086.990 em todo o Brasil. Os dados divulgados neste domingo (21) foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.