BUSCA PELA CATEGORIA "BRASIL"

  • Aos 42 anos, ator Paulo Gustavo morre vítima da Covid-19

    Foto: Reprodução | Instagram Foto: Reprodução | Instagram
    Por Gabriel Amorim

    05/05/2021 - 07:50


    BRASIL

    - O ator e humorista Paulo Gustavo morreu na noite de ontem (4) vítima da Covid-19. O artista estava internado desde o dia 13 de março e não resistiu às complicações da doença. Paulo estava em UTI.  O ator foi diagnosticado na noite da última segunda-feira (3) com embolia pulmonar, o que gerou uma piora significativa no quadro de saúde do artista. Nesta terça, novo boletim informou que o ator estava com quadro irreversível, mas ainda mantinha os sinais vitais. Às 21h12, no entanto, foi constatada a morte de Paulo Gustavo. Em quase dois meses de internamento, o artista chegou a precisar da ajuda de ventilação mecânica desde o final de março. Os médicos ainda recorreram ao uso de ECMO, máquina que funciona como pulmão artificial e oxigena o sangue fora do corpo. Antes da piora que levou à sua morte, o artista ainda chegou a apresentar melhoras significativas. O artista teve, inclusive, a quantidade de sedativos e bloqueadores reduzida e conseguiu interagir interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas, ainda na tarde de domingo. À noite, foi diagnosticada a embolia. Paulo Gustavo ficou conhecido por programas de humor como Vai Que Cola e 220 Volts, exibidos pelo  Multishow e com os filmes da franquia Minha Mãe é uma Peça - inspirados no espetáculo teatral de mesmo nome escrito e dirigido por Paulo e inspirado na sua relação com sua mãe. O ator deixa o marido, o dermatologista Thales Bretas, e dois filhos, Gael e Romeu que completam três anos em 2021.

  • BEm: até julho, empregadores e empregados da iniciativa privada estão liberados para firmarem acordos trabalhistas

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    03/05/2021 - 11:00


    BRASIL

    - O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda 2021, o BEm, já está valendo e, até julho, empregadores e empregados da iniciativa privada estão liberados para firmarem acordos trabalhistas que permitem redução de salários e jornadas de trabalho durante a pandemia da Covid-19. Na primeira edição do programa, em 2020, mais de 10 milhões de trabalhadores, cerca de 1,5 milhão de empresas, que aderiram ao programa, tiveram os empregos preservados. A especialista em Direito Trabalhista, Cássia Pizzotti, lembra que o BEm “é uma alternativa para as empresas que estão paralisadas por decretos estaduais ou municipais e, também, auxilia as firmas que tiveram queda de produção terem uma alternativa ao desligamento dos funcionários”, disse.

    Este ano, a dinâmica para adesão ao BEm é a mesma usada em 2020. Os acordos individuais firmados entre empresas e trabalhadores poderão prever redução de salário e jornada em 25%, 50% e 70%. Em contrapartida, o governo federal, por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) repassa ao empregado, como Benefício Emergencial, o valor que foi abatido no acordo com o patrão. A referência das parcelas será o Seguro-Desemprego que o funcionário teria direito. Sendo assim, e em casos de redução acordada de 25%, por exemplo, o trabalhador terá direito a receber Benefício Emergencial de 25% da parcela do Seguro-Desemprego, além dos 75% do salário da empresa. No entanto, se o contrato trabalhista for suspenso, o empregado passa a receber Benefício Emergencial de valor igual a 100% da parcela do Seguro-Desemprego. Todos os acordos firmados pelo BEm garantem a manutenção do emprego durante o período acordado, inclusive após a suspensão do acordo, por igual tempo em que a redução de salário e jornada foi instituído. O programa não modificará os valores e prazos do Seguro-Desemprego, e continuarão os mesmos que o trabalhador tem direito atualmente, nas rescisões de contratos futuras. Deveres - Os empregadores inscritos no BEm deverão informar ao Ministério da Economia sobre os acordos firmados imediatamente. A informação é importante porque a partir de 10 dias, após a comunicação, passa contar o prazo de 30 dias para o empregado receber o Benefício Emergencial. Se o ministério não receber a informação, a empresa terá de continuar pagando o valor total do salário ao trabalhador, mesmo se o acordo de redução já estiver sido assinado. O mesmo procedimento deve ser realizado para informar os sindicatos. O trabalhador pode receber por mais de um emprego, se tiver, desde que os acordos sejam firmados com os empregadores. Além disso, o funcionário da modalidade temporária ou intermitente, poderá ter acesso ao benefício único, de R$ 600. Todos os trabalhadores com acordos firmados de redução de salário ou jornada, devem informar conta bancária ao Ministério da Economia para depósito do BEm. A especialista em Direito Trabalhista, Ramille Taguatinga, ressalta que o BEm não tira direitos dos empregados. Ela lembra que todos os acordos, com base no programa do governo federal, devem ser realizados de forma conjunta entre patrão e empregado. “É uma tentativa do governo dar uma “mão” para o empresário e também ajudar o trabalhador. A base é o diálogo para prevenir situações em que os diretos (dos trabalhadores) possam ser suprimidos ou ilegalidades possam ser cometidas. A base é o diálogo”, reitera. MP do BEm - O BEm passou a valer por força da Medida Provisória 1.045/2021 publicada pela Presidência da República, no dia 27 de abril. A MP tem prazo de validade de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. Esse é o espaço de tempo que o Congresso Nacional tem para aprovar ou não a medida. Em 45 dias, após publicação da norma, ela passa a tramitar no Legislativo em caráter de urgência. Em abril de 2020, a MP 936 instituiu o programa pela primeira vez. Em julho, a Presidência da República publicou a Lei 14.020 e o presidente Jair Bolsonaro a fez valer por meio de Decreto até dezembro, em razão da pandemia da Covid-19. Em seguida, uma série de decretos presidenciais foram publicados com objetivo de estender os prazos de validade da medida e, assim, permitir a celebração dos acordos até a publicação da nova MP 1.045/2021.Flexibilização - Em uma outra Medida Provisória 1.046/2021 publicada, o governo federal flexibiliza as relações do trabalho para permitir o trabalho remoto, o conhecido home office, sem exigir exames admissionais. Além disso, a medida libera a antecipação de férias e concede ao empregador a opção de pagar o adicional de um terço das férias após o período de descanso do empregado. As empresas também poderão dar férias coletivas aos funcionários, desde que o empregador avise com antecedência de 48 horas do início do período de descanso. A mesma regra vale para os acordos individuais de trabalho. As férias poderão ser superiores a 30 dias corridos. A produção das empresas pode ser interrompida e a compensação dos dias parados deve ser feita em até 18 meses, após os 120 dias de vigência da MP. O tempo parado pode ser registrado em banco de horas para compensação posterior, de no máximo 10 horas diárias de trabalho, com previsão de expedientes nos finais de semana. A antecipação de feriados federais, estaduais, distritais e municipais, também foi autorizada na MP e as horas compensadas no saldo do banco de horas da empresa. Até julho, as empresas estão desautorizadas a recolher o FGTS do trabalhador. Os valores referentes a esses meses podem ser depositados, de forma parcelada e sem multas, a partir de setembro. A empresa que perder o prazo e atrasar o repasse do FGTS, será multada e pode até perder o certificado de regularidade.

    CONTINUE LENDO
  • Grande parte das mortes no Brasil podia ter sido evitada, dizem Médicos Sem Fronteiras

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Juliana Rodrigues

    03/05/2021 - 10:44


    Além de negligenciar prevenção, país é o único a ter uso maciço de 'kit Covid', segundo presidente mundial da ONG

    BRASIL

    - Grande parte das 400 mil mortes por Covid-19 no Brasil poderiam ter sido evitadas se o país tivesse adotado medidas básicas de prevenção, que funcionaram no mundo todo, declarou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo o médico grego Christos Christou, presidente internacional dos Médicos Sem Fronteiras (MSF). A entidade vem auxiliando no combate à Covid-19 em 90 países, entre eles o Brasil, e tem grande experiência em epidemias. Christou acaba de passar cinco dias no Brasil, acompanhando o trabalho dos MSF em unidades de saúde em Rondônia e conversando com médicos e pacientes. “Muitas mortes e sofrimento podiam ter sido evitados no Brasil”, diz. “Bastava fazer o básico, adotar as medidas que funcionaram em muitos lugares.” Segundo ele, o Brasil é o único país onde a população ainda usa de forma maciça remédios sem comprovação científica como hidroxicloroquina e ivermectina. “O ‘kit Covid ‘ não é inofensivo. Os médicos que receitam esses remédios fazem mais mal do que bem a essas pessoas”, afirmou à Folha. Ao ser informado de que, no Brasil, há orientação do governo e de conselhos de medicina de deixar que os médicos receitem o que acharem melhor, a exemplo do “kit Covid”, Christou afirmou: “O ‘kit Covid’ não é inofensivo. Há pelo menos três consequências. As pessoas não apenas tomam os remédios que não têm comprovação científica contra Covid, elas tomam em excesso, tomam todos os dias, doses maiores do que as recomendadas, supostamente para fazer prevenção —e o resultado é que seus testes de funções hepáticas ficam muito alterados por causa disso.” “Além disso, se eles têm sintomas, ficam em casa e se cuidam pouco, porque acham que o ‘kit Covid’ vai ajudar –e assim vão contaminando outros membros da família. Por fim, eles demoram para ir para o hospital, acham que o ‘kit Covid’ vai curá-los, e chegam muito tarde, mais difícil de reverter a situação. Para ele, os médicos que receitam esses remédios fazem mais mal do que bem a essas pessoas, e isso viola o princípio da medicina. “Não digo que isso aconteça de propósito, ou conscientemente, e muitas das pessoas nem consultam médicos, vão sozinhas e compram com ou sem receita. É como acontece com tudo –quando o vizinho tomou e disse que funcionou, é a melhor propaganda”, declarou na entrevista.

  • Vacinados com primeira dose contra covid no Brasil chegam a 31,8 milhões, 15% da população

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    02/05/2021 - 09:00


    BRASIL

    - O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou neste sábado, 1º, a 31.812.086, o equivalente a 15,02% da população total. Nas últimas 24 horas, 290.170 pessoas receberam uma dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal. Vinte Estados atualizaram os dados neste sábado. Entre os quase 32 milhões de vacinados, 15.822.973 receberam também a segunda dose, o que representa 7,47% da população com a vacinação completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 145.430 pessoas receberam essa dose de reforço. Foram ainda 144.740 que tomaram a primeira dose. Em termos proporcionais, o Rio Grande do Sul é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 19,89% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada no Amapá, onde 10,12% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (7,58 milhões), seguido por Minas Gerais (3,30 milhões) e Bahia (2,39 milhões).

  • Abril de 2021 torna-se mês mais letal da pandemia no Brasil

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Juliana Rodrigues

    25/04/2021 - 11:00


    País soma quase 390 mil óbitos por covid-19 — desse total, 17% foram registrados neste mês

    BRASIL

    - Faltando 6 dias para acabar, abril de 2021 se tornou no sábado (24) o mês mais letal da pandemia no Brasil: nos 24 dias decorridos, foram registrados 67.723 óbitos por covid-19 no país. Os dados são do consórcio de veículos imprensa. O Brasil soma quase 390 mil óbitos por covid-19 — desse total, 17% foram registrados neste mês. Em média, nos últimos sete dias, 2.531 pessoas morreram por complicações da doença no país. Este é o 94º dia consecutivo com média móvel acima de mil. Há 39 dias, desde 17 de março, o índice se mantém acima de 2.000. Ainda segundo o UOL, nas últimas 24 horas, foram confirmados 69.302 casos do novo coronavírus. Com isso, o país chegou a um total de 14.307.412 diagnósticos de covid-19 desde o início da pandemia. Os dados não representam quando os óbitos e diagnósticos de fato ocorreram, mas, sim, quando passaram a constar das bases oficiais dos governos. Até agora, o mês passado tinha registrado o maior número de vítimas, com 66.868 mortes em decorrência do novo coronavírus em 31 dias. Antes disso, o recorde era de julho de 2020, com 32.912 mortes. Abril de 2021 também é o quinto mês consecutivo em que o número de mortos supera o do mês anterior.

  • Atrás de renda e sem home office, pobres morrem mais de coronavírus

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por João Brandão

    21/04/2021 - 10:45


    Muito poucos das classes D e E tiveram a opção de se proteger; na A/B, quase 1/3 encontrou opção, mostra jornal Folha de S. Paulo

    BRASIL

    - Dados do mercado de trabalho durante a pandemia da Covid-19 mostram que os mais ricos e escolarizados no Brasil puderam se proteger bem mais que as pessoas de menor renda e pouca educação, informa reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Não por acaso, diz a publicação, estudos apontam que áreas pobres no país e bairros da periferia de São Paulo chegaram a ter três vezes mais mortes causadas pelo coronavírus do que outras regiões. Segundo dados da Pnad Covid-19 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) elaborados pela FGV Social, 28% dos membros da classe A/B (renda domiciliar superior a R$ 8.303) puderam alterar o local de trabalho durante a pandemia, destaca a Folha. Na classe D/E (renda até R$ 1.926), apenas cerca de 7,5% tiveram essa opção. Na classe C (que ganhou destaque nos anos 2000 e tem renda entre R$ 1.926 e R$ 8.303), somente 10,3% fizeram isso. Ainda de acordo com a reportagem, entre as profissões que menos puderam alterar o local e a forma de trabalho, indo para home office, por exemplo, estão principalmente os ocupados no setor de serviços, como funcionários de supermercados, vendedores e frentistas de postos. Quase 95% deles continuaram trabalhando no mesmo local na pandemia. Entre as profissões mais intelectualizadas, 44% alteram o local de trabalho. “Os trabalhadores mais pobres são os que mais precisam sair de casa para conseguir renda. Trabalhar em ‘home office’ é um privilégio das classes A e B, onde estão os empregadores, trabalhadores da ciência ou intelectuais, dirigentes e funcionários públicos”, disse ao jonal paulusta Marcelo Neri, diretor da FGV Social. Em 2020, grande parte dos trabalhadores de menor renda e os informais ficaram relativamente protegidos pelo pagamento do auxílio emergencial. Agora, no pior momento da pandemia no Brasil, não só o total de beneficiários será muito menor como os valores foram reduzidos drasticamente.

  • Brasil ultrapassa 353 mil mortes pela Covid-19, diz consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Adele Robichez

    12/04/2021 - 08:30


    Média móvel de óbitos no país nos últimos sete dias atingiu segundo maior recorde desde início da pandemia chegou a 3.109

    BRASIL

    - O Brasil registrou 1.824 óbitos pela Covid-19 em 24 horas, segundo o consórcio de veículos de imprensa. O mesmo boletim, divulgado às 20h de ontem (11), mostra que, desde o início da pandemia, 353.293 mortes foram registradas no país. A média móvel de mortes no Brasil nos últimos sete dias atingiu o segundo maior recorde desde o início da crise do coronavírus e chegou a 3.109 - uma variação de +17% em relação à média de 14 dias atrás. Isso significa que a tendência é de alta nos óbitos pela Covid-19 nos próximos dias. Já são 81 dias seguidos com o indicador acima de 1 mil; 26 acima de 2 mil; e 16 acima de 2,5 mil. Em relação aos casos, o levantamento do consórcio indica que, em 24 horas, 38.859 pessoas foram diagnosticadas com o vírus. Este é o segundo pior registro já atingido. Desde o início da pandemia, o Brasil registrou 13.482.543 infecções confirmadas da doença. Estão com alta nas mortes 14 estados e o Distrito Federal: AP, AM, CE, DF, ES, GO, MA, MS, MG, PR, PE, PI, RJ, RR e SP.

  • Governo enviará SMS a 2,3 mi de pessoas para cobrar devolução de auxílio indevido

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Metro 1

    11/04/2021 - 13:30


    Na última vez, medida teve 2% de sucesso

    BRASIL

    - O governo federal vai enviar 2,38 milhões de mensagens SMS a pessoas que receberam auxílio emergencial de forma indevida para pedir o dinheiro de volta. Segundo o portal G1, o governo não informou quanto foi pago a essas pessoas nem quanto espera conseguir de volta com a medida. Em dezembro, 1,2 milhão de pessoas receberam as mensagens, mas de acordo com dados oficiais, apenas 30.370 fizeram a devolução — 2,4% do público alvo. Com isso, foram recuperados R$ 47 milhões, contra a expectativa de recuperar R$ 1,57 bilhão.

  • Com pior taxa de desemprego, Bolsonaro critica método de pesquisa do IBGE

    Foto: Reprodução | Folhapress Foto: Reprodução | Folhapress
    Por Adele Robichez

    09/04/2021 - 10:30


    BRASIL

    - O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar ontem (8) a Pnad Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indica a taxa de desemprego no Brasil. Ele já havia feito a mesma crítica há dois anos. “Estamos criando empregos formais mês a mês. Mas tem aumentado o desemprego por causa dessa metodologia do IBGE que atendia ao governo da época”, afirmou Bolsonaro. Ele acredita que o crescimento do desemprego está relacionado aos trabalhadores informais, que deixaram de ganhar dinheiro na pandemia da Covid-19, e tiveram que passar a procurar emprego formal. O índice de desemprego no trimestre encerrado em janeiro foi de 14,2% - o que corresponde a 14,3 milhões de brasileiros - o pior marco histórico da pesquisa, iniciada em 2012.

  • IBGE suspende provas de concurso para o Censo 2021

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Kamile Martinho

    06/04/2021 - 12:30


    BRASIL

    - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) suspendeu a realização das provas dos concursos para o Censo 2021. A decisão foi tomada em decorrência da aprovação, pelo Congresso, do Orçamento para este ano. A quantia destinada para a realização da pesquisa foi reduzida a apenas R$ 71 milhões, o que inviabiliza a realização do Censo. Segundo o G1, a suspensão vale para 181.898 vagas de recenseador e 22.409 vagas para agente censitário municipal e supervisor. O texto ainda não foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. "O IBGE informa, ainda, que avaliará com o Cebraspe (organizador do concurso) um novo planejamento para aplicação das provas, a depender de um posicionamento do Ministério da Economia acerca do orçamento do Censo Demográfico", diz o Instituto em nota.

  • Ministro da Saúde revela redução de quase metade das doses de vacinas contra Covid-19 previstas para abril

    Foto: Reprodução  Foto: Reprodução
    Por Adele Robichez

    01/04/2021 - 08:41


    A expectativa agora é da chegada de 25,5 milhões de doses em vez de 47,3 milhões

    BRASIL

    - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, revelou ontem (31) que vai receber, até o final do mês, pouco mais da metade das doses de vacinas contra a Covid-19 previstas para abril. Queiroga informou que a expectativa agora é da chegada de 25,5 milhões de doses. O cronograma divulgado no dia 19 de março pelo governo federal previa o recebimento de 47,3 milhões de doses. O antigo plano incluía duas vacinas ainda não aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária: oito milhões da Covaxin e 400 mil da Sputnik V. Além disso, 2 milhões de doses da Oxford não têm previsão de importação.

  • Pagamento de nova rodada do auxílio emergencial começa na próxima terça-feira

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Geovana Oliveira

    31/03/2021 - 14:52


    Beneficiários do Bolsa Família começam a receber os pagamentos no dia 16 de abril

    BRASIL

    - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou hoje (31), junto ao ministro da Cidadania, João Roma, e os presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e da Dataprev, Gustavo Canuto, que a nova rodada do auxílio emergencial começa a ser paga no dia 6 de abril. Essa data se aplica aos trabalhadores que fazem parte do Cadastro Único e para os que se inscreveram pelo site e pelo aplicativo do programa. Os beneficiários do Bolsa Família começam a receber os pagamentos no dia 16 de abril. Os pagamentos seguem mais uma vez as datas de nascimento dos beneficiários e serão feitos por meio de conta poupança digital da Caixa, que pode ser movimentada pelo Caixa TEM.

  • Empresas vão financiar a revitalização do Rio São Francisco e de outras bacias hidrográficas

    Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
    Por Juliana Rodrigues

    31/03/2021 - 12:18


    Parceiras recebem o selo Aliança pelas Águas Brasileiras, que simboliza a atuação na proteção das águas do país

    BRASIL

    - Dez empresas se uniram para participar do Programa Águas Brasileiras e patrocinar a revitalização do Rio São Francisco e de outras bacias hidrográficas. De acordo com o governo federal, as empresas que formalizaram a adesão foram Anglo American, Rumo Logística, Ambev, MRV Engenharia, Stone, Vale S.A., ENGIE Brasil, Bradesco, Caixa e JBS. A inclusão de valor às cadeias produtivas por meio de práticas sustentáveis e a adaptação dos modelos de negócio à economia de baixo carbono estão entre as vantagens para as empresas que apoiarem os projetos. Além disso, as parceiras recebem o selo Aliança pelas Águas Brasileiras, que simboliza a atuação na proteção das águas do país. Com o objetivo de revitalizar as principais bacias hidrográficas do país, o Programa Águas Brasileiras prevê, entre as ações a serem desenvolvidas, a recuperação de áreas degradadas, recomposição de matas ciliares e preservação de nascentes e o manejo florestal sustentável. Foram selecionados 26 projetos que contemplam mais de 250 municípios de dez estados: 16 para a Bacia do Rio São Francisco, dois para a do Rio Parnaíba, dois para a do Rio Taquari e seis para a do Rio Tocantins-Araguaia.  Entre as iniciativas está o plantio de 100 milhões de mudas ao longo das bacias.

  • Anvisa recebe pedido de uso emergencial de medicamento com anticorpos para Covid-19

    Foto: Divulgação Foto: Divulgação
    Por Geovana Oliveira

    31/03/2021 - 11:54


    Tratamento desenvolvido pela empresa Eli Lilly é a combinação dos medicamentos biológicos banlanivimabe e etesevimabe

    BRASIL

    - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu hoje (30) um pedido de uso emergencial de um tratamento de anticorpos monoclonais para pacientes com Covid-19. A agência tem 30 dias para analisar a solicitação. O tratamento é desenvolvido pela empresa Eli Lilly e é feito a partir da combinação dos medicamentos biológicos banlanivimabe e etesevimabe, anticorpos monoclonais produzidos artificialmente a partir de clones de uma única célula. Em novembro de 2020, a FDA, correspondente da Anvisa nos Estados Unidos, aprovou o uso do banlanivimabe para o tratamento de pacientes com Covid-19 com risco alto de progredir para quadros graves e internação.

  • Brasil registra recorde de 3.668 mortes por Covid-19 em 24 horas, indica consórcio de imprensa

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Adele Robichez

    31/03/2021 - 11:16


    No total, o país contabiliza 317.936 óbitos pela doença

    BRASIL

    - De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, o Brasil atingiu um novo recorde de mortes por coronavírus em 24 horas desde o início da pandemia: 3.668. O boletim foi divulgado às 20h de ontem (30). No total, o país contabiliza 317.936 óbitos pela doença. A média móvel de mortes no Brasil nos últimos sete dias também bateu o 5º recorde seguido e chegou a 2.728 - uma variação de +34% em relação à média de 14 dias atrás. Isso significa que a tendência é de alta nos óbitos pela Covid-19 nos próximos dias. Já são 69 dias seguidos com a média móvel acima de mil e 14 dias acima de 2 mil. Em relação aos casos, o levantamento do consórcio indica que, em 24 horas,  86.704 pessoas foram diagnosticadas com o vírus. Desde o início da pandemia, o Brasil registrou 12.664.058 infecções confirmadas da doença. A média móvel de casos em uma semana foi de 75.340 por dia - uma variação de +7% em relação aos diagnósticos registrados nas duas últimas semanas. Isso significa que as infecções estão com tendência de estabilidade. Estão com alta nas mortes 17 estados e o Distrito Federal: ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AP, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

  • Aneel proíbe que seja cortada a energia elétrica de famílias de baixa renda

    Foto: Reprodução Foto: Reprodução
    Por Juliana Rodrigues

    26/03/2021 - 19:13


    A medida vale até o dia 30 de junho e atende aos consumidores inscritos no programa Tarifa Social

    BRASIL

    - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) proibiu que o fornecimento de energia elétrica seja interrompido para as famílias de baixa renda por falta de pagamento das contas. A medida valerá até o dia 30 de junho e atende aos consumidores inscritos no programa Tarifa Social. A decisão aprovada pela diretoria do órgão regulador em reunião extraordinária realizada na tarde desta sexta-feira (26), ainda abrange os consumidores que necessitam de energia para manter em funcionamento equipamentos essenciais à vida, os que não estejam recebendo a fatura impressa e para famílias que vivem em regiões onde não há postos de arrecadação.

  • Novo ministro da Saúde pede que brasileiros usem máscara: 'Agora é pátria de máscara'

    Foto: Reprodução | Agência Brasil Foto: Reprodução | Agência Brasil
    Por Geovana Oliveira

    26/03/2021 - 19:04


    Uso do acessório já foi esnobado por Bolsonaro, que apareceu sem ele em diversas ocasiões durante a pandemia

    BRASIL

    - Em uma analogia ao slogan "pátria da chuteira", usado em época de Copa do Mundo, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga pediu hoje (26) aos brasileiros uma "pátria de máscara". Ao falar com a imprensa, no Palácio do Planalto, Queiroga fez um chamado à população para o uso das máscaras contra a Covid-19. "Na época da Copa do Mundo, a nação se une, se chama pátria de chuteira. Agora é pátria de máscara. É um pedido que faço a cada um dos brasileiros: usem a máscara. Nós, do governo, vamos trabalhar para termos um aporte de vacinas suficientes para imunizar a nossa população.", afirmou o cardiologista. O uso de máscaras já foi esnobado pelo presidente Jair Bolsonaro e os executivos que o acompanham, que apareceram sem o acessório na maioria das ocasiões durante a pandemia, inclusive no "cercadinho" do Planalto e ao falar com a população sem agenda oficial. O ministro fez as declarações na mesma entrevista coletiva em que o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, anunciou o recebimento pela Anvisa do pedido de testes de uma vacina nacional apoiada pelo governo federal. 

  • Páscoa: com pandemia, 10,5 milhões de brasileiros não vão fazer compras no feriado

    Foto: Reprodução | Getty Images Foto: Reprodução | Getty Images
    Por Luciane Freire

    25/03/2021 - 17:00


    Pesquisa aponta que 24% dos que pretendem comprar chocolates e presentes possuem contas em atraso, sendo que 66% estão com o nome sujo

    BRASIL

    - Uma pequisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que a pandemia e o aumento do endividamento devem fazer com que milhões de brasileiros deixem de comprar ovos e chocolates nesta Páscoa. De acordo com o levantamento, cerca de 102,7 milhões de brasileiros devem realizar compras para a Páscoa em 2021, o que representa uma redução de 10,5 milhões de consumidores frente a 2019. No ano passado, a pesquisa não foi realizada. A pesquisa aponta ainda que 24% dos que pretendem comprar chocolates e presentes possuem contas em atraso, sendo que 66% estão com o nome sujo. Além disso, 5% acreditam que vão deixar de pagar alguma conta para comprar produtos para a Páscoa.

  • Urgente: Brasil ultrapassa marca de 300 mil mortes por Covid-19

    Foto: Reprodução | GOV/BA Foto: Reprodução | GOV/BA
    Por Matheus Simoni

    24/03/2021 - 17:00


    BRASIL

    - O Brasil ultrapassou hoje (24) a marca de 300 mil mortos por Covid-19 desde o início da pandemia. Nem mesmo a mudança no sistema de notificação do Ministério da Saúde que causou atrasos no registros de mortes impediu que o país registrasse a marca negativa. Ontem (23), pela primeira vez, o país teve registro de mais de três mil mortes em apenas 24 horas. O atual panorama apresenta colapso nos hospitais, tanto públicos quanto privados, UTIs lotadas e profissionais esgotados. De março de 2020 até as 16h24 desta quarta-feira, o país somou 300.015 óbitos. De acordo com projeções de população do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020, somente 95 cidades —ou 1,7% do total— têm população superior a 300 mil pessoas. Foi dizimado um contingente humano do tamanho de Mossoró (RN) ou Suzano (SP), ou metade de uma Joinville (SC). Na média dos últimos sete dias, de cada 4 pessoas que morreram de Covid no planeta, 1 estava no Brasil.

  • Brasil registra novo recorde de óbitos por Covid-19: 3.251 mortes em 24 horas

    Foto: Reprodução | AFP Foto: Reprodução | AFP
    Por Geovana Oliveira

    23/03/2021 - 19:30


    Total de vidas perdidas no país se aproxima dos 300 mil

    BRASIL

    - O Brasil registrou hoje (23) um novo recorde de mortes por Covid-19: foram 3.251 vidas perdidas em 24 horas, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). Com isso, o total de óbitos se aproxima dos 300.000, com 298.676 registros desde o início da pandemia. Com números cada vez maiores, o país enfrenta uma crise no sistema de saúde, que se aproxima de um colapso sanitário nacional. Essa é a primeira vez que o Brasil ultrapassa a marca de 3 mil mortes em 24 horas. No dia 10 deste mês, havia sido registrado o último recorde no número de óbitos, que foi de 2.286.  Além do recorde de óbitos, também foram contabilizados 82.493 novos casos de coronavírus no país, uma das maiores marcas desde o início da pandemia. No total, são 12.130.019 contaminados pela doença.