Homem fica gravemente ferido após agressão no bairro Santo Antônio, em Guanambi
Suspeito foi localizado e levado para a delegacia29 Jun 2026 / 08h00
Foto: Reprodução | TV Sudoeste
O alvará de soltura foi expedido pela juíza da Comarca de Guanambi, Adriana Bastos
As irmãs Zelita Pereira Neves, 32 anos, e Marliete Pereira Neves, 41 anos, presas na noite do último dia 25 de outubro, após serem acusadas de desligarem os aparelhos que mantinham o irmão Almiro Pereira Neves, de 43 anos, vivo no Hospital Regional de Guanambi (HRG), foram soltas nesta terça-feira (05). O alvará de soltura foi expedido pela juíza da Comarca de Guanambi, Adriana Bastos, atendendo a requerimento e alegações da defesa capitaneada pelo advogado Gustavo Montalvão, o qual alegou, entre outros pontos, que ambas são réus primárias e não representam risco ao processo, sendo assim, podendo este ser respondido em liberdade. O caso: Na ocasião do crime, consta na ocorrência policial que as mulheres invadiram a enfermaria para cometer o crime e só foram vistas depois que tinham desligado os aparelhos. Elas foram detidas ainda no hospital pela Polícia Militar. Elas teriam contado em depoimento que agiram após receber uma mensagem de Deus em uma oração. Após a abordagem policial, as suspeitas e um outro irmão, que também estava no hospital, foram levados para a delegacia da cidade, mas só Marliete e Zelita foram mantidas presas. Ainda conforme a ocorrência, um pastor de uma igreja evangélica que teria participado da oração e foi apontado pelas suspeitas em depoimento é procurado. Assista a reportagem da TV Sudoeste sobre o caso:
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