Luciano Ribeiro questiona andamento das obras do Porto Sul e Fiol pelo governo do estado - Sudoeste Notícias





  • Luciano Ribeiro questiona andamento das obras do Porto Sul e Fiol pelo governo do estado

    Foto: Reprodução
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    01/06/2018 - 06:00

    A notícia de que o governo do estado revogou o decreto nº 14.905, de 02 de janeiro de 2014, que autorizava a Caixa Econômica Federal a reservar recursos financeiros da conta do Tesouro para a construção, operação e exploração do Porto Sul, em Ilhéus, conforme publicação do Diário Oficial do Estado, na última quarta-feira (30) chamou a atenção do líder da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Luciano Ribeiro (DEM), que lembrou  as negociações anunciadas pelo governador Rui Costa (PT), referente ao Porto e também a ferrovia Oeste (Fiol) e questionou o andamento das obras. “Lembro que o governador Rui Costa antes de ser eleito e até mesmo, durante o seu mandato dizia que iria assumir as obras do Porto Sul. Fez várias viagens a China dizendo que teriam o intuito de destravar as obras da Ferrovia Oeste Leste (Fiol) e do Porto Sul, mas nada saiu do papel. O governador chegou a dizer que estava tudo encaminhado com empresas chinesas para viabilizar o Porto Sul, que inclusive já possuía todas as licenças necessárias para início da construção. Queremos saber se diante da revogação desse decreto, o Porto Sul deixou de ser prioridade para o governador”, cobrou o líder. O decreto revogado pelo governador tratava de uma reserva, através da Caixa Econômica de R$ 40 milhões e 257 mil para obra que deveria ser construída no Litoral Norte de Ilhéus, na região de Aritaguá, com investimento de R$ 2,7 bilhões. O líder também o frisa a falta de avanço na Fiol, uma promessa também do governo petista. Luciano lembra a atual dependência do transporte de cargas, o que afetou o abastecimento de produtos, durante a greve dos caminhoneiros. Este ano o  governador chegou a divulgar a assinatura de um memorando de entendimento com empresas chinesas para financiamento do projeto. “E hoje o que temos? Uma obra que se estivesse pronta facilitaria o transporte de cargas do estado, mas que infelizmente encontra-se totalmente parada e sem perspectivas”, criticou.

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