
A decisão do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) de suspender liminares que garantiam a nomeação de candidatos aprovados no concurso da Embasa gerou protestos. A empresa alega que a contratação impactaria suas finanças, com um custo adicional de R$ 226 milhões anuais até 2029. Os aprovados, no entanto, contestam a justificativa e afirmam que a substituição da mão de obra terceirizada por concursados geraria economia. A Embasa mantém contratos com terceirizados que somam mais de R$ 647 milhões, segundo os manifestantes. Em decisão liminar, o desembargador Paulo César Bandeira de Melo Jorge afirmou que a substituição reduziria custos e apontou irregularidade na terceirização. O Ministério Público do Trabalho já autuou a Embasa pelo mesmo motivo, e o Sindicato dos Trabalhadores em Água e Esgoto da Bahia (Sindae-BA) cobra o cumprimento de um acordo para reduzir contratações terceirizadas.