
- Devido a longa estiagem que assola os municípios de Anagé e de Aracatu, o governo do Estado reconheceu nesta quarta-feira (30), por meio de um decreto de emergência, com validade de 180 dias, a situação relacionada à crise hídrica das duas cidades. No caso de Aracatu, a prefeita da cidade, Braulina Silva, esclarece que apesar das chuvas do ano passado, a água disponível para consumo humano não dispõe de condições adequadas. Braulina também aponta que a falta de precipitações inviabiliza a principal atividade econômica do município: a agricultura familiar. Situação semelhante à vivida por Anagé. Conforme declarou o prefeito da cidade, Rogério Bonfim, a quantidade de água disponível já está comprometendo a lavoura, a pecuária, cultivo e até mesmo as atividades humanas. Em virtude da medida, as prefeituras poderão contratar serviços com o objetivo de mitigar o impacto da seca, sem que haja a necessidade de licitação.