Sudoeste Bahia
Publicado em: 03 Mai 2018 / 18h00
Autor: Redação

Segundo a polícia, quadrilha que teve ataque a banco frustrado em Barra da Estiva matou delegado por retaliação

Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp

Com a morte do delegado Marco Antônio Torres, 52 anos de idade – no último dia 12 de abril deste ano, em uma área rural da cidade de Anagé – e a tentativa de assalto ao Banco do Brasil, na manhã de 9 de abril, quando assaltantes chegaram a sequestrar o gerente do banco e a família, mas, devido à ação das polícias Civil e Militar de Barra da Estiva, acabaram liberando os reféns pela manhã numa área rural e fugiram, sem levar nada,  o sequestro e o assassinato passaram a ser uma investigação só, por estarem interligados, informou um policial do Draco, sob anonimato, ao Correio da Bahia. Segundo a publicação, o assassinato do delegado foi em retaliação à investigação que ele vinha fazendo contra criminosos da tentativa de assalto ao banco, que passaram a ser investigados, então, pelo Draco, unidade especial da polícia que apura ações criminosas de grande porte na Bahia, como assaltos a banco, sequestros e o tráfico de drogas, junto com o delegado Marco Antônio Torres, que foi morto enquanto se dirigia para uma reunião em Vitória da Conquista. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública ressaltou que a investigação sobre a morte do delegado Marco Torres segue sob sigilo, pois a divulgação antecipada pode atrapalhar o trabalho policial. A SSP apura o caso por meio da Delegacia de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) e da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), sediada em Brumado e à qual está subordinada a delegacia de Barra da Estiva.