
O Monsenhor de todos nós
Muito já foi dito sobre ele.
Foi um homem impoluto. Um grande servidor do Cristo. Um sacerdote que soube conduzir seu rebanho com humildade e bons exemplos. Amigo de todos. Conselheiro. Conciliador. Simples, como deve ser todo cristão.
Por um século habitou aquele corpo e com ele circulou pelas ruas de Caetité, vestindo uma batina que o distinguia a qualquer distância. Em seus bolsos, santinhos de papel e caramelos que, ao ser interpelado por uma criança, ele os distribuía.
Há “causos” interessantes que se contam a seu respeito. Desde sua juventude quando, ao lado de Walmir que o conduzia na sua “fóbica” reluzente, até os seus últimos momentos encarnado.