Sudoeste Bahia
Publicado em: 29 Ago 2014 / 08h50
Autor: Redação

Caetité, pequenina mas ilustre – Por Luzmar Oliveira

O Monsenhor de todos nós

 

Muito já foi dito sobre ele.

 

Foi um homem impoluto. Um grande servidor do Cristo. Um sacerdote que soube conduzir seu rebanho com humildade e bons exemplos. Amigo de todos. Conselheiro. Conciliador. Simples, como deve ser todo cristão.

 

Por um século habitou aquele corpo e com ele circulou pelas ruas de Caetité, vestindo uma batina que o distinguia a qualquer distância. Em seus bolsos, santinhos de papel e caramelos que, ao ser interpelado por uma criança, ele os distribuía.

 

Há “causos” interessantes que se contam a seu respeito. Desde sua juventude quando, ao lado de Walmir que o conduzia na sua “fóbica” reluzente, até os seus últimos momentos encarnado.