Sudoeste Bahia
Publicado em: 08 Jan 2020 / 17h56
Autor: Redação

Coordenadora do Conselho Tutelar faz balanço da atuação dos conselheiros de 2016 a 2019 em Caetité

Foto: Cledeilton Santos | Sudoeste Bahia

A reportagem do Sudoeste Bahia esteve nesta quarta-feira (08) na sede do Conselho Tutelar de Caetité, onde conversou com a coordenadora Luciana Junqueira, que fez um balanço do período de 2016 a 2019 da atuação dos conselheiros tutelares que darão lugar aos que recentemente foram nomeados. Segundo ela, a instituição conta atualmente com estrutura acessível, adaptada as necessidades da cidade, atendendo a todos os requisitos do Conanda como: sala de atendimento, sala de arquivo, brinquedoteca e recepção. “É um compartimento que se adequa as nossas necessidades e, diante de várias cobranças, de nossas necessidades, essas casa foi cedida pelo estado, pelo poder judiciário. É uma casa muito bem estruturada e eu quero agradecer aos juízes Pedro e Eduardo que contribuíram, juntamente com a ex-secretária de Assistência Social, Cátia Virgínia, que se empenhou muito para que hoje a gente esteja nesta instalação”, disse a coordenadora. Ela ainda fez um analise geral das ações realizadas pelos conselheiros tutelares, ressaltando ser um saldo positivo e satisfatório. De acordo com Junqueira, esta avaliação foi realizada pela conselheira tutelar Antônia Conselheira, que integra o Instituto IAC, em Salvador, que esteve em Caetité e chegou a conclusão de que o município tem uma das melhores sedes do Conselho Tutelar no estado da Bahia. Quanto ao balanço de ocorrências, a coordenadora citou que de 2016 a 2019, os casos que tiveram aumento alarmante foram as questões de conflito familiar, negligência familiar e violência doméstica. “Diante destes atendimentos, temos outros casos que chamam a atenção como casos envolvendo drogas e alcoolismo no ambiente familiar, uma média de 46 casos por ano. No período de 2016 a 2019, tivemos um total de 217 destes casos. Em relação a violência domestica, um total de 65 casos nestes quatro anos. Já o bullyng, neste período, um total de 23; desaparecimento de crianças e adolescentes, total de 13 casos”, avaliou a coordenadora. Ouça a entrevista: