
Em sua página no Facebook, o evangelista Rubens Cunha agradeceu a acolhida da cidade
Reunindo quase 20 mil pessoas em três dias, a Cruzada Internacional de Fé e Milagres, deixou a população de Caetité perplexa com a qualidade de pessoas reunidas nos dias em que a caravana ficou em Caetité. A equipe do Evangelista e empresário Rubens Cunha, ficou cerca de um mês na cidade, visitando escolas, pessoas humildes e necessitadas de Caetité, levando uma mensagem de paz, esperança e conforto. E não foi só isso. A Cruzada distribuiu cestas básicas, livros e folhetos, além de convidar para o seminário que aconteceu nos dias 25, 26 e 27 no Cine Teatro da Rádio Educadora. No teatro, todas as noites, os participantes ocuparam todos os lugares do espaço. Vale lembrar que o Cine Teatro tem capacidade para 650 pessoas sentadas. A organização aponta que durante o seminário, a lotação chegou a 800 pessoas por noite. Já nos dias 28,29 e 30 de março, a Praça da Catedral foi palco de um dos maiores movimentos pentecostais que a bicentenária Caetité já presenciou desde a chegada dos missionários norte americanos no início do século XX. De acordo com apoiadores da Missão em Caetité, a multidão que lotava a praça beirava quase cinco mil por noite.

O ápice do evento foi no último dia, no sábado (30), aonde se chegou a quase oito mil pessoas. No dia, segundo a organização “houve a manifestação do poder de Deus, onde surdos ouviram e paralíticos andaram”. De acordo com a missão, a Cruzada superou todas as expectativas e “avivou a fé dos caetiteenses, onde almas se renderam aos pés do Senhor e Salvador Jesus Cristo.” Em entrevista ao Sudoeste Bahia, o pastor Pedro Romualdo, da Igreja Menonitas em Caetité, disse que haverá dois momentos na história de Caetité. Um depois da Cruzada e um pós Cruzada. Para o pastor, “haverá um novo tempo em Caetité.” De Caetité, a Missão seguiu para Jeremoabo, no Nordeste da Bahia. Após Jeremoabo, a missão irá para o estado do Maranhão. Em postagem na sua página no Facebook, o evangelista Rubens Cunha agradeceu a receptividade do povo caetiteense