• Mais de 100 mortos em ataques na capital francesa

    Foto: Reprodução
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    13/11/2015 - 23:58

    Paris sofreu o pior ataque terrorista da história francesa, nesta sexta-feira (13). Ataques com tiros e explosões deixaram ao menos 120 mortos. Cerca de cem pessoas morreram na casa de shows Bataclan, no centro da capital francesa, enquanto ao menos outras 20 morreram em outros cinco locais dentro e na região de Paris, incluindo restaurantes e bares lotados, disse a Promotoria francesa. De acordo com fontes policiais, 11 pessoas foram mortas em um restaurante francês no 10º distrito de Paris, enquanto outras três morreram na explosão de bombas do lado de fora de um estádio de futebol. O número de mortos na Bataclan, que abrigava um show de heavy metal do grupo Eagles of Death Metal, surgiu após forças de segurança lançarem uma ação no local, onde pessoas tinham sido feitas reféns. A polícia invadiu o local, matando dois terroristas e encontrando um sangrento cenário de horror. Posteriormente, a Promotoria mencionou outros três terroristas mortos, mas não esclareceu se na casa de shows ou em outros locais. As equipes de socorro utilizaram ônibus no atendimento das pessoas feridas. De acordo com o Itamaraty, dois brasileiros ficaram feridos nos ataques. O governo francês fechou as fronteiras, o metrô, casas de espetáculos e escolas. Cerca de 1500 militares estão chegando a Paris para ajudar as forças de segurança. Chefes de Estado se manifestaram em relação à tragédia. O presidente dos EUA Barack Obama fez um pronunciamento em que disse que a situação na França é “ultrajante” e que farão o que for possível para ajudar a França. “Faremos o que for necessário para trabalhar com os franceses e as nações ao redor do mundo para buscar justiça”, disse. A presidenta Dilma Rousseff afirmou na noite desta sexta-feira (13), por meio de sua conta no microblog Twitter, que está "consternada" e repudia os ataques em Paris. "Consternada pela barbárie terrorista, expresso meu repúdio à violência e manifesto minha solidariedade ao povo e ao governo francês", postou Dilma.