• CDS - Alto Sertão assina protocolo de intenções para gerenciamento de resíduos sólidos nos 16 municípios

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    Por Mauri Oliveira

    09/10/2019 - 16:20


    Por meio do Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável do Alto Sertão e do esforço conjunto dos governos municipais com o Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano iniciamos uma importante etapa na luta para dar destinação correta dos resíduos sólidos em nossa região. Nesta segunda-feira (7), foi assinado o protocolo de intenções, o qual normatiza os termos de cooperação técnica para a elaboração do Plano Intermunicipal de resíduos sólidos contemplando nossos 16 municípios: Lagoa Real, Caculé, Ibiassucê, Sebastião Laranjeiras, Palmas de Monte Alto, Riacho de Santana, Candiba, Guanambi, Tanque Novo, Iuiú, Urandi, Malhada, Matina, Igaporã, Pindaí e Caetité. O evento ocorreu na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB), em Salvador, durante o Integra Bahia – IV Simpósio da Federação dos Consórcios Públicos da Bahia (FecBahia), que reuniu gestores baianos estaduais e municipais. Para o presidente do CDS Alto Sertão e prefeito de Matina Juscélio Alves Fonseca, “esse ato é um passo importante para resolver definitivamente o problema do ‘lixão’ em nossos municípios com a construção do aterro sanitário e a implantação da coleta seletiva. Já estamos colhendo os frutos da última reunião do consórcio que tivemos no município de Matina, no último dia 20 de setembro”. Afirmou o gestor. Resíduos Sólidos: Os resíduos sólidos são classificados de acordo com a sua natureza física (seco ou molhado), composição química (orgânico ou inorgânico), periculosidade e origem (industrial, de saúde, da construção civil, entre outros). De acordo com estudiosos do tema, a produção de resíduos sólidos vem aumentando consideravelmente a cada ano, com estimativa que, até 2050, a produção chegará a 1,5 trilhões de toneladas de lixo anual em nível mundial. De acordo com o Atlas do Saneamento Básico do IBGE, os lixões são áreas onde são depositados os resíduos sólidos sem nenhum tratamento nem preparo do solo do terreno, contaminando assim todo o lençol freático e a população que utiliza esse recurso hídrico. Já o aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário, e mesmo sendo inadequada do ponto de vista ambiental é o mais utilizado pelos municípios de pequeno porte.

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