• Temer tinha o que temêr e exonera presidente da INB

    Foto: Divulgação
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    Por Magal Santos

    11/10/2017 - 14:12

    João Carlos Tupinambá e o Diretor de Recursos Minerais, Laércio Aguiar da Rocha FORAM EXONERADOS dos cargos que ocupavam na estatal. Motivo de alegria e felicidade ao povo de Caetité.

    Falo isso não só em meu nome, mas também em nome de várias pessoas daquela empresa, de moradores do entorno da mina e usina, bem como da sociedade caetiteense que de um modo em geral nesses dois anos conviveu com o descaso e menosprezo desses dirigentes da INB, mas ainda resta um para completar a saída do “Trio do Mal”, mas isso é questão de dias, esse é menos importante do que ele sempre se julgou ser e a saída dele é uma medida caseira, não requer uma atitude ministerial.

    Toda gestão de uma empresa ao seu término deixam suas marcas para serem lembradas, tanto pelos acertos como pelos erros, pois ninguém acerta sempre, todos comentem falhas, voluntárias ou involuntárias e essas são mais assimiláveis, mais fáceis de serem aceitas quando percebemos o desejo de acertar, de corrigir os erros, de se evitar novos tropeços. Qualidades essas nunca encontradas nesses “gestores” que felizmente já são parte da história da INB, porém das páginas mais tristes e lamentáveis da INB. 

    Eles serão sempre lembrados pela incompetência, truculência, arrogância, prepotência e pelo FRACASSO DE PRODUÇÃO. Foram os primeiros gestores que em dois anos a frente da INB não conseguiram produzir NENHUMA GRAMA DE CONCENTRADO DE URÂNIO. Nós temos que ter esperanças na nova gestão que irá tomar posse, temos que ter esperanças e paciência, pois terão que consertar os desmandos dos antecessores. 

    Esse “Trio do Mal” deixou um caminho muito penoso e difícil para seus sucessores. Antes mesmos de qualquer reinício de produção é preciso um resgate de credibilidade não só com os trabalhadores da INB, mas também com a sociedade de uma forma geral. Que cartas de repúdio não possam ser mais redigidas e nem assinadas na câmara de vereadores. Há dois anos atrás colocaram um “Avião ” na mão de quem não sabia pilotar e hoje ele está todo avariado e deixou muito estrago. Mudaram os pilotos, mas é preciso, não só consertar o “Avião ”, mas reconstruir os caminhos e tratar também as pessoas que ela feriu nesses caminhos.

    Desejo boa sorte a esses novos gestores e que eles tenham a competência e humildade para entender que é com diálogo, respeito, coerência e sensatez que se dirige uma empresa, principalmente aqui, no MELHOR PEDACINHO DE TERRA DO PLANETA!

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